quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Armando nega afastamento da militância petista

Senador acredita que haverá uma maior integração entre sua base eleitoral (Leo Caldas/Divulgação)
O candidato Armando Monteiro Neto (PTB) afirmou que não há nenhum tipo de distanciamento entre sua postulação e a militância do PT. A declaração foi feita em conversa com a imprensa depois do debate entre os candidatos ao Governo do Estado nesta quarta-feira (3), em Caruaru, promovido pela Rádio Liberdade.
“Eu brinco sempre dizendo que nós estamos condenados a estar juntos (PT e PTB), porque o êxito dos nossos projetos, em todos os níveis, vai depender da solidariedade que a gente possa mutuamente assumir”, relatou o petebista.
De acordo com o senador, na medida em que a campanha vai chegando a sua reta final, haverá uma integração entre sua candidatura e as dos proporcionais que fazem parte da coligação. “Nós estamos fazendo. Indo com João Paulo (PT), com as lideranças do PT, com os  companheiros do PSC, do PTdoB, do PDT, para engajarmos efetivamente os candidatos proporcionais”, disse.

João Paulo mantém a dianteira 35 x 25

Na corrida para o Senado, o candidato do PT, João Paulo, permanece na liderança com 32,1% das intenções de voto, enquanto Fernando Bezerra (PSB) tem 22,3%, Simone Santana desponta com 2,5%, Albanize Pires tem 1% e Oxis 0,3%. Brancos e nulos somam 12,5% e 29% dos eleitores se confessaram indecisos.

Por regiões, Fernando Bezerra só está acima de João Paulo nos sertões do São Francisco, onde aparece com 58,3% contra 15,9% e nos demais sertões – 20,8% a 15%. A maior frente de João está na Região Metropolitana, com 39,4% das intenções de voto contra 23,8% de Bezerra. No Agreste, João tem 29,8% contra 14,1% de Bezerra, enquanto que na Zona da Mata o petista aparece com 37,6% contra 17,1% do socialista.
(do blog de mgno martins)

Pesquisa Opninião para governador em PE: Armando X Paulo empatados





Na segunda rodada de pesquisa de intenção de voto para governador de Pernambuco, o Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), aponta um crescimento de 25 pontos percentuais para o candidato do PSB, Paulo Câmara, que já aparece empatado, tecnicamente, com o candidato do PTB, Armando Monteiro. Se as eleições fossem hoje, Armando teria 34,7% dos votos contra 33,1% de Câmara.
Os candidatos nanicos pontuaram abaixo de 1%. Jair Pedro (PSTU) com 0,8%, Zé Gomes (PSOL) também 0,8%, Pantaleão (PCO) 0,7% e Miguel Anacleto (PCB) 0,3%. Brancos e nulos somam 8,4% e indecisos chegam a 21,2%. O levantamento, com dois mil questionários, foi a campo entre os dias 30 e 31 de agosto e 1 e 2 de setembro, em 80 municípios do Estado. A margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos.
Em relação à pesquisa anterior, realizada entre os dias 9, 10, 11 e 12 de julho, Câmara cresceu 25 pontos percentuais, passando de 8% para 33%, enquanto Armando perdeu seis pontos, oscilando de 40% para 34%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número 00493/2014 e no TRE sob o número 00020/2014.

Estratificando por regiões, Paulo Câmara já ultrapassou Armando no Grande Recife, onde aparece com 37,4% dos votos contra 29,6% do trabalhista. Na Zona da Mata já aparece empatado – 34.6% de Armando contra 33,9% do socialista. Nas demais regiões, entretanto, Armando mantém vantagens. No Agreste, Armando tem 40,9% dos votos contra 31,3% de Câmara.
Na região do São Francisco, de influência do candidato a senador pela Frente Popular, Fernando Bezerra Coelho, Câmara também continua em desvantagem. Ali, Armando aparece com 41,7% contra 28% do adversário, enquanto nos demais sertões (Pajeú, Moxotó, Araripe. Sertão Central e Itaparica) Armando tem 35,8% contra 23% de Câmara.

