sexta-feira, 22 de agosto de 2014

“Éticos” da direita paulista pagaram cartazes anônimos para ter vaia a Dilma no Itaquerão



Depois de quase três meses em sigilo, ficamos sabendo, pelo Estadão, que 20 mil  cartazes foram distribuídos à entrada do Itaquerão, na abertura da Copa, atacando e pedindo manifestações contra Dilma Rousseff.

O apelo era explícito: “Na hora do Hino Nacional abra este cartaz e mostre para todos que está na hora do Brasil  vencer de verdade”.

Foram pagos pela empresa Multilaser, pertencente a Alexandre Ostrowiecki e Renato Feder.

Dois yuppies que, imaginem só, mantêm um site em que avaliam a eficiência e a ética dos políticos.

É claro que  quase só entram ali os parlamentares de direita ou os que se dizem de esquerda mas, na prática, acompanham as políticas da direita.

Então foi assim que se preparou a “manifestação espontânea” de grosseria no jogo inaugural da Copa?

É assim que dois empresários que, inclusive, gozam de incentivos fiscais, gastam o dinheiro que a União deixa de recolher em impostos?

Porque quem pagou não foram eles, do bolso próprio, mas a empresa.

Com direito a abater nos impostos que ambos maldizem.

A empresa, aliás, não deve ter do que reclamar dos impostos, pois diz o Estadão que “segundo balanço de demonstrações financeiras da Multilaser publicado no Diário Oficial de 27 de março, o item “reserva de lucros” aumentou de R$ 51 milhões em 2012 para R$ 128 milhões em 2013″.

Um crescimento nada mau de 151% nos ganhos dos pobres coitados que dizem estão carregando o Estado brasileiro nas costas.

Mais cara de pau, só a da nossa imprensa, que  tinha um esquadrão de repórteres pronto para encontrar qualquer montinho de terra que ajudasse a dizer que a festa era um desastre, mas não foi capaz de ver a distribuição de milhares de cartazes que, é só olhar, não tinham nada de espontâneos.

Fernando Brito
No Tijolaço

Nova pesquisa para incendiar a corrida eleitoral



 O Ibope acaba de registrar uma pesquisa presidencial que tem tudo para incendiar mais ainda a corrida eleitoral, anuncia Lauro Jardim, na sua coluna da Veja Online. Será a primeira pesquisa feita após eventos importantes da campanha. As entrevistas serão realizadas no final de semana e a divulgação está prevista para a noite de segunda-feira ou manhã de terça-feira, em O Estado de S. Paulo, que encomendou o levantamento.
Segundo o colunista, a pesquisa captará a emoção do enterro de Eduardo Campos, a polêmica entrevista de Dilma Rousseff ao Jornal Nacional, o lançamento oficial da candidatura de Marina Silva e os primeiros programas eleitorais na TV.
E certamente balizará o debate entre os presidenciáveis, marcado para terça-feira, na Band. Nesta semana, alguns institutos têm feito pesquisas por encomendas de bancos, todas elas não registradas e, portanto, sem permissão para serem divulgadas. Todas as que vazaram para as campanhas de Dilma e de Aécio Neves, no entanto, deixaram as cúpulas de ambas muito, muito preocupadas.(do blog de magno martins)

Nas entranhas do PSB: a briga foi feia












Os detalhes estão na coluna de Denise Rothenburg, hoje, no Correio Braziliense:
''A senhora não precisa me demitir. Eu já estava de saída.” Diante de uma Marina atônita e tentando se aproximar, ele vociferou: “A senhora não me toque! A senhora não me conhece! A senhora acha que sabe tudo, mas não sabe nada! Essa coligação só não implodiu antes porque eu segurei muita coisa!”, disse Carlos Siqueira à candidata Marina Silva.
A mão de Renata
Renata Campos, viúva de Eduardo, intercedeu para tentar estancar a crise no PSB. Foi ela quem conversou com o marqueteiro Diego Brandy e pediu a Marcos Loreto, que assessorou Eduardo por muitos anos, que ajudasse no diálogo de forma a contornar o problema. Loreto estava dentro do avião com destino a Brasília para conversar com Carlos Siqueira. Abortou a missão no último minuto porque Siqueira já havia embarcado para São Paulo.

Amaral, o materialista
Outra convivência que, se brincar, ficará difícil é a do presidente do PSB, Roberto Amaral, com a candidata. Amaral é materialista. Entre amigos, sempre se refere à religião como uma das maiores invenções da humanidade para se conformar com as mazelas da vida.''
(Do blog de magno martins)

Lula: mídia é o principal partido de oposição

Neca, do Itaú, já dá as cartas no governo Marina

Erundina é a nova coordenadora da campanha de Marina



 Luiza Erundina é a nova coordenadora da campanha da Coligação 'Unidos Pelo Brasil', liderada por Marina Silva e que tem o deputado Beto Albuquerque como vice. O PSB emitiu comunicado na noite desta quinta-feira (21) confirmando que a deputada federal e ex-prefeita de São Paulo está assumindo o comando.
A decisão parece ser uma tentativa de encerrar a crise que se instalou na candidatura desde que Marina colocou o ex-deputado Walter Feldman na coordernação da campanha para dividir o camando com o antigo coordenador chefe, o socialista Carlos Siqueira(foto à esquerda). Siqueira não gostou da maneira como a mudança foi feita e abandonou a campanha na tarde desta quinta, criticando fortemente Marina.  
'Não há acordo com a senhora Marina Silva. Quando uma pessoa é acolhida numa instituição, ela se torna uma hospedeira. É isso que ela é. Então, ela tem de respeitar esta instituição”, declarou Siqueira, em entrevista na sede do PSB. “Quem ela pensa que é? Ela manda na Rede dela, não no PSB”, prosseguiu Siqueira, citando o Rede Sustentabilidade, partido fundado por Marina, que ainda não teve o seu funcionamento oficializado. A ex-senadora se filiou aos socialistas neste ano com o compromisso de migrar para a própria agremiação em 2015. (Do Portal G1)

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Para Siqueira, Marina não simboliza legado de Campos

