domingo, 12 de julho de 2020

Gilmar Mendes: procuradores da Lava Jato têm medo porque sabem o que fizeram no sábado passado

Deltan Dallagnol e Gilmar Mendes (Foto: ABr | STF)

247 - O ministro do STF Gilmar Mendes, em live do Grupo Prerrogativas, comentou a contrariedade de procuradores da Lava Jato em compartilhar dados sigilosos com o procurador-geral da República, Augusto Aras.

"Ontem eu participava de uma live com o governador Flávio Dino e ele disse: 'é quase caricatural que o PGR tenha que ir ao Supremo para ter acesso a documentos da Lava Jato em Curitiba'. É no Brasil o rabo abanando o cachorro.O direito ao sigilo e o direito a acesso a documentos é da instituição, é da Procuradoria-Geral, e não de determinadas pessoas", falou o ministro.

Gilmar Mendes ainda afirmou que a força-tarefa da Lava Jato tem "chantagistas eméritos" que, agora, se preocupam com um possível vazamento de dados sigilosos por parte de Aras que poderia resultar em uma chantagem de políticos. "Esses dias alguém me perguntava sobre essa questão: por que tanto cuidado com este sigilo? Esta pessoas que se revelaram vazadores eméritos de notícias, de sigilos, agora estão zelando pelo sigilo dessas pessoas preocupadas com que o procurador-geral venha a vazar, que isto poderá chantagear políticos. E o que eles têm feito? Chantagistas eméritos usando agora o argumento naquela linha de 'vou gritar pega ladrão'. Eu até disse a uma repórter que me procurou que essa gente está temendo qualquer correção porque eles sabem o que fizeram no sábado a noite".


Questionado sobre a ligação entre a Lava Jato e o FBI, revelado pela Vaza Jato, o ministro do Supremo se limitou a dizer: "eu acho que essa é uma outra questão que nós devemos olhar com muito cuidado. Certamente esse tema preocupa, essa cooperação informal entre autoridades".

No Brasil, desinformação é política de Estado

O jornalista João Ruela Ribeiro, do periódico português Público, assina artigo na edição de hoje sobre o presidente Jair Bolsonaro. O texto "No Brasil do 'gabinete do ódio', a desinformação é política de Estado" faz uma análise pessimista do panorama político de nosso país.
"A polarização política levada ao extremo tornou as convicções individuais mais relevantes do que os factos para os milhões de brasileiros que são bombardeados com notícias falsas diariamente.
Quando, na semana passada, Jair Bolsonaro revelou publicamente ter contraído a covid-19, grande parte das reacções dos seus opositores foi de cepticismo acerca dessa informação, rapidamente propagada pelas redes sociais. Para uma parte expressiva da sociedade brasileira, é plausível que o seu Presidente minta em relação ao seu estado de saúde tendo em vista algum tipo de ganho político. Anos de desinformação semearam uma desconfiança entre os brasileiros que será difícil superar", traz o início do artigo.

sábado, 11 de julho de 2020

Angelim e a Covid 19 : Angelim registra 36 casos de cura clinica


O município de Angelim teve hoje mais um caso de cura clinica e agora tem um total 36 casos de de cura clinica.
07 se encontram em insolamento em suas residências com sintomas leves da doença e 02 casos em internamento hospitalar na unidade de Covid 19 municipal e 01 óbito.

O índice de Isolamento Social de Angelim, alcançado foi de 42,0% (77º) 

Sexta feira (10/07) - Lista dos 10 municípios com melhores Índices de Isolamento social do Agreste Meridional - Média estadual - 38,4%

1.Terezinha 49,4% (9º) no Estado

2..Calçado 49,2% (11°)

3.Jupi 47,7% (20º) 

4.Jucati 47,6%(21º)

5 Canhotinho 46,4% (27º)

6.Iati 45,9% (31º)

7.Águas Belas 45,6% (34º)

8.Correntes 44,9% (43º)

9.Palmeirina 43,8% (55º)

10.Saloá 43,8%(57º)

Hélio Doyle desconfia de positivo de Bolsonaro para Covid-19: "ninguém foi contaminado"

Hélio Doyle (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

247 - O jornalista Hélio Doyle foi ao Twitter neste sábado (11) expor sua desconfiança sobre o diagnóstico positivo de Jair Bolsonaro para o novo coronavírus.

