quarta-feira, 12 de janeiro de 2022
Exército e FAB têm cerca de 90% do efetivo vacinado contra covid
Petrobras sobe preço da gasolina e do diesel a partir de hoje

Velho Chico começa a invadir áreas próximas às suas margens, em Juazeiro
Do Blog de Magno Martins

Imagens captadas, hoje, pelo portal Rede GN, mostram a área de barraca na Ilha do Rodeadouro, principal balneário turístico de Juazeiro-BA, já tomada pelas águas do Velho Chico, que deve ganhar mais corpo ainda a partir desta sexta-feira (14), quando a vazão deve chegar a 1.800 m³/s, conforme relatório da Chesf.
Lula mantém liderança em corrida pelo Planalto, diz Genial/Quaest
sábado, 13 de novembro de 2021
Paulo anuncia R$ 20 milhões para o Agreste Meridional
Em Saloá, o governador destinou cerca de R$ 5,2 milhões para a infraestrutura rodoviária. Ele autorizou a contratação de empresa especializada para elaboração do projeto de implantação dos 23 quilômetros de extensão da rodovia PE-223, entre a cidade e Bom Conselho, no valor de R$ 750 mil reais. Também foi autorizada a restauração do acesso ao município, compreendendo o segmento de seis quilômetros da BR-423 até o entroncamento da PE-233, orçada em R$ 4,5 milhões.
O edital para realização das obras será publicado no Diario Oficial do Estado ainda neste mês de novembro. “Vamos investir, em Pernambuco, mais de R$ 5 bilhões de reais até o final de 2022. Esses investimentos são muito importantes para que possamos gerar emprego e renda. Ainda tem muito o que fazer, mas precisamos avançar mais nas obras, nos empregos e na melhoria da qualidade de vida do povo pernambucano”, destacou Câmara.
Fechando os compromissos do dia, o governador visitou as obras de ampliação da Escola Municipal São Vicente e reforçou os investimentos na assistência social, anunciando o cofinanciamento para implantação de uma cozinha comunitária, no valor de R$ 194 mil, além da entrega de 19 títulos de domínio a agricultores do município. Também foi assinado um convênio para pavimentação de diversas ruas do município, no valor de R$ 800 mil.
terça-feira, 9 de novembro de 2021
Paulo Câmara encerra participação na COP26 com assinatura da Carta de Edimburgo e encontro com representantes do governo chinês

Lula, lá: ex-presidente inicia périplo pela Europa com honras de chefe de Estado; Bolsonaro envergonhou o Brasil na região

Com veto, STF pode mais uma vez barrar o golpe

Pela segunda vez no governo Bolsonaro, o STF está diante de uma decisão fundamental para garantir o processo democrático. No primeiro movimento, liderado pelos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso (nesse caso, especialmente no TSE), os atos antidemocráticos e as milícias digitais que propagam fake news foram barrados de maneira firme. Apesar das críticas e ações truculentas do bolsonarismo, foi garantida a lisura do processo eleitoral em 2022, via urnas eletrônicas, e os soldados do golpe foram contidos pela Justiça.
Agora, a ministra Rosa Weber liderou outra ação governamental que visava distorcer a democracia. Por meio do orçamento secreto, os parlamentares do Centrão alinhados com o Planalto “compraram” o apoio de deputados para apoiar a PEC dos Precatórios, que implode o teto de gastos, dá uma pedalada fiscal e abre espaço para verbas bilionárias aos apoiadores do governo – que ainda escapam do crivo da população, já que têm sua identidade preservada. Nesse momento, há um jogo de empurra do governo em conluio com os líderes do Centrão para barrar a identificação dos beneficiários desse butim.
Trata-se de uma distorção do processo democrático porque é uma medida que desmontará na prática a lei de responsabilidade fiscal. Está sendo aprovada à sorrelfa, com o uso abundante do dinheiro público para alimentar interesses paroquiais e escusos. Além disso, patrocinará o novo Bolsa Família, que pode inclusive ser desmontado em suas virtudes e transformar-se num mero programa eleitoreiro focando bolsões eleitorais que hoje rejeitam o presidente. A dimensão do escândalo do orçamento secreto só será conhecida nos próximos meses. Mas ele é mais uma investida antidemocrática, que permite ao grupo que está no poder se perpetuar à revelia da vontade da população e corromper a necessária rotatividade de projetos políticos.
Até o momento em que essa coluna foi publicada, quatro ministros já tinham votado no sistema virtual para barrar essa farra com o dinheiro público. A tendência é que a decisão vital de Rosa Weber seja mantida, mas parlamentares governistas tentam um acordo com ministros nos bastidores para preservar as emendas de relator (base do orçamento secreto), aceitando em troca aumentar a transparência dos gastos. Seria uma solução muito ruim. O que se espera é que a Corte mais uma vez se mostre intransigente na defesa da democracia, e que mantenha a atitude que já demonstrou desde 2019: respeito ao espírito da Constituição de 1988 e às regras de transparência duramente conquistadas desde a redemocratização.
domingo, 7 de novembro de 2021
O escândalo do Orçamento Secreto e a PEC dos Precatórios