Coordenador-geral da campanha, Siqueira deixou o cargo, afirmando que seu compromisso era com Eduardo Campos
Para Siqueira, Marina não simboliza legado de Campos
"AE"
Pivô da primeira crise na aliança PSB-Rede Sustentabilidade após a confirmação de Marina Silva como candidata a presidente, o secretário-geral pessebista, Carlos Siqueira, disparou fortes críticas contra a ex-ministra e disse que ela "está longe de representar o legado de Eduardo Campos".
Coordenador-geral da campanha de Campos, morto em um acidente aéreo, na semana passada, na cidade de Santos, litoral paulista, Siqueira anunciou, na quarta-feira, 20, a correligionários que estava deixando o posto. De acordo com relatos de integrantes da Rede, ele entendeu que Marina Silva, confirmada ontem cabeça de chapa pela executiva nacional do PSB, estava tentando afastá-lo do posto e colocar na direção da campanha pessoas de sua confiança.
"Não continuarei na campanha. Meu compromisso era com o Eduardo Campos", declarou Siqueira ao deixar a sede nacional do PSB, em Brasília. Ele não poupou Marina e disse que ela estava tentando "mandar" no partido, que a recebeu depois que o Rede Sustentabilidade teve seu pedido de registro negado pela Justiça. "Quando se está em uma instituição como hospedeira ela não pode mandar nessa instituição. Marina que vá mandar na Rede dela", emendou.
Perguntado de que forma Marina estaria atuando para assumir o comando da legenda, Siqueira citou as trocas na cúpula da campanha. "Ela nomeou o presidente do comitê financeiro da campanha, uma responsabilidade do partido", disse, referindo-se à indicação de Bazileu Margarido, um dos mais próximos aliados da ex-ministra, para o posto responsável pelas contas da candidatura. "Ela não perguntou ao partido e não agiu de acordo com um partido que está oferecendo a ela as condições que nós oferecemos", concluiu.
Por último, Siqueira disse que a viúva de Campos, Renata, uma das avalizadoras da ascensão de Marina à candidatura presidencial, "não deve estar sabendo o que está se passando no partido". "Se souber, ela é uma mulher que entenderá que não poderemos oferecer uma candidatura a alguém (Marina) que age dessa maneira".

Milton Coelho recusa coordenação da campanha de Marina



Do blog do Camarotti
Integrante da Executiva Nacional do PSB, Milton Coelho, disse ao Blog que não assumirá a coordenação da campanha de Marina Silva e anunciou que vai deixar o cargo atual de coordenador de mobilização e articulação. Coelho era o nome mais forte para assumir o  principal posto da campanha, como havia informado o Blog.
Com isso, a situação no partido fica mais delicada, já que Coelho Era muito próximo do ex-governador Eduardo Campos, assim como o secretário-geral do PSB, Carlos Siqueira, que também deixou a campanha.
“Estive coordenando a parte de mobilização e articulação da campanha. Agradeço a confiança do partido para esta tarefa e de todos que defenderam minha permanência. O PSB deve indicar entre os seus muitos quadros um novo coordenador de mobilização e articulação política. Já comuniquei ao PSB que julgo minha tarefa cumprida até aqui”, afirmou Milton Coelho.
Ele disse que tinha feito um acordo com o ex-governador para trabalhar nessa tarefa até o fim da eleição.
“Havia um pacto com o meu querido amigo Eduardo Campos, de quem já coordenei três campanhas, que minha tarefa acabaria em 2014. Mas, com essa tragédia, minha tarefa se encerra aqui”, ressaltou Coelho.

Artigo de opinião:O Perigo Marina


Maurilio Ferreira Lima*
Não desejo parecer como alguém com preconceito contra Marina Silva, por conta de suas convicções fundamentalistas religiosas, sua inabilidade, rigidez no trato de conduzir um país democrático, e falta total de experiência no tratar a coisa pública;
Lendo atentamente o noticiário sobre as difíceis negociações de Marina com a direção do PSB. Confesso que fiquei totalmente intranquilo. Moro no Brasil e aqui quero morrer. Tenho filhos e netos que precisam de paz e tranquilidade política no país para que possam exercer suas atividades profissionais e econômicas. Meus netos precisam de uma escola livre sem a indevida interferência do fundamentalismo religioso.
Hoje Marina Silva me transmite a impressão que ela provocará um caos inimaginável no país. Alerto para as pessoas refletirem sobre esse tisco.
Aguardo com muita ansiedade e inquietação as primeiras pesquisas, depois do guia eleitoral. Marina Silva não poderá alegar ausência, porque já estreou hoje. Espero que Aécio suba e se houver um segundo turno como tudo indica com quase certeza, ele vá disputar com Dilma Rousseff. Ambos são incapazes de provocarem o caos. Marina, não, o caos é ela.
Aguardei a repercussão na imprensa das negociações Marina Silva/PSB.
Merval Pereira, cronista engajado e com todo direito anti-PT e anti-Dilma escreveu:
Marina Silva jura perante a Bíblia que acredita, que tem responsabilidade e irá manter todos os compromissos com Eduardo Campos e seguir a mesma trilha que Eduardo traçou.
Eduardo Campos deu nome aos bois. Disse que Presidente não aceitaria governar com o PMDB, Renan e Sarney. Abriu um amplo Leque de Negociações com outras que pudesse garantir a governabilidade.
Com Eduardo morto, Marina diz conservar esse leque e aumentou a lista dos indesejáveis, acrescentando e PT, o PSDB e parece que também o DEM.
Pergunta Merval: Com quem ela irá governar? Marina escolheu o caminho do confronto e não da negociação. Mostra com clareza como será seu governo. Chama para o confronto o agronegócio, com a poderosa bancada ruralista, os fabricantes de bebidas, os maiores financiadores das caríssimas campanhas políticas, a indústria do fumo e o que ela chama a bancada da bala e os produtores de sementes transgênicas.
Quando feita uma louca provocar o caos e a crise, o pouco de gente que estará a seu lado, será incapaz de evitar que ela seja varrida legalmente do poder e mandada para a Assembleia de Deus, de onde nunca devia ter saído.
Aguardo com muita ansiedade Datafolha e IBOPE, depois dos primeiros guias eleitorais. Como cidadão que quer paz política e institucional no Brasil, desejo que Aécio Neves e conquiste o segundo lugar na disputa com DILMA Rousseff no segundo turno.
Dilma e Aécio, são duas pessoas responsáveis, lideranças políticas capazes éticas que nunca mergulharão nossa Pátria no caos. Marina é o caos. Vai afundar esse país.
Sou um brasileiro que vive e quer morrer nesse país. Tenho filhos e netos. Não quero que a vida profissional e atividade econômica dos meus filhos não seja anarquizada por essa louca.
Muito menos posso aceitar que o curriculum escolar das escolas de meus netos seja invadido pelo fundamento religioso.
* Ex-deputado federal