Desde que Bolsonaro disse que testou positivo para Covid-19, diversos ministros e pessoas que convivem com ele têm feito testes para a detecção do coronavírus. Nenhum deles foi contaminado, nem mesmo a primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

"Ninguém foi contaminado por Bolsonaro, que não usa máscara e fala cuspindo. Nenhum ministro ou assessor, nem mesmo a mulher que presumivelmente dorme com ele. Alguém ainda acredita ele está com a Covid-19? A imprensa vai continuar fingindo? Cadê um médico para se responsabilizar?", questionou Doyle.

Moro espionava PGR para procuradores do Paraná



FERNANDO BRITO · no Tijolaço

A reportagem da Veja que vai amanhã para as bancas agrava um pouco mais a já delicada situação da Força Tarefa da Lava Jato do Paraná, com a suspeita de que os procuradores chefiados por Deltan Dallagnol fizessem escutas clandestinas.

Mas a revista registra algo que vai além de encrencar os procuradores, mas compromete o verdadeiro chefe da Força Tarefa, Sergio Moro, que teria obtido informações dentro da Procuradoria Geral da República e avisado a turma de Deltan que o “chefe” – Augusto Aras – estava (como é seu papel)interessado em saber da “face oculta” da Lava Jato.

Um alerta enviado pelo próprio Moro a integrantes do MP paranaense reforçou a suspeita. “O chefe de vocês está indo pra cima”, alertou o ex-juiz em uma mensagem a um dos procuradores da Lava-Jato.
É evidente que um ministro da Justiça não pode fazer o papel de “araponga” que vigia o Procurador Geral da República e avisa aos procuradores que são objeto de uma investigação funcional.

Moro, entretanto, continuou, como Ministro, a ter a relação de cumplicidade que tinha com a Força Tarefa que teve em seus tempos de juiz, abandonando, por evidente, a sua obrigação de imparcialidade.

A decretação da suspeição de Moro, que o STF deve analisar em setembro, está sólida. Se não acontecer é que, também ao ser julgada, ela leva em conta o interesse político.

Vale-tudo: Lava Jato vaza delação contra Toffoli como represália pela ‘quebra de sigilo’ da operação


Após a decisão do presidente do STF, Antonio Dias Toffoli, que determinou a Lava Jato a compartilhar dados com a PGR, o site Vortex, que opera como ‘assessoria de imprensa’ da Lava Jato, publicou um suposto vazamento de uma delação contra o presidente do STF

FBI e Deltan Dallagnol (Foto: Reuters | Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)
247 - Deltan Dallagnol e a Lava Jato demonstraram contrariedade com a decisão do STF em determinar o compartilhamento de informações da operação com a PGR e partiram para um vale-tudo digno de filmes de máfia: vazaram uma suposta delação contra o presidente da mais alta corte brasileira.
A reportagem do site DCM destaca que “com um incrível timing, o site publicou uma matéria com o título “OAS bancou reforma na casa de Toffoli, registra planilha da empreiteira” e outra, “Odebrecht fez pagamentos a Toffoli quando ele era advogado-Geral da União, disse Marcelo Odebrecht à PGR”.”

A matéria ainda informa que “em outra matéria, o site cita uma suposta “captura política da PGR”. As matérias foram publicadas poucas horas depois do vazamento da abertura de inquérito contra a irmã do presidente do STF. O site é comandado por Diego Escosteguy, lavajatista que antecipou a condução coercitiva de Lula.”