A PEC-23 foi aprovada em 1º turno graças às emendas do orçamento secreto. Que são aquelas que o relator do orçamento distribui aos deputados sem qualquer critério. Apenas cumprindo ordens do Governo e do presidente da Câmara Arthur Lira. Em aperfeiçoamento do toma-lá-dá-cá. A criação da emenda do relator veio a dar poder ao governo para comprar parlamentares. As emendas individuais, que perfazem um total de R$ 6 bilhões, tornaram-se de execução obrigatória. Em aplicação do princípio da execução equitativa, impessoal e transparente. Aí inventaram a emenda do relator que, em 2020, turbinou o apoio parlamentar a Bolsonaro com R$ 19,7 bilhões. Neste ano, foi fixada em R$ 16,8 bilhões. Os parlamentares aquinhoados por servirem ao governo em alguma votação indicam a obra e o município de destino sem que seus nomes sejam divulgados. Tudo fica na conta do relator. Embora esses deputados indiquem aos ministérios a destinação dos recursos. Na moita. Como ocorreu no escândalo da compra superfaturada de tratores com recursos alocados ao Ministério da Integração Nacional.
Essa PEC-23 foi proposta pelo governo Bolsonaro com duas chantagens que só enganam os ingênuos ou os interessados. A primeira é a de que o espaço fiscal para o Auxílio-Brasil dependeria de uma PEC que constitucionaliza o calote nas dívidas do Governo Federal, ao limitar unilateralmente o pagamento das dívidas da União que se tornaram exigíveis depois de esgotadas todas as instâncias judiciais. A segunda chantagem é a de que o auxílio dependeria da alteração do teto de gastos, hoje a principal âncora de responsabilidade fiscal do país. Ocorre que os recursos para o Auxílio-Brasil poderiam ser garantidos de outro modo. Preservando o teto de gastos. Bastaria, por exemplo, cortar as emendas do Relator que constituem o orçamento secreto. Só aí seriam R$ 16,8 bilhões. Que se somariam ao orçamento já previsto para a assistência social, incluso o Bolsa-Família que será substituído pelo Auxílio-Brasil. Outros remanejamentos orçamentários poderiam ser feitos.
Percebendo que a PEC-23 foi aprovada mediante a manipulação inconstitucional e com desvio de finalidade na execução da emenda do relator, a ministra Rosa Weber, do STF, suspendeu "integral e imediatamente" a sua execução. Além de ter mandado o governo revelar os ofícios dos deputados que indicam o destino das verbas a eles concedidas dentro da emenda do relator. Espera-se agora que o plenário do STF ratifique a liminar para que se restaure a transparência, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência na execução do orçamento. Em respeito aos artigos 37 e 163-A da CF/88. Além disso, a nação espera que o STF exerça o controle prévio de procedimento. Claro que a boa doutrina não admite que o Judiciário substitua o Legislativo na sua atividade de decidir sobre o mérito das matérias legisladas. Há limites ao ativismo judicial. Porém, há quase consenso que o Judiciário pode, sim, controlar os procedimentos constitucionais da atividade legislativa. Como há poucas dúvidas de que a votação em 1º turno da PEC-23 foi viciada, o STF pode e deve suspender a votação do 2º turno, que está prevista para o próximo dia 9/11.