 
(Do blog de Magno Martins)

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Por que Dilma fez muito bem em não ir ao Jornal da Globo


Paulo Nogueira
No DCM
Errar uma vez, tudo bem.

Mas duas, uma em cima da outra?

Acho que foi mais ou menos esta a lógica que governou Dilma ao recusar participar da entrevista-suplício para a qual fora convidada-intimada pelo Jornal da Globo.

Depois da experiência excruciante da entrevista no Jornal Nacional, seria incrível que Dilma comparecesse ao Jornal da Globo.

Foi um ato de sanidade o WO presidencial.

Ter Dilma seria bom para o JG. Mas e para ela?

William Waack mostrou as perguntas que seriam feitas. A mais branda delas indagava se Dilma achava correto oferecer dentes postiços a uma “cidadã pobre” pouco antes que ela participasse de um programa da campanha.

Num tom acima, Dilma era questionada sobre até quando continuaria a culpar a crise internacional pelos problemas econômicos brasileiros.

Quer dizer: Waack já decretara, com toda a sua genialidade econômica, que a culpa não é da crise internacional.

Na atitude de Dilma, há um gesto tardio, mas ainda assim relevante. Por que os candidatos têm que comparecer aos telejornais da Globo?

Porque a Globo manda no país?

É um comportamento obtuso e inercial. No passado, os Ibopes da Globo eram intimidadores, do ponto de vista dos candidatos.

Mas hoje o quadro é outro.

A internet está matando a audiência da tevê aberta.

O Jornal da Globo tem um Ibope na faixa de 7%, coisa que no passado você associava a emissoras de segunda ou mesmo terceira linha.

O próprio Jornal Nacional faz força, hoje, para se manter na casa dos 20%, uma migalha em relação às taxas de alguns anos atrás.

Dias atrás, soube-se que a Globo teve em agosto o pior Ibope de sua história no horário nobre: 12,5% em média. (Uma hora, e não vai demorar, o desabamento da audiência vai-se refletir fortemente na bilionária receita publicitária da Globo. O milagre da Globo, hoje, é ter a maior publicidade de sua história com a menor audiência. Só que este paradoxo é, simplesmente, insustententável. Quando um grande anunciante acordar, haverá um efeito dominó, semelhante ao que vem acontecendo no universo das revistas.)

Poderia haver uma razão maior para os candidatos se submeterem às entrevistas da Globo: informação para as pessoas sobre planos, visões, etc.

Mas essa informação — na era da internet — está espetacularmente disseminada.

Coisas boas, coisas más, coisas nebulosas: você pode saber tudo sobre qualquer candidato se rodar pela internet.

Com algum cuidado, você pode se informar sem o conhecido viés — já que estamos falando dela — da Globo.

Em suma: Dilma só teria aborrecimento caso fosse ao Jornal da Globo. Perguntas hostis, feitas para matar e não para informar, e se não bastasse isso uma audiência esquálida e composta maciçamente de antipetistas viscerais.

Dilma tinha muitas razões para não ir, e nenhuma para ir.

Sua decisão não poderia ser melhor.