Siqueira acusa Marina de querer mandar no PSB



Após reunião do PSB com os partidos coligados em Brasília, o ex-coordenador da campanha de Eduardo Campos, Carlos Siqueira, acusou, hoje, Marina Silva de querer mandar no partido.
"Não tenho mágoa nenhuma dela, apenas acho que quando se está numa instituição como hospedeira, como ela é, tem que se respeitar a instituição, não se pode querer mandar na instituição. Ela que vá mandar na Rede dela, porque, no PSB, mandamos nós", disse, bastante irritado, ao deixar a sede do partido.
Um das atitudes que o incomodou foi o fato de Marina indicar um coordenador para o comitê financeiro. "Ora, ela nomeou o presidente do comitê financeiro da campanha, cuja responsabilidade da prestação de contas é do partido. Ela não perguntou nada ao PSB, ao invés de discutir o assunto com o partido. (...) Esta forma dela de proceder não está de acordo com a forma de uma pessoa proceder com um partido que está oferecendo a ela as condições para ser candidata."
Para Siqueira, a candidata não está afinada com as propostas de Campos. "Acho que ela não representa o legado dele [Campos] e está muito longe de representar o legado dele. Eu não vou fazer campanha pra ela porque eles eram muito diferentes, politicamente, ideologicamente, em todos os sentidos."

PSL e DEM anunciam saída da coligação de Marina



247-Passado pouco mais de uma semana da morte do ex-governador de Pernambuco e presidenciável pelo PSB, Eduardo Campos, os primeiros problemas internos começam a aparecer e colocam em risco as alianças nacional e estadual que Campos costurou lenta e duramente de maneira a manter a legenda competitiva nestas eleições. Em nível nacional, o PSL anunciou que está liberando seus diretórios para apoiarem os candidatos que julgarem melhor. Em Pernambuco, o deputado federal Mendonça Filho (DEM) mandou o recado de que não estará mais no palanque de Marina Silva.
Embora seja um partido pequeno, a saída do PSL deverá impactar diretamente o tempo de televisão que a coligação Unidos pelo Brasil tem atualmente. O presidente do PSL, Luciano Bivar, diz que marina deverá perder entre seis e oito segundos, dos dois minutos e três segundos hoje à sua disposição. 'Mas a perda maior serão os 780 vereadores e 36 prefeitos', ressaltou Bivar segundo o jornal Folha de Pernambuco. O PSL se queixou da falta de diálogo com o PSB após a morte de Campos em um acidente aéreo ocorrido na quarta-feira (13), em Santos (SP).
Em Pernambuco o deputado federal e presidente do DEM, Mendonça Filho, justificou a sua saída do palanque de Marina alegando que com a sua ligação era com Eduardo Campos e que irá deixar a coligação por não possuir afinidades com a candidata.
Embora o DEM esteja aliado em nível nacional com a candidatura do senador mineiro Aécio Neves (PSDB), Mendonça havia sido libertado para apoiar a candidatura de Campos à Presidência da República. O deputado, porém, confirmou que continuará apoiando Paulo Câmara (PSB) para o Governo do Estado.

Debate na Band na terça-feira ajudará a esquentar clima da campanha


Na coluna Painel, da Folha de São Paulo
Marineiros já esperam um confronto direto com Aécio no debate da Band, na terça-feira.
O grupo acredita que o tucano vai dirigir perguntas à ex-senadora para tentar marcar diferenças entre suas candidaturas.
Criticada por esconder FHC na na TV, a campanha de Aécio divulgou vídeo na internet em que o ex-presidente convoca voluntários para ajudá-lo.

Marina fala do que não entende


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Marina Silva entrou na campanha batendo em Dilma Roussef. Em sua primeira entrevista depois que o PSB oficializou a candidatura, ela foi para cima da presidente:
“É lamentável que tenhamos desde 2002 a ameaça de apagão. Eu digo lamentável porque nós temos há 12 anos a mesma pessoa à frente da política energética do nosso país, inicialmente como ministra (de Minas e Energia), depois como chefe da Casa Civil e agora como presidente da República”.
Compreensivelmente em busca de espaço na campanha, Marina mostrou-se desatualizada em matéria de fantasmas criados pela oposição para tentar colocar o governo na defensiva.
O “apagão” foi uma miragem que veio depois do fantasma da hiper-inflação e antes da Copa que não ia acontecer. Era simples factóide, destinado a criar uma ambiente de pessimismo artificial, num país que está longe, muito longe, de ser uma nação sem problemas — mas onde se vive o mais baixo desemprego da história, onde os mais pobres realizaram conquistas inegáveis, inclusive na instalação de luz elétrica, que hoje só não atinge absolutamente 100% de todas as residências porque sempre haverão aqueles lugares perdidos e distantes num país imenso.
O que se procurava, com o fantasma número 2, era nivelar a gestão Lula-Dilma com o governo FHC no qual ocorreram, evetivamente, o governo foi obrigado a organizar um racionamento de energia, produto de uma visão política que não compreendia a necessidade do Brasil crescer e não tomou, é claro, as providências que tornariam isso possível.
O desagradável, no caso, é que a crítica de Marina ajuda a encobrir seu próprio papel nessa história. Como ministra do Meio ambiente, ela fez o possível para atrapalhar o esforço legítimo do governo Lula para garantir o suprimento de energia que permite a uma pessoa assistir TV, tomar banho quente, ligar o computador e até ler um livro à noite — ter acesso a civilização, enfim.
Se é possível apontar falha de projeto aqui, uma decisão errada ali na atuação de qualquer autoridade, em qualquer época, a atuação de Marina leva a outro balanço no campo de energia. Consistiu em impedir investimentos que iriam ajudar os brasileiros pobres, desamparados, a vencer atrasos históricos.
Apoiada numa visão excludente do meio ambiente, pela qual o progresso social pode ser sacrificado em nome da preservação ambiental, sua passagem de cinco anos pelo ministério do Meio Ambiente foi orientada em grande medida para combater a construção de hidrelétricas importantes, responsáveis pela energia mais limpa que se conhece. Se a obras não foram impedidas, foi porque ela não tinha força para isso. Não era apoiada pela maioria dos ministros nem por Lula. Mas Marina fez o possível para atrasar projetos, adiar licitações. Derrotada nas questões de mérito, dava espaço para entreves burocráticos. Jogou duro contra Santo Antônio que, ao lado de Jirau, elevou em 10% o potencial energético do país.
Terceira maior usina do mundo, construída após demoradas negociações e inúmeras concessões ambientais, que reduziram em larga medida seu potencial energético original, Belo Monte, terceira maior usina do mundo, só pode seguir em bom ritmo depois que ela deixou do governo. Nunca deixou de fazer uma campanha permanente contra a construção de Angra 3 e de outras usinas nucleares, principal fonte de energia em países cujo padrão de vida são exemplo para o mundo, como França e Alemanha.
Sete anos depois de deixar o governo Lula, Marina quer mais energia. Em vez de cobrar, seria mais honesto fazer uma autocrítica, certo?