Preparando a votação que aprovou a PEC por 312 votos contra 144 e 56 ausentes, o governo liberou R$ 909 milhões em apenas dois dias. As informações são de que o valor oferecido a cada parlamentar variou de R$ 5 milhões a R$ 15 milhões. Valores maiores para os de partidos de oposição. Parlamentares do PSDB, PDT, PSB, MDB, PSD e PODEMOS, partidos que se dizem de oposição ou que buscam a 3ª via, sucumbiram aos encantos do orçamento secreto. Ficou muito feio para partidos que se dizem de esquerda e tiveram vários parlamentares endossando pedaladas monumentais com recursos públicos e ajudando a viabilizar politicamente um presidente como Bolsonaro. Casos do PSB, que colaborou com 10 votos para a aprovação da PEC (1/3 da bancada presente). E do PDT, cujo líder orientou o voto sim e foi seguido por 15 parlamentares, com apenas 6 votos contrários. Também ficaram mal na fita partidos como o PSDB, cujo líder orientou o voto sim e foi seguido por 22 parlamentares, com apenas 6 votos contrários à PEC. Ou o MDB, que teve 10 deputados votando sim.
Ou o Podemos, que tenta lançar Sérgio Moro com a bandeira anticorrupção, mas que teve 5 parlamentares seduzidos pelo voto regado pela emenda do relator, contra apenas 4 votos que a recusaram. Ou o Democratas, com 19 votos pela PEC e apenas 2 votos contrários. Ou, ainda, o PSD, que teve 29 votos sim e apenas 5 votos não. Só para ficar nesses partidos que tentam viabilizar uma 3ª via sob pretexto de recusa à irresponsabilidade fiscal e à corrupção dos governos do PT e de Bolsonaro. E, agora, ficam com parte grande de suas bancadas sob suspeita de ter bebido na fonte do orçamento secreto. Saíram-se bem no episódio o PT, Novo, PC DO B, PSOL e Rede, cujas bancadas votaram unanimemente pelo não à PEC-23. E o candidato Ciro Gomes, que suspendeu sua candidatura para induzir a mudança de votos dos 15 deputados da bancada do PDT.
Esperemos que o STF não se furte a restaurar o devido processo legislativo constitucional e interrompa esse escândalo que é a aprovação irregular da PEC nº 23. Mas existe também a possibilidade de que, em eventual votação em 2º turno, o resultado seja revertido. Pela pressão de algumas lideranças partidárias sobre os deputados, como no caso do PDT. Embora se saiba que o governo, espertamente, preservou alguns deputados depois que teve segurança da obtenção dos 308 votos do quórum. Assim, existe sempre o risco de que esses votos que não foram dados no 1º turno sejam manejados no 2º turno em quantidade suficiente a superar as reversões de votos em partidos de oposição.
*Ex-deputado federal. Advogado formado pela FDR da UFPE, PhD pela Universidade Oxford.
Energia limpa é mais barata e eficaz