Ibope: Dilma tem 37%; Marina, 33%; Aécio, 15%

Pesquisa Ibope divulgada na noite desta quarta-feira (03) mostra que a presidente Dilma Rousseff (PT), que busca a reeleição, tem 37% das intenções de voto, seguida da ex-senadora Marina Silva (PSB), que tem 33% da preferência do eleitorado na corrida para a Presidência da República. Atrás da socialista vem o senador mineiro Aécio neves (PSDB) com 15%, seguido de Pastor Everaldo (PSC), com 1%. Os outros sete candidatos somados acumulam 2%.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Brancos e nulos somam 7%, enquanto outros 5% não sabem ou não responderam.
De acordo com a pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo, em um eventual segundo turno entre a petista e a socialista, Marina Silva aparece com 46%, enquanto que Dilma soma 39%.
O último levantamento do Ibope, do dia 26 de agosto, apontou Dilma com 34%, Marina com 29%, e Aécio com 19%.
Rejeição
O levantamento também aferiu o índice de rejeição. Dentre os 11 candidatos, a presidente Dilma Rousseff possui a maior taxa de rejeição – percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum. Aécio Neves e Pastor Everaldo somam, cada um 18%, seguidos de Levy Fidelix (PRTB) e Marina Silva (PSB), cada um com 12%. Eymael (PSDC) e Zé Maria (PSTU) possuem 11% cada, seguidos de Luciana Genro (PSOL) e Mauro Iasi (PCB), ambos com 10% cada. Rui Costa (PCO) aparece com 9% e, por fim, Eduardo Jorge (PV), com 7%.(Do blog da folha)
Avaliação do governo
A pesquisa mostra ainda que a administração de Dilma tem aprovação de 36% dos eleitores, ante 34% do levantamento anterior. O índice dos que consideram o governo ruim ou péssimo é de 26%, contra 27% no levantamento anterior. E outros 37% consideram o governo regular, ante 36% na pesquisa anterior.
A pesquisa foi realizada com 2.506 eleitores em 175 municípios entre 31 de agosto e 2 de setembro. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00514/2014.

Lula e Dilma em Pernambuco nesta quinta-feira


Lula - foto agência brasil

O ex-presidente Lula e a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, estarão em Pernambuco nesta quinta-feira (4) para participar de eventos políticos ao lado dos candidatos a governador, Armando Monteiro Neto (PTB), e ao Senado, João Paulo (PT).
O primeiro evento será realizado em Petrolina. Trata-se de uma carreata, seguida de comício, com presença do prefeito Júlio Lossio (PMDB) e líderes políticos da região.
Lula desembarca no Aeroporto Senador Nilo Coelho às 14h30 e lá será recepcionado por Armando, João Paulo e Júlio Lossio. De lá eles se deslocarão para a Praça 21 de Setembro, onde, a partir das 15h, haverá o comício. A presidente Dilma Rousseff não estará presente a este evento.
Após o comício, Lula, Armando e João Paulo seguirão para o Recife para participar de mais um comício no bairro de Brasília Teimosa, às 19h.
A escolha do local do comício foi feita pelo próprio Lula, que tem uma relação afetiva com aquele bairro.
Isso porque foi na gestão dele como presidente que o então prefeito João Paulo obteve os recursos do governo federal para reurbanizar o bairro, que era repleto de palafitas(

Dilma a Marina: “É política da verdade, não do medo”



A presidente Dilma Rousseff (PT), em evento de campanha à reeleição nesta quarta-feira, afirmou que a comparação da adversária Marina Silva (PSB) com o ex-presidente Fernando Collor de Mello, feita na propaganda de TV da petista, não representa a política do "medo", mas a da "verdade".
"Não, querida, é a política da verdade. O que nós dissemos, não é que as pessoas são iguais, é que se você não tem número suficiente de deputados você não aprova nenhum projeto", disse ao ser questionada se a comparação de Marina com Collor, hoje aliado de seu governo, seria uma reedição da política do medo que o PT foi alvo em eleições anteriores.
"Acho que na democracia a gente perde e a gente ganha. Inclusive, eu quero dizer que perdi algumas vezes, mas ganhei outras tantas no Congresso Nacional", disse Dilma a jornalistas em Belo Horizonte.(D blog de magno martins)

Dilma diz que economia passa "por situação complexa"



Do Portal Estado de Minas
A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), reconheceu, hoje, durante encontro com empresários em Belo Horizonte, que a economia, em especial a indústria, passa por “uma situação complexa". Na semana passada,  dados divulgados pela IBGE apontam retração do PIB por dois trimestres consecutivos, configurando uma recessão técnica. Em contrapartida, ela disse que o momento poderia ser mais complicado se o governo federal não tivesse adotado medidas de incentivo a diversos setores da economia.
Ela também admitiu, durante o encontro, que há insatisfação no meio empresarial, que questiona a política econômica adotada pelo governo, principalmente, segundo ela, “na atual conjuntura, quando a incerteza do cenário internacional se mistura com o debate eleitoral”.
“Mas apesar de respeitar essas posições eu gostaria que o Brasil estivesse crescendo em um ritmo muito mais acelerado, mas é aquilo que eu estava dizendo antes. Imagine o que aconteceria se nos não estivéssemos tomado essas medidas”, afirmou a presidente logo após listar medidas adotadas pelo governo para o desenvolvimento da indústria, entre elas os programas financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Citi: programa de Marina é favorável a bancos e ruim para indústria