Humor : Paraíba na melhor "casa" de São Paulo.



> A Madame abre a porta do bordel e dá de cara com o Paraíba vestido com roupas modestas.
>
> - Diga? pergunta ela.
> - Eu quero a Natasha! respondeu o Paraíba.
> - Caro senhor, a Natasha é uma das nossas 'meninas' mais caras, eu posso te apresentar outra?
> - Não, eu quero a Natasha; insiste o Paraíba...
> Então a Natasha aparece, um espetáculo, um monumento, salto alto, corpete, meias, e diz logo ao Paraíba que o valor é R$1.000,00 por hora.
> O Paraíba nem pisca e, tirando o dinheiro escondido no sapato, diz tudo bem.
> Então, ela leva-o para o quarto onde eles passam uma hora inesquecível... com direito a tudo, tudo mesmo.
> Na noite seguinte, o Paraíba aparece novamente e pergunta pela Natasha.
> Ela estranha porque nenhum cliente dela veio duas noites seguidas e que ela não faria desconto. O Paraíba pega a grana novamente e entrega a Natasha,
> que o leva para o quarto onde a sessão se repete, ainda melhor que no dia anterior.
> Na noite seguinte, ninguém acredita. Mais uma vez o Paraíba entrega os R$1.000,00 a 'menina' e vão para o quarto e mais uma vez 1 hora de loucura. Natasha não resiste e pergunta ao Paraíba:
> - Ninguém nunca usou os meus serviços três noites seguidas, afinal sou a mais cara da casa. De onde é o Senhor?
> - Sou da Paraíba ...
> - Sério?! Eu tenho uma tia que mora lá!
> - Eu sei, foi ela que pediu para lhe entregar os três mil reais...

Humberto crê que Dilma Rousseff vai “ganhar bem” a eleição


Humberto Costa - foto agência senado

O senador Humberto Costa, coordenador regional da campanha da presidente Dilma Rousseff (PT), disse hoje (20) no Recife que ela tem todas as condições de “ganhar bem” as próximas eleições.
“Vamos apresentar ao Brasil tudo o que foi feito pelo governo Dilma e a maioria dessas ações não são de conhecimento da população. Além disso, vamos poder mostrar o nosso ponto de vista sobre diversos assuntos. Com o guia eleitoral, iremos falar sobre nossas propostas e dizer à população o que serão mais quatro anos do PT. Com isso temos convicção de que temos condições de ganhar, e ganhar bem a eleição”, afirmou.
O senador também confirmou a visita que a presidente Dilma fará a Pernambuco nesta quinta-feira (20).
Na agenda da presidente, estão previstas visitas às obras da transposição do rio São Francisco nos municípios de Cabrobó e Floresta, no Sertão de Pernambuco.
Será, portanto, uma visita de natureza eleitoral, e não administrativa, motivo pelo qual o governador João Lyra Neto não irá recepcioná-la.

Agenda dos candidatos à Presidência da República


Aécio Neves (PSDB)
Natal (RN)
12h45 – Visita à fábrica Guararapes, em Extremoz (Rodovia RN 160 – km 3)
15h30 – Entrevista coletiva (Rua Vereador Cícero Azevedo, 28 – Bairro Lagoa Seca)
16h – Caminhada pelo Camelódromo Alecrim (Avenida Mário Barreto com Avenida Coronel Estevam)
Pombal (PB)
20h – Ato político na Praça Getúlio Vargas
Patos (PB)
21h30 – Ato político na Rua Antônio Félix, esquina com Rua Pedro Benedito

Dilma Rousseff (PT)
Floresta e Cabrobó (PE)
Fim da manhã e início da tarde – Visita aos dois municípios
Paulo Afonso (BA)
16h – Visita ao município

Marina Silva (PSB)
Brasília
11h – Reunião da coligação Unidos pelo Brasil, na sede do PSB (SCLN 304, Bloco A, Sobreloja 01, Entrada 63 – Asa Norte). Após a reunião, Marina e o candidato a vice, Beto Albuquerque, dão entrevista coletiva

Eduardo Jorge (PV)
São Paulo
10h - Reunião com o Greenpeace e Dasol sobre energia solar (Rua Fradique Coutinho, 352)

Eymael (PSDC)
Goiana (PE)
9h – Visita ao prefeito do município
Recife (PE)
Encontro com lideranças do partido e das áreas do direito e da contabilidade

Levy Fidelix (PRTB)
São Paulo
12h – Corpo a corpo na zona sul, no bairro Campo Belo (Avenida Vereador José Diniz, esquina com Vieira de Moraes)
12h30 – Gravação externa com a TV Globo no mesmo local
16h – Reunião com a equipe de marketing
20h – Reunião no bairro Vila Olímpia

Luciana Genro (PSOL)
Belém
9h – Caminhada em Tucunduba
16h – Comício no Castanheira
19h – Inauguração do comitê de campanha

Mauro Iasi (PCB)
Agenda não divulgada

Pastor Everaldo (PSC)
Brasília
14h - Despachos internos na sede nacional do PSC
17h – Reunião com Foro Brasília

Rui Costa Pimenta (PCO)
São Paulo
15h – Entrevista à TV Globo, seguida de reunião com coordenadores de campanha