Acossada pelo bolsonarismo, Globo acena bandeira branca ao PT e diz que "é hora de perdoar" o partido

Lula, William Bonner e Renata Vasconcellos (Foto: Brasil247 | Reprodução)


247 – O jornal O Globo, dos irmãos Marinho, enviou neste sábado uma proposta de paz ao Partido dos Trabalhadores, alvo de uma perseguição midiática e judicial liderada pelo grupo nos últimos anos, que promoveu um golpe de estado em 2016, contra a ex-presidente Dilma Rousseff, e uma eleição presidencial manipulada em 2018, uma vez que os direitos políticos do ex-presidente Lula foram artificialmente subtraídos por um processo de lawfare.

A bandeira branca partiu do jornalista Ascânio Sêleme, que já dirigiu o jornal e hoje é um de seus principais articulistas, na coluna "É hora de perdoar o PT", em que ele argumenta que o partido já foi punido com o impeachment de Dilma e a prisão de seus principais líderes. No artigo, Ascânio argumenta que é preciso reconhecer que 30% dos eleitores brasileiros são de esquerda e que o PT é a principal força político-partidária deste campo.

O aceno de paz, no entanto, não envolve ainda nenhum tipo de autocrítica da Globo por seu papel no golpe de estado de 2016, que abriu espaço para a ascensão do bolsonarismo – fenômeno que hoje ameaça o grupo de comunicação. Desde que chegou ao poder, Jair Bolsonaro tem adotado postura hostil à mídia tradicional e tem estimulado o crescimento de grupos rivais, como a CNN, aparentemente ligada ao empresário Edir Macedo.

Em seu texto, o colunista do Globo também argumenta que não faz sentido isolar o PT, dada a sua expressividade na sociedade brasileira. "Este agrupamento político, talvez o mais forte e sustentável da história partidária brasileira, tem que ser readmitido no debate nacional. Passou da hora de os petistas serem reintegrados", diz ele, que não menciona a devolução dos direitos políticos de Lula. Ascânio também afirma que "o ódio ao PT não faz mais sentido".

Foi este ódio, semeado pela Globo e outros meios de comunicação, que degenerou no bolsonarismo, um fenômeno que envergonha o Brasil aos olhos do mundo e que ameaça a própria Globo.

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Angelim e a Covid 19 : Angelim registrou alta significativa no Isolamento Social


O município de Angelim tem agora  um total 46 casos de Covid19 confirmados.

Registrando um total de 35 curados clinicamente e 08 se encontram em insolamento em suas residências com sintomas leves da doença e 02 casos em internamento hospitalar na unidade de Covid 19 municipal.

O índice de Isolamento Social de Angelim, alcançado foi de 46,2% (25º) 


Quinta feira (09/07) - Lista dos 10 municípios com melhores Índices de Isolamento social do Agreste Meridional - Média estadual - 40,6%


1.Terezinha 53,4% (2º) no Estado


2..Correntes 48,8% (14°)


3.Paranatama 47,2% (21º) 


4.Angelim 46,2%(25º)


5 Iati 45,6% (30º)


6.Jucati 45,6% (31º)


7.Canhotinho 45,1% (41º)


8.Jupi 45,0% (43º)


9.Itaíba 44,2% (49º)


10.São Bento do Una 43,2%(65º)

Globo sugere que Bolsonaro irá nomear Noronha para o STF, após prisão domiciliar para Queiroz

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Do Blog de Esmael

Os veículos de comunicação do Grupo Globo, com sua força total, têm disseminado que o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha, será agraciado com uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) após sua decisão que beneficiou o ex-assessor Fabrício de Queiroz.

Queiroz estava preso desde 18 de junho em decorrência de uma operação do Ministério Público do Rio, que investiga as rachadinhas na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), no período que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) era deputado estadual. Fabrício Queiroz era funcionário do filho do presidente da República.