SÃO PAULO (Reuters) - O programa de governo da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, divulgado na semana passada, caso implantado traria benefícios a bancos privados e a concessionárias de infraestrutura, mas poderia ser negativo para algumas empresas do setor industrial, apontaram analistas do Citi em relatório nesta terça-feira.
Os analistas Stephen Graham e Fernando Siqueira afirmaram que o programa da candidata é economicamente conservador e socialmente liberal, mesclando sustentabilidade social e ambiental com políticas fiscal e monetária ordotoxas.
"As propostas macro são uma resposta direta às críticas do mercado à política vigente", disseram os analistas, acrescentando que políticas fiscal e monetária com credibilidade podem exigir medidas duras no próximo ano.
"Provavelmente envolvem movimentos iniciais dolorosos nas taxas de juros, impostos, gastos públicos e nos empréstimos dos bancos públicos que podem manter a economia crescendo em marcha lenta em 2015."
Para eles, a proposta de Marina de desconcentrar o crédito corporativo, com redução do papel dos bancos públicos, traria mais espaço para os bancos privados crescerem.
No setor de infraestrutura, concessionárias como CCR, Ecorodovias, Arteris, Cosan e ALL são potenciais beneficiárias, uma vez que o programa prevê "recorrer mais fortemente a parcerias público-privadas (PPPs) e a licitações de concessões".
A Cosan e a São Martinho também poderiam ser favorecidas pelo foco do programa em biocombustíveis, afirmaram os analistas.
O Citi destacou que o programa do PSB para o comércio exterior prevê a revisão das políticas de conteúdo local para as indústrias automotiva e de petróleo, e o estabelecimento de datas claras para o término e revisão periódicas das barreiras à importação.
Essas propostas poderiam ser negativas para algumas indústrias, como as siderúrgicas Gerdau, Usiminas e CSN, a petroquímica Braskem, a empresa de materiais de construção Duratex e a empresa de produtos farmacêuticos Hypermarcas, entre outras.
A Petrobras, por sua vez, poderia tirar proveito de uma eventual redução de regras para conteúdo local que atualmente elevam seus custos de investimento.
A promessa de construir 4 milhões de moradias até 2018 no programa Minha Casa, Minha Vida é positiva para MRV, Direcional Engenharia, Cyrela e Gafisa. No entanto, a proposta "entra em conflito com a intenção de reduzir o déficit federal e tirar a ênfase do crédito via bancos públicos", escreveram os analistas do Citi.

Comitê petista declara arrecadação de R$ 116 milhões

Quatro anos atrás, quando Dilma disputou a Presidência pela 1ª vez, PT havia arrecadado, no mesmo período, R$ 39 milhões