Zé Maria (PSTU)
Belém
6h30 – Visita a canteiros de obras
18h – Participa de assembleia de trabalhadores da construção civil

Coordenador de Eduardo rompe com Marina e sai atirando



 Continuam a surgir os pequenos pontos de discórdia na campanha da candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, tão logo foi oficializada a chapa por ela encabeçada. Carlos Siqueira, secretário-geral do PSB e coordenador da campanha de Eduardo Campos,  rompeu com a candidata e  deixou a campanha atirando. Ele confirmou à Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (21) que não seguirá na função ao lado de Marina Silva.. Siqueira disse que a candidata chegou a dizer a ele que não precisaria mais se preocupar com a coordenação da campanha. Ele reagiu prontamente pela forma dita.
'Pela maneira grosseira como ela me tratou. Eu havia anunciado que minha função estava encerrada com a morte do meu amigo. Na reunião [de quarta-feira (20)] ela foi muito deselegante comigo. Eu disse que não aceitaria aquilo e afirmei: 'a senhora está cortada das minhas relações pessoais', disse Siqueira à Folha.
O rompimento de Siqueira, militante histórico do partido, revela o quão difícil será a nova realidade eleitoral para o PSB.  'Não houve engano nenhum. Não estou e não estarei em hipótese alguma na campanha desta senhora', completou.
Embora Carlos Siqueira não tenha adiantado mais detalhes da reunião,  a Folha apurou que  Marina disse mesmo a Siqueira que não precisaria mais se preocupar com a coordenação da campanha. Ele reagiu prontamente pela forma dita. 'Se ela comete uma deselegância no dia em que está sendo anunciada candidata, imagine no resto. Com ela não quero conversa', disse.

Globo se envolve em contratos de patrocínio da CBV e rende multa à entidade

  • Contrato da gestão de Ary rendeu multa à CBV por conflito com patrocinador
Uma empresa da Globo intermediou o fechamento de contratos de patrocínio da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) por cerca de um ano e meio, durante a gestão do ex-presidente da entidade Ary Graça. Graça, que hoje preside a FIVB (Federação Internacional de Vôlei), renunciou do seu cargo na confederação nacional em março, depois de ter seu nome envolvido em um escândalo administrativo na entidade. O escândalo foi causado justamente por suspeitas de favorecimentos a ex-dirigentes da CBV em contratos relacionados a gerenciamento de patrocínios.
De acordo com o atual vice-presidente da CBV, Neuri Barbieri, uma subsidiária da Globo do setor comercial também trabalhava para a confederação na área de patrocínios durante a gestão de Graça. Em entrevista coletiva concedida na quarta-feira, Neuri disse que, em 2012, a Globo assinou um contrato para ser a negociadora exclusiva dos direitos de patrocínio da confederação os quais ainda disponíveis para negociação. Antes da assinatura do contrato com a Globo, a CBV já era apoiada pelo Banco do Brasil, Gatorade, Gol e Olympikus.
Por meio desse contrato, a Globo chegou inclusive a intermediar um acordo para que a Nivea, empresa de cosméticos, se tornasse patrocinadora da CBV. Segundo Barbieri, um acordo de R$ 2,6 milhões foi fechado entre a confederação e a Nivea. Parte disso, foi repassado à Globo. A empresa não tinha uma remuneração fixa por seu trabalho com os patrocínios na CBV.
A CBV, mesmo assim, resolveu romper seu vínculo com a Globo depois que Graça deixou o comando da entidade. Neuri afirmou na quarta que o contrato com a empresa causou problemas à confederação já que o Banco do Brasil –principal patrocinador da entidade—questionou o fato de a Nivea apresentar-se como "patrocinador oficial do vôlei brasileiro". Por contrato firmado com a CBV, só o BB pode relacionar-se com o esporte de tal forma no Brasil.
Insatisfeito, o banco passou a cobrar a CBV. "O Banco do Brasil pressionou. Nos multou e reduziu em 60% dos repasses pelo patrocínios às seleções. Estamos com esse pagamento bloqueado", afirmou Neuri. "Fizemos uma revisão do contrato. O banco tinha razão. Tem um mês que resolvemos rescindir o contrato com a Globo."

PSB de PE de ressaca



 Grande parte do PSB de Pernambuco não engoliu Beto Albuquerque na vice de Marina Silva. O clima hoje é de ressaca no Recife, atesta Lauro Jardim,na sua coluna na Veja Online. Diz o colunista que até momentos antes da oficialização do nome de Beto, o diretório estadual do PSB tinha esperança de indicar um pernambucano para integrar a chapa.
''Embora não tenha nada a ver com isso, já que a escolha foi do PSB, Marina Silva precisará de empenho e paciência para reconquistar a boa vontade dos conterrâneos de Eduardo Campos.
E parece já ter se dado conta do problema: Marina dará a relargada à campanha no Recife.''
Já o colunista Ilimar Franco, diz na sua coluna de O Globo que o pleito de setores do PSB de Pernambuco para ter um vice do estado, na chapa de Marina Silva, foi muito mal recebido entre os socialistas. O comentário geral era o de que o partido estava tratando do futuro do país e não podia se submeter à lógica da política local. Um deles resumiu: “O rabo não pode balançar o cachorro”.(do blog de magno martins)

PF intima Serra a depor sobre cartel do metrô

247 – O ex-governador de São Paulo e atual candidato do PSDB ao Senado, José Serra, foi intimado pela Polícia Federal a depor sobre o cartel de trens e metrô que vigorou em gestões tucanas desde 1998.
As investigações querem saber se Serra atuou a favor das multinacionais CAF e Alstom, conforme indicam e-mails e o testemunho d o executivo Nelson Branco Marchetti. Serra e o ex-secretário dos Transportes Metropolitanos José Luiz Portella teriam pressionado a Siemens a desistir de medidas judiciais para anular a vitória da espanhola CAF, em um certame para o fornecimento de 320 vagões. Caso a alemã avançasse nas ações judiciais, Serra anularia a licitação, segundo o delator.
O depoimento foi marcado para 7 de outubro, logo após a votação do primeiro turno das eleições.
Assessoria de Serra disse que "estranha muito a inclusão do nome dele nesse inquérito às vésperas da eleição, sobretudo depois que o Ministério Público Estadual, e até o procurador-geral de Justiça, arquivaram a mesma investigação".