Segundo a Globo, o ministro do STJ agradou o Palácio do Planalto em decisões como a que mandou para prisão domiciliar Fabrício Queiroz e a mulher dele Márcia Aguiar. A empresa dos Marinho associa a concessão parcial do habeas corpus ao fato de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) estar perto de fazer duas indicações ao Supremo até 2022.

“Noronha é visto como um ministro que agrada ao Planalto em diferentes temas, como a decisão que desobrigou Bolsonaro de exibir exames de saúde, em maio, e a decisão de ontem, que mandou para prisão domiciliar Fabrício Queiroz e Marcia Aguiar, casal que, pela proximidade com a família Bolsonaro, preocupa o governo”, escreveu Andréia Sadi, uma das “moscas brancas” na Globo.

Em novembro próximo, Bolsonaro poderá indicar o substituto do ministro Celso de Mello. O decano completará 75 anos e terá aposentadoria compulsória nessa data.

No ano quem será a vez de Marco Aurélio Mello vestir o pijama e ceder o lugar para outro indicado pelo presidente da República.

Pesquisa aponta disputa polarizada entre Covas e Russomano em São Paulo

Bruno Covas e Celso Russomanno (Foto: GOVSP | Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)


247 - Levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas aponta que o atual prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) , está tecnicamente empatado com o deputado federal Celso Russomano (Republicanos) na corrida eleitoral pela prefeitura. Segundo a pesquisa, que ouviu com 1.200 eleitores entre os dias 4 e 8 de julho, Covas registra 22,8% das intenções de voto, contra 20% dos que dizem preferir Russomano. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Covas também lidera na preferência espontânea do eleitorado, com 22,6%, contra 18,3%de Russomano.

Em seguida, aparecem o presidente da Fiesp, Paulo Skaf (MDB), com 10,4% das intenções de voto, o ex-governador Márcio França (PSB), com 7,7% e a ex-prefeita Marta Suplicy (Solidariedade), com 6,9%. 

Já o líder do MTST, Guilherme Boulos (PSOL), registra 5,7% da preferência do eleitorado, à frente de Andrea Matarazzo (PSD), com 3,6%, e do deputado estadual Arthur do Val (Patriota), com 2,8%. Ainda conforme a pesquisa, Jilmar Tato (PT) tem 1,9% das intenções de voto e Joice Hasselmann (PSL) 1,3%. 


Já Orlando Silva (PCdoB) e Filipe Sabará (Novo) aparecem com 0,6% e 0,5%, Outros 11,5% dos entrevistados disseram que não votariam em nenhum dos nomes que aparecem na lista e 4,5% disseram que não sabem em que votariam.

Dois membros do MBL são presos em operação contra lavagem de dinheiro em São Paulo

(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil | Divulgação Polícia Civil)

247 - Dois integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) foram presos na manhã desta sexta-feira (10) em uma operação realizada pela Polícia Civil, Ministério Público Estadual e Receita Federal. Eles são investigados pelo desvio de mais de R$ 400 milhões de empresas, segundo a polícia. De acordo com o MP, os presos são investigados por lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

O MBL foi fundado em 2014 com o objetivo de criar mobilizações para o golpe contra a presidente Dilma Roussef. Assumindo-se como grupo de direita, o MBL tornou-se uma organização política com objetivo de eleger seus principais líderes. O mais conhecido deles, Kim Kataguiri, elegeu-se deputado federal. O grupo apoiou Jair Bolsonaro nas eleições de 2018, mas rompeu com ele no fim de 2019.

São cumpridos seis mandados de buscas e apreensão e dois de prisão na cidade de São Paulo e em Bragança Paulista, no interior do estado. Um dos mandados de busca ocorre na sede do MBL.


A operação chamada de "Juno Moneta" faz referência ao antigo templo romano onde as moedas romanas eram cunhadas.

Cerca de 35 policiais civis do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE) e 16 viaturas participam da operação.

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Angelim e a Covid 19 : Angelim registrou hoje o primeiro óbito causado pela doença



O município de Angelim registrou hoje o primeiro óbito causado pelo Covid 19.