Campanha de Dilma já arrecadou R$ 116 milhões (© Estadão Conteúdo)
O comitê pela reeleição da presidente Dilma Rousseff declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma arrecadação de R$ 116 milhões na segunda prestação parcial de contas da campanha. Declarou ainda que, dessa quantia, gastou R$ 52 milhões. Os principais itens de despesas do PT foram os gastos com divulgação e propaganda.
Quatro anos atrás, quando Dilma disputou a Presidência pela primeira vez, o PT havia arrecadado, no mesmo período de campanha R$ 39,5 milhões - o valor é nominal, não leva em conta a inflação do período.
Na semana passada o tesoureiro da campanha do tucano Aécio Neves, José Gregori, disse que a previsão de contribuições a ser declarada na segunda prestação de contas parcial seria quatro vezes maior do que os R$ 11 milhões registrados na primeira parcial, ou seja, cerca de R$ 44 milhões. Os valores, poderiam chegar, afirmou até a R$ 60 milhões. Os números oficiais devem ser divulgados nos próximos dias.
A candidata do PSB, Marina Silva, que entrou na disputa depois da morte de Eduardo Campos em um acidente de avião, ainda não prestou contas.
Segundo Basileu Margarido, integrante da coordenação da campanha de Marina, os gastos e arrecadação de Campos ficaram em torno de R$ 20 milhões. Coordenadores da campanha petista avaliaram o volume de recursos como acima das expectativas. Na primeira prestação de contas parcial, feita no início de agosto, o comitê de Dilma havia arrecadado R$ 9 milhões. O teto de gastos estipulado por Dilma é de R$ 298 milhões.
Segundo levantamento feito pelo Estadão Dados e pela Transparência Brasil, embora tenha a presidente da República e a maior bancada na Câmara dos Deputados, o PT foi apenas o 4o partido em arrecadação no início da campanha.
Somadas, as contribuições feitas a todos os candidatos do PT, de acordo com a primeira parcial, chegaram a R$ 34.7 milhões. O PMDB ficou em primeiro lugar com R$ 108,9 milhões; o PSDB em segundo, com R$ 80 milhões e o PSB foi o terceiro colocado, com R$ 39,8 milhões.
Questionado na semana passada se o descontentamento de setores do empresariado com o governo Dilma estaria atrapalhando as contribuições da campanha, o coordenador do comitê financeiro pela reeleição, Edinho Silva, negou. Segundo ele, a candidata do PT deve gastar menos do que os R$ 298 milhões previstos porque nestas eleições o PT adotou um sistema de cotações de preços para a aquisição de materiais. Em alguns casos os preços caíram até 30%, segundo o tesoureiro.

Agenda dos candidatos à Presidência da República



Aécio Neves (PSDB)
São Paulo e Santos (SP)
8h – Entrevista à Rádio CBN.
12h30 – Caminhada pela Rua General Câmara, em Santos (SP). A saída será da Praça Visconde de Mauá
19h – Gravação de entrevista ao Jornal da Globo, em São Paulo

Dilma Rousseff (PT)
Belo Horizonte
12h – Caminhada em Belo Horizonte, no bairro Venda Nova, entre as ruas Irineu Pinto e Capitão Nelson Albuquerque

Marina Silva (PSB)
São Paulo
11h – Sabatina no G1, na Rede Globo de Televisão (Avenida Doutor Chucri Zaidan, 46, Brooklin)
14h30 – Encontro com a comunidade médica na Faculdade de Medicina da USP - Avenida Doutor Arnaldo, 455
16h – Entrevista coletiva na Faculdade de Medicina da USP

Eymael (PSDC)
Agenda não divulgada

Levy Fidelix (PRTB)
São Paulo
11h – Encontro com blogueiros do PRTB, na sede do partido
15h – Reunião e entrega de material para os candidatos a deputados estaduais e federais, na sede do partido
20h – Jantar/reunião com empresários do ramo de transporte e mobilidade urbana na zona sul de São Paulo

Luciana Genro (PSOL)
São Paulo
9h15 – Entrevista ao Diário do Centro do Mundo      
14h30 – Adesão ao projeto Amigo da Criança - Fundação Abrinq (Avenida Santo Amaro, 1.386 - Vila Nova Conceição)
18h – Desafio LGBT com Laerte Coutinho, no Masp (Avenida Paulista, Bela Vista)

Mauro Iasi (PCB)
São Paulo
13h – Entrevista à Bandeirantes - TV Litoral
16h – Entrevista (ao vivo) à TV Comuna, na sede do partido
18h – Lançamento de livro de Slavoj Zizek, na Livraria Martins Fontes (Avenida Paulista)

Pastor Everaldo (PSC)
Passa o dia em Uberlândia (MG) e embarca para São Paulo no fim da tarde

Rui Costa Pimenta (PCO)
Agenda não divulgada

Zé Maria (PSTU)
São José dos Campos (SP)
9h – Panfletagem no centro da cidade, ao lado de militantes e apoiadores da campanha
14h – Panfletagem em frente à General Motors para operários da montadora

Eduardo Jorge (PV)
São Paulo
Grava programas de TV e rádio - propaganda eleitoral