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Globo desmente guia de Aécio Neves sobre criação de empregos

NO VALE TUDO ELEITORAL CANDIDATO TUCANO MENTIU E DISSE QUE "OS EMPREGOS COMEÇARAM A DESAPARECER".
FALSO !
No seu primeiro Programa da Propaganda Eleitoral obrigatória, o candidato à presidência da República Aécio Neves, entre uma série de promessas e ataques ao governo, entrou num terreno nada bom para a história dos TUCANOS.

AÉCIO RESOLVEU FALAR DE TRABALHO E EMPREGO !?

E afirmou: " Os empregos começaram a desaparecer".

De tão fora da realidade e mentirosa que tal afirmação se mostra, ela acabou levando o jornal O GLOBO, em seu espaço - PRETO NO BRANCO - que procura "checar" as afirmações dos candidatos, a rotular o dito por Aécio com FALSO.

A VERDADE

De janeiro 2011 (Quando Dilma assumiu) até junho agora de 2014, foram criados 5.3 MILHÕES DE NOVOS EMPREGOS. A taxa de desocupação caiu de 6,4% em Abril de 2011 para 4,9% em abril de 2014.

CONCLUSÃO !

Aécio Neves vai apresentar mentiras no seu horário eleitoral, e deturpar NÚMEROS para atacar o governo. Proposta mesmo, ele não tem nenhuma.

Sport vence o Palmeiras

Rubro-negros fizeram partida sólida e bateram o Verdão merecidamente

Da Folha de Pernambuco
O Sport voltou a vencer na Série A. Com uma atuação sólida, apesar do início sonolento, o Leão virou para cima do Palmeiras na Arena Pernambuco (2 x 1) e somou três pontos importantes na competição. O placar poderia até ter sido mais elástico. Além do resultado, há que se ressaltar as estreias dos meias Diego Souza e Ibson – que não chegaram a brilhar, mas demonstraram que podem oferecer qualidade ao elenco.
O Leão começou o jogo de modo sonolento. Apático até. Mas parte do mérito também deve ser atribuída ao Palmeiras: o time paulista iniciou o confronto com uma marcação sólida, dificultando a criação de jogadas do Leão. O duelo foi favorável ao Verdão até 13 minutos, quando o atacante Henrique abriu o placar para os visitantes. O gol, ironicamente, foi bom para o Rubro-Negro. Serviu como uma espécie de despertador para o time de Eduardo Baptista.
O Leão, quase imediatamente, cresceu no jogo e passou a dominá-lo. Teve uma baixa: o meia Régis, com uma lesão no músculo posterior da coxa direita, saiu para a entrada de Ananias. A primeira chance do Sport na partida foi aos 16. Rithely cabeceou no canto. Fábio, arqueiro do Palmeiras, foi buscar.
De heroi a vilão em cinco minutos: o goleiro Fábio, que havia feito grande defesa, falhou. Após cruzamento na área, o camisa um alviverde saiu todo errado e colocou para dentro do próprio gol. Festa rubro-negra: 1 x 0.
Com o gol e a evolução do time, era natural que a contrapartida viesse da arquibancada. A torcida veio junto e passou a incentivar o time. Aos 32, a virada. Patric se aproveitou de rebote e, dentro da área, fuzilou. Virada leonina na Arena Pernambuco. O placar da primeira etapa poderia ser ainda mais elástico. Aos 37, Felipe Azevedo perdeu chance clara. Aos 42, Neto Baiano também desperdiçou boa oportunidade.
O segundo tempo começou totalmente diferente de como iniciou o primeiro: foi o Leão que deu a partida a 100 km/h. Aproveitou-se da fragilidade defensiva do adversário e martelou-o para tentar ampliar. A grande oportunidade foi aos 7. Patric - melhor jogador do Leão na partida- recebeu de Neto Baiano, livrou-se da marcação dentro da área e chutou forte. Fábio fez defesa espetacular.
Vendo seu time em situação complicada, Gareca decidiu mexer. Em dose dupla: tirou Mouche e Allione, colocou Diogo e Leandro. A retaguarda continuou com problemas, mas, em termos ofensivos, o time cresceu. E passou a assustar o Sport. Não teve grandes chances, mas rondou a área leonina com maior frequência.
Eduardo Baptista respondeu. Aos 18, tirou Érico Júnior e colocou Ibson. Dez minutos depois, acionou Diego Souza na vaga de Felipe Azevedo. Os reforços tiveram estreia discreta, mas contribuíram com que o que o técnico imaginou. Deram consistência ao setor de meio-campo e ajudaram o Leão a manter a posse de bola com mais qualidade.
A verdade é que o Sport não passou grande aperto na partida, apesar do placar magro. O time teve o triplo das finalizações do adversário e acumulou as oportunidades mais claras. Pecou, no entanto, na finalização. Justamente com o jogador que tem a função de matar: Neto Baiano, que já perdera grande chance no primeiro tempo, desperdiçou um lance que não se perde aos 31 do segundo tempo. Mas, no fim das contas, não fez falta. A vitória foi vermelha e preta.
FICHA
Sport
Magrão; Patric, Oswaldo, Durval e Renê; Rithely, Wendel e Régis (Ananias); Felipe Azevedo (Diego Souza), Érico Júnior (Ibson) e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista
Palmeiras
Fábio; Wendel, Victorino, Tobio e Victor Luis; Renato, Marcelo Oliveira, Wesley (Cristaldo) e Allione (Leandro); Mouche (Diogo) e Henrique. Técnico: Ricardo Gareca
Local: Arena Pernambuco
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Carlos Berkenbrock e Kleber Lucio Gil (ambos de SC)
Gols: Fábio (Contra- aos 22 do 1T) e Patric (32 do 1T) para o Sport; Henrique (13 do 1T) para o Palmeiras
Cartão amarelo: Victorino (Palmeiras)

