Em
entrevista ao programa Frente a Frente, ancorado por este blogueiro, o
ex-líder do MR-8 em Pernambuco na década de 70, Edval Nunes, o Cajá,
assumiu a autoria do protesto contra Yaoni Sánchez. Disse que o ato foi
representado por um comitê formado por mais de 30 unidades que prestam
solidariedade ao governo cubano.
Questionou o
posicionamento da Imprensa que, segundo ele, insiste em promover ao
posto de líder a pessoa de Yaoni, a quem acusa de manter estreitas
ligações com o governo americano, um comportamento que em sua análise é
visto como uma tentativa de difamação das conquistas atreladas ao
movimento de 1959.
Cajá sai em defesa do líder cubano e afirma que Castro não matou, "ao contrário, salvou várias vidas humanas". O caso de Yaoni Sánchez obteve repercussão internacional após a imprensa mundial notificar suas tentativas de deixar os limites de Cuba para dar seguimento aos seus compromissos pessoais e profissionais.
Cajá sai em defesa do líder cubano e afirma que Castro não matou, "ao contrário, salvou várias vidas humanas". O caso de Yaoni Sánchez obteve repercussão internacional após a imprensa mundial notificar suas tentativas de deixar os limites de Cuba para dar seguimento aos seus compromissos pessoais e profissionais.
Defensora dos
direitos humanos e da liberdade de expressão, Yaoni atacava
constantemente a ditatura de Fidel e, por isso, lhe foi imposto o veto
de deixar aquele país. Cajá refuta o posicionamento da blogueira e
levanta a acusação de que Yaoni estaria a serviço do governo americano.
"A maior prova [de
que ela trabalha para os Estados Unidos] é ela própria. Ela chegou aqui
e quem a recepcionou foi o consulado dos Estados Unidos e, ao que me
consta, ela é cubana, não é norte-americana. Ela não faz outra coisa
além de falar mal de Cuba e falar bem dos Estados Unidos", disse.
Quando confrontado sobre o que defendeu em outrora e o que articulou quando da chegada da jornalista cubana em solo recifense, Cajá se esquivou e atacou o trabalho exercido pela blogueira. Ele disse que quando esteve em contato com Yaoni perguntou sobre a perseguição policial relatada por ela em seus textos e pediu para que ela lhe mostrasse os policiais que a estavam perseguindo.
Quando confrontado sobre o que defendeu em outrora e o que articulou quando da chegada da jornalista cubana em solo recifense, Cajá se esquivou e atacou o trabalho exercido pela blogueira. Ele disse que quando esteve em contato com Yaoni perguntou sobre a perseguição policial relatada por ela em seus textos e pediu para que ela lhe mostrasse os policiais que a estavam perseguindo.
Pediu para ver as marcas de tortura que a escritora disse carregar consigo, o que foi lhe foi negado pela escritora.
Cajá refere-se à Yaoni Sánchez como uma "mentirosa", a quem a imprensa insiste em edificar como mártir e que, em sua opinião, trata-se apenas de uma militante pró-capitalismo a serviço do governo americano.
Cajá refere-se à Yaoni Sánchez como uma "mentirosa", a quem a imprensa insiste em edificar como mártir e que, em sua opinião, trata-se apenas de uma militante pró-capitalismo a serviço do governo americano.
Do: blog de magno martins
Nenhum comentário:
Postar um comentário