Câmara aprova aumento de repasse do FPM

Agência Brasil (Brasília) – Proposta de emenda à Constituição (PEC) que aumenta o percentual de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de 23,5% para 24,5 % foi aprovada hoje (2) pela comissão especial da Câmara dos Deputados criada para analisar o mérito da matéria. O parecer do relator, Danilo Forte (PMDB-CE), foi aprovado por unanimidade pela comissão.
Pela proposta, que precisa ser aprovada em dois turnos pela Câmara, o aumento do FPM será parcelado em duas vezes, com percentual de 0,5%. A primeira parcela será repassada em julho do ano que vem e a segunda, em julho de 2016. Hoje, os municípios recebem 22,5% do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados e, nos dez primeiros dias de dezembro, recebem mais 1%, totalizando 23,5% de repasse do fundo.
Segundo Danilo Forte, a aprovação da proposta evitará prolongar o problema dos municípios brasileiros localizados nas regiões mais pobres do Norte e do Nordeste. “Mantive o texto aprovado pelo Senado no meu parecer, devido ao fator tempo, para concluir a votação da PEC a tempo de valer para o ano que vem, em função do princípio da anualidade”, disse ele.
O relator explicou que, se apresentasse um parecer diferente do aprovado pelos senadores, atrasaria ainda mais a votação da PEC. Isso, porque, após aprovada pela Câmara, a matéria teria que retornar ao Senado para novas votações, antes de ser promulgada e passar a valer. Danilo Forte pediu ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para incluir a votação da PEC na pauta do esforço concentrado.

Indústria volta a crescer após cinco meses de queda



 A indústria brasileira voltou a crescer em julho, depois de cinco meses seguidos de queda. A alta foi de 0,7 % em relação a junho. Julho trouxe números expressivos para a indústria: fábricas de equipamentos eletrônicos e de informática, carros e máquinas tiveram desempenho melhor do que no mês anterior.
Segundo o IBGE, o setor voltou à atividade depois de praticamente parar em junho, por causa dos feriados da Copa do Mundo.
“Era uma base de comparação baixa em função de jornada de trabalho, e que com a volta da jornada de trabalho mostram um avanço mais acentuado. Mas que ainda assim não recuperam a perda do passado recente” afirma André Luís Macedo, gerente de pesquisa do IBGE. (Do Portal G1)

Agredida no JN, Dilma não vai ao Jornal da Globo

247-A presidente Dilma Rousseff, do PT, não compareceu à sabatina que seria realizada pelo Jornal da Globo nesta terça-feira; Marina Silva, do PSB, participou do programa na noite anterior, e Aécio Neves, do PSDB, tem presença confirmada para esta quarta-feira; âncoras do jornal, William Waack e Christiane Pelajo, destacaram que esta foi a primeira vez que um presidenciável não compareceu à entrevista desde o início da série, em 2002; em entrevista no Jornal Nacional, no dia 18 de agosto, William Bonner e Patrícia Poeta deixaram a elegância de lado e partiram para o ataque sobre a presidente em inacreditável a ação eleitoral; revanche?

Aécio: espaço vazio



Orlando Brito:
Deputados do PSDB paulista foram chamados às pressas para inflar a entrevista coletiva que Aécio convocou para acusar Marina de plagiar seu programa de governo. Minutos antes do ato, o comitê ainda ligava para parlamentares.
Também convidado na última hora, Fernando Henrique Cardoso passou aperto para prestigiar o aliado. Sem o carro oficial, precisou pegar um táxi na rua. O chofer se perdeu no caminho, e o ex-presidente só chegou a tempo porque o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) o ajudou por telefone. (Folha de S.Paulo - Bernardo Mello Franco)

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Marina lidera em SP e RJ

G1-Marina Silva (PSB) está na frente nos dois estados – no Rio de Janeiro, ela ultrapassou a candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT); em São Paulo, aumentou a vantagem sobre ela e sobre o adversário Aécio Neves (PSDB). Confira os números:
São Paulo
Marina Silva (PSB) - 39%
Dilma Rousseff (PT) - 23%
Aécio Neves (PSDB) - 17%
Pastor Everaldo (PSC) - 2%
Eduardo Jorge (PV) - 1%
Outros com menos de 1% - 1%
Branco/nulo - 7%
Não sabe/não respondeu - 10%

O Ibope ouviu 1.806 eleitores em 87 municípios de SP. A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S.Paulo", está registrada no TRE-SP sob o número 00021/2014 e no TSE sob o número 00492/2014.