Marina deve perder apoio e tempo no guia eleitoral

Parlamentares e líderes partidários não querem pedir votos para a socialista (Fabio Rodrigues ABr)
A candidatura de Marina Silva (PSB) para a Presidência da República no lugar de Eduardo Campos não está sendo bem digerida por aliados do ex-governador, que faleceu na última semana. Mesmo sendo a opção mais condizente, alguns parlamentares e líderes partidários que fazem parte da coligação Unidos pelo Brasil não querem pedir votos a líder da Rede Sustentabilidade. Muitos devem anunciar que irão “abandonar o barco” e apoiar outras postulações.
Presidente do PSL, Luciano Bivar declarou que não está confortável com a candidatura de Marina. Segundo ele, a socialista deve assinar algum documento para garantir o acordo que a coligação teve com o partido. “Há uma série de coisas, inclusive a segurança jurídica da politica rural, da justificação dos tributos, e ela (Marina) está relutando em assinar qualquer documento nesse sentido, então está ficando muito difícil”, disse o social-liberal, em entrevista à Rádio Folha FM, 96,7.
De acordo com ele, a decisão do PSL é independente de outras siglas. A saída do partido da coligação pode causar ainda mais prejuízo à candidatura de Marina. A chapa pode perder cerca de 30 segundos na propaganda eleitoral, diminuindo ainda mais o curto tempo de tevê, que conta com apenas dois minutos e três segundos no guia. A decisão do PSL deve ser tomada nesta quinta-feira (21), em reunião junto com outras legendas da base aliada.
“Eu acho que o partido da gente não tem essa densidade eleitoral, mas de toda sorte é uma responsabilidade nossa. Eu não digo subjetiva, mas uma responsabilidade firmada pelos nossos comprometimentos, com a Executiva Nacional e com os demais segmentários”, completou Bivar.
Um dos parlamentares que pode declarar desistência de apoio da candidatura do PSB é o deputado Cadoca (PCdoB). Questionado sobre a nova posição do parlamentar, a deputada federal Luciana Santos (PCdoB) confessou que realmente há uma mudança no processo, mas que nada ainda foi decidido. “Eduardo (Campos) tinha uma ligação histórica com o próprio Cadoca. Ele participou da vitória de Geraldo Julio (nas eleições de 2012). Isso criou laços. Agora não vamos fazer exigência nenhuma. Ele vai ficar à vontade. Mas há uma tendência de ter mais afinidade com a candidatura de Dilma (Rousseff – PT) mesmo”, relatou a parlamentar, também em entrevista à Rádio Folha 96,7.
Outros parlamentares do Estado também podem voltar atrás e não apoiar a candidatura de Marina Silva. Os líderes do DEM (deputado Mendonça Filho), e do Solidariedade (deputado Augusto Coutinho) no Estado, devem se aliar as posições das Executivas Nacionais – os dois partidos, DEM e SDD, apoiam a candidatura de Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República.

Povo saberá separar Marina do PT, diz Dilma

  A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (20) que o "povo saberá" separar o governo federal da candidatura presidencial de Marina Silva (PSB), que foi ministra do Meio Ambiente no governo Luiz Inácio Lula da Silva.
Em visita de campanha a Belo Horizonte, Dilma foi questionada sobre como dissociar Marina das realizações do governo que ela vem anunciando na campanha. A questão citava ainda que o ex-governador Eduardo Campos, morto na semana passada e substituído por Marina na chapa, também foi ministro do governo do PT.
"O povo saberá fazê-lo", disse Dilma, que emendou: "Nos dois casos".
Como já havia feito nesta terça (19), Dilma desconversou ao ser questionada sobre o novo cenário eleitoral com Marina candidata. Disse manter a "tradição" de não opinar sobre candidatos.
Outra questão a Dilma foi sobre possível papel de Lula na busca por votos de Campos no Nordeste. "Acho que o presidente Lula não está muito focado nessa questão. O presidente Lula está fazendo uma campanha junto comigo porque nós achamos que somos o mesmo projeto", respondeu.
"Não tem nada a ver com A, B ou C. Tem a ver com o fato de que eu sou continuidade dos avanços do governo Lula, eu represento essa continuidade e a construção de um novo ciclo de crescimento. E o presidente Lula está engajado nisso, como vai ficar claro ao longo da campanha", completou.
Dilma foi a Minas pela segunda vez nesta campanha, desta vez para visitar uma escola do Sesi (Serviço Social da Indústria), entidade que mantém convênios com o governo federal na área do ensino técnico.
A candidata citou o número de oito milhões de alunos do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) e prometeu criar mais 12 milhões de vagas nos próximos quatro anos.(Da Folha de S.Paulo)

Paulo Câmara faz caminhada no Recife sem Renata Campos


Do Diário de PernambucoApesar da expectativa, a ex-primeira-dama Renata Campos não participou, na tarde desta quarta-feira (20), de caminhada da Frente Popular no Centro do Recife. É o primeiro evento de rua do candidato ao governo do estado Paulo Câmara (PSB) após o trágico acidente aéreo que vitimou o ex-governador Eduardo Campos e ela era esperada, mas desistiu de comparecer, porque ficou descansando em casa. Renata comandou o encontro das lideranças partidárias e militância na última segunda-feira (18), quando se comprometeu a participar ativamente da campanha socialista no estado.
Marcada para as 16h, a caminhada atrasou cerca de uma hora. Até a chegada dos integrantes da chapa majotirária da Frente Popular, a militância distribuiu panfletos e conversou com os eleitores que passavam pelo local. A concentração foi na Praça Maciel Pinheiro. O candidato ao Senado Fernando Bezerra Coelho (PSB) não participou da atividade, porque foi a Brasília para a reunião da executiva nacional do partido, que vai oficializar a candidatura de Marina Silva para presidente da República. 
Ao chegar ao local, Paulo Câmara concedeu uma rápida entrevista. "Estamos retomando a campanha, com militância rumo à vitória, que vai fazer com que Pernambuco continue com suas transformações. O estado vive um momento diferente, de muito crescimento, desenvolvimento, a população está feliz. Vamos levar adiante esse legado iniciado por Eduardo Campos", afirmou. O candidato disse também que vai percorrer o estado todo nas próximas semanas para reforçar a campanha.