A vitima trata-se de uma pessoa do sexo feminino com 77 anos de idade, residente na cidade. que teve problemas respiratórios e foi atendida inicialmente no Hospital municipal e depois transferida para o Dom Moura onde veio a óbito, foi enterrada na cidade de São João.

Com esse óbito confirmado da doença, agora o município tem um total 46 casos de Covid19 confirmados.

Registrando um total de 35 curados clinicamente e 09 se encontram em insolamento em suas residências com sintomas leves da doença e 01 caso em internamento hospitalar na unidade de Covid 19 municipal além de 01 óbito.

Angelim e a Covid 19 : Angelim registrou hoje mais 01 caso da doença



O município de Angelim registrou hoje mais 01 caso da doença, e agora te, um total 45 casos de Covid19 confirmados.
Registrando um total de 35 curados clinicamente e 09 se encontram em insolamento em suas residências com sintomas leves da doença e 01 caso em internamento hospitalar na unidade de Covid 19  municipal.


O índice de Isolamento Social de Angelim, alcançado foi de 40,0% (110º) 

Segunda feira (08/07) - Lista dos 10 municípios com melhores Índices de Isolamento social do Agreste Meridional - Média estadual - 39,1%

1.Terezinha 53,8% (2º) no Estado

2..Calçado 47,8% (11°)

3.Itaíba 47,7% (12º) 

4.Iati 46,6%(18º)

5 Brejão 45,7% (27º)

6.Jucati 44,7% (36º)

7.Correntes 44,6% (37º)

8.Palmeirina 44,0% (46º)

9.Águas Belas 43,6% (51º)

10.Canhotinho 43,5%(52º)

Toffoli determina que Lava Jato compartilhe todos os dados com a PGR


Centrão indica ex-deputado Alex Canziani para o MEC

Do Blog de Esmael
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O ex-deputado federal Alex Canziani (PTB-PR) é o novo cotado para assumir o Ministério da Educação (MEC). Ele foi indicado ao  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por parlamentares do Centrão.

Canziani foi deputado federal por cinco mandatos e já presidiu a Frente Parlamentar de Educação na Câmara. Em 2018, ele disputou uma vaga ao Senado, mas não conseguiu se eleger.

Se confirmado, o ex-deputado paranaense será o quarto ministro da Educação do governo Bolsonaro. O primeiro, Ricardo Vélez Rodríguez, permaneceu pouco mais de três meses no posto; o segundo, Abraham Weintraub, 14 meses; e o terceiro, Carlos Alberto Decotelli, apenas cinco dias.

Além de Canziani, também estão cotados para cargo Anderson Correia (reitor do ITA), Milton Ribeiro (ex-vice-reitor da Universidade Mackenzie) e o deputado federal Vitor Hugo (PSL-GO).

O MEC está sem ministro desde o dia 18 de junho.

CNJ quer saber de onde juíza Gabriela Hardt tirou R$ 500 milhões oferecidos ao governo para combate ao coronavírus

Gabriela Hardt (Foto: Enéas Gomez/Divulgação)


247 - O corregedor-geral de Justiça, ministro Humberto Martins, deu prazo de 15 dias para a juíza Gabriela Hardt explicar a origem da oferta de R$ 500 milhões oferecidos ao governo em nome da Operação Lava Jato para combate ao coronavírus. A magistrada ficou conhecida pela decisão “copia e cola” contra o ex-presidente Lula ao substituir Sérgio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba (PR).

A oferta do dinheiro cumpre uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), assinada pelo presidente do órgão, ministro Dias Toffoli. A decisão prioriza a destinação de recursos de multas ao combate à pandemia do coronavírus. 

Segundo o Jornal Nacional, a resolução apontou que "os tribunais deverão disciplinar a destinação dos recursos provenientes do cumprimento de pena de prestação pecuniária, transação penal e suspensão condicional do processo nas ações criminais, priorizando a aquisição de materiais e equipamentos médicos necessários ao combate da pandemia Covid-19, a serem utilizados pelos profissionais da saúde".