Rio de JaneiroMarina Silva (PSB) - 38%
Dilma Rousseff (PT) – 32%
Aécio Neves (PSDB) – 11%
Pastor Everaldo (PSC) – 2%
Outros com menos de 1% - 1%
Brancos e nulos - 10%
Não sabe ou não respondeu - 6%
O Ibope ouviu 1.610 eleitores em 44 municípios de RJ. A pesquisa, encomendada pela TV Globo, está registrada no TRE-RJ sob o número 00026/2014 e no TSE sob o número 00491/2014.

Ibope/Rio: Garotinho tem 27%. Pezão, 19%. Crivela, 17%

247 - A pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (2) mostra que Anthony Garotinho (PR) tem 27% das intenções de voto para a disputa do governo do Rio de Janeiro. O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) aparece em segundo lugar, com 19%, o senador Marcelo Crivella (PRB) vem em seguida, com 17%, e Lindberg Farias (PT) tem 11%.
O candidato Tarcísio Motta (PSOL) soma 3% das intenções de voto. Dayse Oliveira (PSTU) tem 1%, e Ney Nunes (PCB) não pontuou. Os votos em branco ou nulos somam 14%, e 8% não souberam informar ou não responderam.
Segundo turno
O Ibope avaliou três cenários de uma possível disputa no segundo turno. Na disputa entre Garotinho e Crivella, os dois teriam 34% das intenções de voto. Brancos e nulos seriam 25%, e 7% não sabem ou não quiseram responder.
Se o cenário fosse entre Garotinho e Pezão, os dois teriam 35% dos votos. Nesse caso, 23% dos entrevistados votariam branco ou nulo, e 6% não sabem ou não responderam. Concorrendo com Lindberg Farias, Garotinho teria 37% contra 31% do petista. Brancos ou nulos seriam 25%, e 7% não sabem ou não quiseram responder.
Rejeição
Segundo a pesquisa, Garotinho tem a maior rejeição entre os eleitores: 34% dos entrevistados não votariam nele de jeito nenhum. Pezão têm taxa de rejeição de 16%, seguido por Lindberg, com 13%. A rejeição a Crivella é 12%.
Os representantes do PSTU, do PSOL e do PCB, somados, têm 22% de rejeição. Já 25% dos entrevistados não sabem ou não opinaram.
O Ibope ouviu 1.610 eleitores, de 28 de agosto a 2 de setembro. A pesquisa foi registrada no TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) sob o número RJ-00026/2014.