No início de novembro, 20 países, incluindo Estados Unidos e Canadá, se comprometeram a interromper o financiamento público de projetos de combustíveis fósseis até dezembro de 2022 e direcionar seus gastos para energia limpa. O anúncio foi feito durante a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 26), realizada em Glascow, na Escócia. Na mesma reunião, o Brasil sinalizou, embora de forma não muito clara, nova meta de redução de emissões de gases do efeito estufa.
Apesar da ativista ambiental Greta Thunberg ter se referido aos discursos dos principais líderes mundiais no evento como “blá blá blá”, o fato é que, mesmo lentamente, o mundo caminha inexoravelmente para a geração de energia limpa e renovável. Trata-se de um caminho sem volta, mas o Brasil permanece indeciso, quando, na verdade, poderia ser o líder desse processo.
A Aneel deu um passo importante ao abrir a Consulta Pública nº 061/2020 para debater a normatização para usinas híbridas e associadas. Na prática, essa normatização viabilizará o uso das hidrelétricas em conjunto com usinas solares e eólicas, o que reduzirá o custo dos investimentos e o preço das tarifas para o consumidor, economizando água e diminuindo a dependência das chuvas.
No entanto, essa consulta permanece em compasso de espera há quase dois anos, sem que a agência tome uma decisão a respeito. Atualmente, quase 65% da matriz energética nacional é de hidrelétricas, que já geram uma energia limpa. Unindo a hídrica com a solar e a eólica, o Brasil poderá se tornar o país com a geração de energia mais limpa do mundo.
Mas enquanto o mundo debate o fim das usinas movidas a carvão e a combustíveis fósseis, o Brasil pretende ampliar a geração de energia com termelétricas abastecidas por óleo ou gás. Há estudos que mostram que as térmicas, em 10 anos, darão prejuízos altos. Apesar disso, a medida provisória da privatização da Eletrobrás prevê a construção de novas termelétricas para produzir 20 GW, a um custo superior a R$ 33 bilhões.
Com esses mesmos recursos, é possível instalar 8.250 MWp em usinas solares flutuantes, ou seja, um pouco mais da metade de uma Itaipu. Isso sem contar que as térmicas são pagas mesmo quando estão desligadas, o que no caso das usinas solares flutuantes não é necessário, pois o menor uso da água assegura esse bem para o consumo humano, além do reservatório poder guardá-la para uso futuro, quando houver necessidade de abastecimento ou de maior geração de energia elétrica.
O modelo hídrico-térmico, no qual o Brasil está amarrado numa camisa de força há 20 anos, é muito caro para o contribuinte. Com o preço do gás e do óleo, que abastecem as termelétricas, disparando, aumenta o preço para o consumidor, causa impacto ambiental e não gera energia suficiente para o desenvolvimento do país.
A energia gerada pelas termelétricas pode sair em média a R$ 1,5 mil o megawatt/hora, enquanto a energia solar, em leilão, é vendida a R$ 140 o megawatt/hora. O argumento contrário à geração solar e eólica de que são fontes intermitentes é frágil. Hoje há diversas soluções técnicas que derrubam esta tese vazia.
Não podemos permitir que o Brasil desfigure a sua matriz energética, que é uma das mais limpas do mundo. A hibridização das hidrelétricas exige muito menos investimento na comparação com a construção de novas usinas térmicas, reduz tarifa e pode ser instalada em apenas alguns meses. Um país, como o Brasil, com sol à vontade e um extenso parque hídrico, precisa urgentemente sair do experimental e colocar como prioridade a hibridização da sua principal fonte de energia.
*Advogado especializado no setor de energia e sócio-diretor da Sunlution
Estadão Decisão de Rosa Weber de suspender pagamentos do 'orçamento secreto' divide colegiado do Supremo
| © Gabriela Biló/Estadão |
quarta-feira, 3 de novembro de 2021
XP/Ipespe: Lula lidera e derrota todos num segundo turno
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Na resposta espontânea sobre seu candidato ao Planalto, Lula liderou o levantamento do mês passado com 31%, ante 24% de Bolsonaro, 3% de Ciro Gomes (PDT), 2% do ex-ministro e ex-juiz da Lava-Jato Sérgio Moro. João Doria, que disputa a indicação do PSDB para a disputa presidencial com o governador gaúcho Eduardo Leite, recebeu 1%, enquanto seu concorrente partidário não pontuou. Também não pontuou o apresentador José Luiz Datena, que está trocando o PSL pelo PSD, enquanto o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta levou 1%.
Na resposta estimulada, Lula também está na dianteira, com 42% no cenário que inclui João Doria (4%) e 41% no que inclui Eduardo Leite (3%). No cenário com o governador paulista, Bolsonaro recebeu 28% das respostas, Ciro Gomes, 11%, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, 3%, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), 2%.
No segundo cenário, Bolsonaro ficou com 25%, Ciro Gomes (PDT), com 9%, Sergio Moro - que deve se filiar ao Podemos no próximo dia 10 -, recebeu 8%, Mandetta, 3%, Datena levou 3%, Eduardo Leite, outros 3%, Pacheco 2%, e a senadora Simone Tebet (MDB), 1%. O senador Alessandro Vieira (Cidadania) não pontuou.
Em eventual segundo turno, Lula vence todos os candidatos com porcentual ao redor de 50%.
Ante Bolsonaro, o petista fica com 50% dos votos, seguido por 32% do atual presidente. Se a disputa fosse com Moro, Lula receberia 52% ante 34% do ex-juiz. Com Ciro Gomes, o petista teria um percentual marginalmente menor, 49% ante 29% do pedetista. Ante João Doria, a disputa encerraria em 51% a 27%. Com Eduardo Leite, o resultado seria de 50% a 28%.
O levantamento foi feito de 25 a 28 de outubro, com 1.000 entrevistados com 16 anos ou mais, em todas as regiões do país. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou menos e o intervalo de confiança é de 95,5%.
Governador participa da COP26