Prévia da inflação oficial fica em 0,14% em agosto

Agência Brasil (Rio de Janeiro) – A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), ficou em 0,14% em agosto deste ano. A taxa é inferior às observadas em julho deste ano (0,17%) e em agosto do ano passado (0,16%). Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA-15 acumula taxas de 4,32% no ano e de 6,49% no período de 12 meses.
O principal responsável pelo recuo da taxa foram os alimentos, que tiveram deflação (queda de preços) de 0,32% na prévia de agosto. Segundo o IBGE, muitos produtos alimentícios ficaram mais baratos no período, como a batata-inglesa (-20,42%), o tomate (-16,47%), o feijão-carioca (-5,49%), as hortaliças (-5,13%), o óleo de soja (-3,17%) e o feijão-preto (-3,11%).
Também contribuíram para a inflação menor na prévia de agosto, as deflações dos grupos de despesas pessoais (-0,67%), comunicação (-0,84%) e vestuário (-0,18%).
Por outro lado, o aumento das despesas com habitação (1,44%) e transportes (0,2%) evitaram uma queda maior da taxa de inflação. No grupo habitação, a inflação foi puxada pelo aumento de preços dos artigos de limpeza (1,47%), taxa de água e esgoto (1,37%), condomínio (1,36%), aluguel residencial (0,66%) e mão de obra para pequenos reparos (0,66%).
O IPCA-15 de agosto foi calculado com base em preços coletados entre os dias 15 de julho e 13 de agosto.

Tiririca, sempre ele, ataca de novo

Do blog da folha
Depois de ser o candidato mais votado nas eleições de 2010,  quando obteve mais de 1,3 milhões de votos na disputa pela Câmara Federal, o cantor e palhaço Tiririca usa a mesma fórmula para tentar repetir a votação. Na última campanha ele apostou no humor e teve sucesso, ao cunhar o slogan “Pior do que tá não fica”. 
Desta vez ele, lança mão de uma imitação de Roberto Carlos – relembrando uma propaganda de uma indústria de carnes -, para defender a sua reeleição.
“Não foram só as pessoas simples que votaram em mim. Até você vota em mim, bicho?”, indaga o palhaço. Surge então “Roberto Carlos” cantando uma versão da música O Portão: ”Eu votei, de novo eu vou votar. Tiririca, Brasília é seu lugar. Que ‘bifões’, bicho. Com certeza.”,ironiza o candidato, que repete a encenação. Veja link abaixo
http://mais.uol.com.br/view/15167277

PTB pede à Frente Popular que deixe Eduardo “descansar em paz”

eduardo_campos- foto agência brasil
O Partido Trabalhista Brasileiro começou a utilizar suas inserções de rádio e de TV para cobrar do PSB, de forma indireta, que não abuse da imagem do ex-governador Eduardo Campos em sua campanha eleitoral.
Segundo o texto, “Eduardo Campos deixou uma história e o exemplo de homem público e pai de família. Agora é hora se reverenciar sua memória e deixar que ele descanse em paz”.
Hoje (20), segundo dia da propaganda eleitoral gratuita, a “overdose” do nome do ex-governador foi a principal marca do horário político da Frente Popular.
Ele apareceu no guia eleitoral de Paulo Câmara (governador), Fernando Bezerra Coelho (senador) e de quase todos os candidatos a deputado federal e estadual.
A propósito, o jornalista Cláudio Humberto publicou hoje em sua coluna a seguinte nota: “A maior dificuldade dos políticos, sobretudo do PSB, é saber a hora de parar de explorar a morte do ex-governador Eduardo Campos”.(Do blog de inaldo sampaio)

Senador que prometia apoio a Eduardo já se abraçou com Aécio Neves


pedro-taques-foto agencia-senado
O senador e candidato pelo PDT ao Governo de Mato Grosso, Pedro Taques, que prometia apoiar Eduardo Campos para presidente da República, já está fechado com Aécio Neves (PSDB).
Ontem, ele acompanhou o candidato tucano durante visita à cidade de Sinop (MT) para participar de uma reunião com lideranças políticas.
Antes, Aécio passou por Cuiabá, onde pediu o apoio do prefeito Mauro Mendes, presidente estadual do PSB.
Questionado sobre o assunto, o prefeito respondeu o seguinte: “Recebi Aécio na condição de prefeito da capital porque nós estamos juntos na mesma coligação estadual. Tínhamos combinado com os líderes da campanha que todos os presidenciáveis das siglas que estão unidas pró Pedro Taques teriam palanque aqui. Recebi o Aécio hoje (19), assim como receberei os demais. Mas sou partidário e o PSB está definindo o seu novo candidato a presidente (Marina Silva), que terá meu apoio”.
Pedro Taques jantou mais de uma vez com Eduardo Campos na casa do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), em Brasília, mas agora “tucanou”.(Do blog de inaldo sampaio)

Marina (cara de pau) Silva critica exploração da morte de Campos



A ex-senadora e futura candidata do PSB à Presidência da República Marina Silva criticou os adversários que tentam explorar a morte do ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República Eduardo Campos. A socialista disse que estes adversários estariam se apropriando de “fragmentos” de sua herança política. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
"Nosso esforço, de todos os brasileiros, independente de partido, é de que seu esforço, sua trajetória, sua insistência em renovar a política não seja tratada como herança, onde cada um pega um fragmento do despojo, mas que seja tratado como um legado em que quanto mais pessoas puderem se apropriar dele, melhor fica", afirmou a ex-senadora.

Zé Gomes lança mascote para arrecadar recursos

Porquinho do Rabo Preso está sendo divulgado nas redes sociais (Divulgação/Assessoria)
O candidato ao Governo do Estado Zé Gomes (PSOL) lançou o “Porquinho Sem Rabo Preso” para divulgar sua proposta de financiamento popular à campanha eleitoral. O mascote está sendo divulgado em sua conta no Facebook.
O Porquinho Sem Rabo Preso foi o mascote que o partido utilizou em 2012 no Rio de Janeiro, quando Marcelo Freixo (PSOL) disputou a Prefeitura da capital carioca. Na época Freixo arrecadou quase R$ 180 mil, em mais de 1.800 doações.
“Nossa campanha é econômica e transparente. Mas precisa de recursos para custear gastos com assessoria, transporte e material de divulgação. Por isso contamos com o seu financiamento para fazer o debate que interessa à população de Pernambuco”, disse Zé Gomes.
Segundo o postulante, o mascote simboliza a opção do PSOL em por não aceitar dinheiro de empreiteiras, bancos e donos de concessionárias de serviço público.
“Esse tipo de financiamento transforma gestores públicos em lobbistas de grandes interesses privados, favorece a especulação imobiliária, a gentrificação, a privatização da saúde, o transporte precário… Ou seja: gera diversos problemas que nossa candidatura denuncia e enfrenta”, frisou o candidato.