Produção do pré-sal sobe 62% e Brasil bate recorde

SÃO PAULO (Reuters) - A produção de petróleo no Brasil em julho atingiu um recorde de 2,267 milhões de barris por dia, superando em 14,8 por cento o volume registrado um ano antes, com o aumento da extração da Petrobras (PETR4.SA: Cotações) e de outras companhias estrangeiras, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta terça-feira.
A produção cresceu ainda 1 por cento ante junho, quando o país produziu 2,246 milhões de barris/dia, segundo a ANP.
A extração de petróleo e gás do Brasil em julho atingiu também recorde de 2,82 milhões de barris de óleo equivalente (boe), contra 2,79 milhões de barris de junho, e um aumento de 14,2 por cento sobre o mesmo período do ano passado.
Segundo a ANP, cerca de 90,7 por cento da produção de óleo e gás foram extraídos de campos operados pela Petrobras, que respondeu pelo maior aumento da extração na comparação anual.
Dos 352 mil barris/dia de óleo equivalente de crescimento na produção do Brasil entre julho de 2014 e julho de 2013, a Petrobras respondeu por 193 mil boe/dia.
Por concessionário, a produção da Petrobras somou 2,40 milhões de boe/dia, alta de 8,6 por cento frente a julho de 2013, principalmente com novas unidades no pré-sal.
A BG Brasil (BG.L: Cotações), segunda produtora do Brasil (por concessionário), também registrou crescimento expressivo, para 79,6 mil boe, ante 44,1 mil boe no mesmo período do ano passado --a BG é importante parceira da Petrobras no pré-sal.
A produção da Shell (RDSa.L: Cotações), terceira produtora no país em julho, também saltou para 58,3 mil boe, ante 18,2 mil boe no mesmo mês de 2013, com aumento na extração no Parque das Conchas, principal ativo da petroleira no país, e em Bijupirá & Salema.
PRÉ-SAL
Já a produção média no pré-sal aumentou 62,4 por cento na comparação com julho do ano passado, para 582,8 mil barris de boe/dia, sendo 480,8 mil barris diários de petróleo e 16,2 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.
Na comparação com junho, houve leve queda de 0,1 por cento. A agência não apontou motivos para o pré-sal ter apresentado produção ligeiramente menor ante a junho.
O campo de Roncador, na Bacia de Campos, foi o de maior produção de petróleo, com média de 273,1 mil barris por dia.
O maior produtor de gás natural foi o campo de Mexilhão, na Bacia de Santos, com média diária de 6,8 milhões de metros cúbicos.

Coordenador do “LGBT” do programa de Marina pede afastamento da campanha


milton coelho - divulgação

Mais uma baixa aconteceu na campanha de Marina Silva (PSB) à Presidência da República: Luciano Freitas, secretário nacional do partido para o segmento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis).
Ele ficou chateado com a nota divulgada pelo partido, sábado passado, retificando o que estava no programa de governo em relação aos homossexuais.
Foi a terceira baixa na campanha desde a morte do candidato Eduardo Campos. Antes, saíram o secretário-geral do partido, Carlos Siqueira e o coordenador de articulação e mobilização, Milton Coelho, ambos pernambucanos.
À imprensa, Marina alegou ter havido “falha processual na editoração do texto” e mandou retirar do programa de governo questões polêmicas em relação aos homossexuais.
Freitas já voltou para o Recife e disse que vai se engajar na campanha de Paulo Câmara (PSB) ao Governo de Pernambuco.
Otávio Oliveira, que a partir de 2015 será o novo secretário nacional LGBT da legenda, substituirá Luciano Freitas.

Governo federal repassa mais 40 milhões para a Adutora do Agreste


Francisco Teixeira - foto antônio cruz-ZBr

O Ministério da Integração Nacional garantiu nesta terça-feira (2/9) ter realizado no último dia 29/8 um novo repasse no valor de R$ 40 milhões para a continuação das obras da Adutora do Agreste.

As obras estão sendo realizadas pela Compesa, que as desacelerou bastante nos últimos dois meses exatamente por falta de recursos.
Somente no mês de agosto, segundo a assessoria do ministro Francisco Teixeira, foram repassados R$ 65 milhões, totalizando R$ 99,5 milhões só este ano.
No total, foram disponibilizados para esta obra pelo Ministério R$ 367 milhões, ou seja, 30% do orçamento federal para o empreendimento.
Novas liberações serão feitas de acordo com o ritmo da obra e o saldo dos recursos federais já repassados.
O investimento nessa etapa inicial da adutora é de R$ 1,2 bilhão, sendo R$ 1,1 bi do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o restante uma contrapartida do Estado.
Nesta sua primeira etapa, a Adutora vai beneficiar 17 municípios do Agreste pernambucano, a saber: Arcoverde, Pesqueira, Alagoinha, Venturosa, Pedra, Buíque, Tupanatinga, Itaíba, Águas Belas, Iati, Sanharó, Belo Jardim, Tacaimbó, São Caetano, Caruaru, Toritama e Santa Cruz do Capibaribe.
Quando a obra estiver totalmente concluída vai garantir água na torneira para cerca de dois milhões de pernambucanos em 68 municípios no Agreste do Estado. A captação de água será feita no reservatório de Ipojuca.