Paulo Câmara será palestrante em eventos da Under 2 Coalition – grupo formado por governadores de vários países comprometidos com a mitigação de gases do efeito estufa – da Aliança para Ação Climática (ACA) e da Associação Mundial de Governos Locais e Subnacionais dedicados ao desenvolvimento sustentável (ICLEI).
“Nossa participação, assim como as de outros governadores brasileiros, passará uma mensagem de que a agenda ambiental é uma prioridade e que a falta de compromisso federal com o tema não se estende aos Estados brasileiros. Temos também iniciativas importantes para compartilhar e apresentar ao mundo o potencial do Nordeste, uma região estratégica e com uma matriz energética verde”, destacou Paulo Câmara.
Lira tenta aprovar PEC dos Precatórios

Lira convocou uma sessão extraordinária para as 18h desta quarta, na tentativa de colocar o texto em votação. O horário é atípico – em geral, às quartas, a sessão começa às 14h ou às 15h.
O texto é uma das apostas do governo federal para viabilizar o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 400, programa social que deve substituir o Bolsa Família. Os precatórios são dívidas do governo já confirmadas pela Justiça, e a PEC permite que um pagamento menor desses débitos em 2022.
Apesar do esforço do governo e do presidente da Câmara, deputados diziam estar céticos sobre a possibilidade de alcançar o quórum necessário em uma quarta-feira pós-feriado.
Até as 15h45 desta quarta, 303 deputados haviam registrado presença na Casa. Para aprovar uma PEC, é preciso voto favorável de pelo menos 308 deputados.
segunda-feira, 18 de outubro de 2021
Kajuru entrega ao MP investigação de gastos abusivos do governo Bolsona
Em entrevista ao UOL News da noite de hoje, o senador Jorge Kajuru (Podemos-GO) contou que, juntamente com o deputado federal Elias Vaz (PSB-GO), entregou ao MPF (Ministério Público Federal) documentos que comprovam um gasto "abismal e inaceitável" com dois comerciais de 30 segundos sobre a covid-19, em que o governo federal gastou R$ 4 milhões com as produções. "Este governo já autorizou a gastar no ano que vem R$ 420 milhões com publicidade. Ou seja, vale tudo para a reeleição. Mas agora conseguimos provar e entregamos hoje para o Ministério Público Federal .
Efeito Bolsonaro: preço dos combustíveis obriga 62,5% a diminuir uso de carros e motos, diz pesquisa

Vídeo mostra pessoas procurando comida no lixo
Do Blog de Magno Martins
Uma imagem que retrata a situação da fome no Brasil viralizou nas redes sociais hoje, ao mostrar um grupo de nove pessoas procurando alimentos dentro de um caminhão de lixo, no Bairro Cocó, em Fortaleza. O motorista de aplicativo André Queiroz filmou a cena e publicou no aplicativo TikTok, ontem.
Um funcionário de um supermercado próximo ao local onde o vídeo foi feito e que prefere não se identificar afirmou, em entrevista ao G1, que a cena é comum no local, ocorrendo todas as semanas, e que, além disso, crianças também buscam comidas que seriam jogadas fora.
“É isso aí que você vê no vídeo. Faz pena ver essas pessoas nessa situação humilhante. São idosos e até crianças, algumas vezes. As crianças chegam a entrar no caminhão. Os próprios lixeiros ficam sensibilizados. Alguns chegam até ajudar", disse o funcionário.
Ele explicou, ainda, que a cena passou a ser mais corriqueira depois do início da pandemia. Antes, algumas pessoas faziam buscas no local por materiais recicláveis, como papelão, caixas e plásticos.
Danilo Cabral cobra MEC por investimentos em creches
terça-feira, 21 de setembro de 2021
20 governadores rebatem Bolsonaro e negam aumento do ICMS sobre combustíveis

Estado recebe mais de 100 mil doses de vacinas da Astrazeneca
Na tarde desta segunda-feira (20.09), 100.500 imunizantes da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz chegaram a Pernambuco. O voo aterrissou no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes - Gilberto Freyre às 16h50, e as vacinas foram levadas para a sede do Programa Estadual de Imunização (PNI-PE), para checagem, armazenamento e separação por município.