O ministro Humberto Martins quer saber, no entanto, qual a origem dos recursos oferecidos.

Provas do Enem serão em janeiro e fevereiro de 2021


Do G1

As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 serão aplicadas em janeiro e fevereiro de 2021, anunciou o Ministério da Educação (MEC) nesta quarta-feira (8).
Adiado após pressão de estudantes e parlamentares por causa da pandemia de Covid-19, o novo cronograma do Enem prevê:
  • Provas impressas: 17 e 24 de janeiro, para 5,7 milhões inscritos
  • Prova digital: 31 de janeiro e 7 de fevereiro, para 96 mil inscritos
  • Reaplicação da prova: 24 e 25 de fevereiro (para pessoas afetadas por eventuais problemas de estrutura)
  • Resultados: a partir de 29 de março
O anúncio foi feito pelo secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, e o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, durante coletiva de imprensa, em Brasília.
A nova data foi definida mais de quatro meses após a suspensão das aulas presenciais e fechamentos das escolas em todo o Brasil por causa da disseminação do coronavírus.
"Entendemos que essa decisão não seja perfeita e maravilhosa para todos", afirmou Vogel. "Mas buscamos uma decisão técnica, que melhor se adequava para todos."
Segundo o MEC, a data não prejudicará o ingresso dos aprovados nas universidades no primeiro semestre de 2021.
"Se a gente deixasse para maio do ano que vem, os ingressos [nas faculdades] seriam somente no segundo semestre do ano que vem", justificou Vogel, afirmando que a definição da data do Enem traz uma "reação em cadeia" em relação a processos e programas como Sisu, Prouni, Fies e as matrículas públilcas e privadas no ensino superior.
O secretário-executivo do MEC também afirmou que um segundo Sistema de Seleção Unificada, Sisu, poderá ser aplicado em 2021.

Compromisso com a Lava Jato dá curto circuito na mídia nacional


Por Ricardo Amaral e José Chrispiniano*

Raros textos são tão reveladores da má consciência da mídia sobre seu papel na farsa jurídica da Lava Jato quanto o artigo de Eliane Cantanhêde (“Nem heróis nem vilões”) no Estadão deste domingo. Em busca de uma imparcialidade tardia, o texto reflete o dilema atual do jornalismo brasileiro: como descartar, sem maior prejuízo de credibilidade, os “heróis” que ela criou ao longo de uma cobertura parcial e politicamente direcionada. E como dar essa guinada sem fazer justiça ao “vilão” Luiz Inácio Lula da Silva.

O artigo concede que José Genoíno foi condenado no mensalão “talvez exageradamente” e admite que haveria “alguns excessos” na sentença do tríplex contra Lula. Mas abordar dois notórios erros judiciais com a naturalidade de um passeio pelo jardim não é exatamente uma correção de rumo. É seguir sancionando a instrumentalização do Judiciário e do Ministério Público como arma de disputa política, como fez nossa imprensa com a Lava Jato do começo ao fim, que agora parece necessário e inexorável.

A cobertura da Lava Jato entrou em curto-circuito junto com a operação em si porque nem uma nem outra se sustentam em fatos e provas, mas na simbiose típica dos julgamentos midiáticos. Nesta semana em que se comprovou a relação indecente e ilegal da força-tarefa com o FBI, Deltan Dallagnol ganhou mais tempo para se defender no Jornal Nacional que os advogados de Lula ao longo de cinco anos. Não custa lembrar: de janeiro a agosto de 2016, o JN somou 13 horas de noticiário negativo contra Lula, preparando a denúncia do powerpoint que hoje se volta contra Dallangnol.

O tratamento editorial abusivamente desequilibrado da Globo ditou a cobertura da mídia e de seus colunistas, que hoje se agarram nas “provas robustas”, jamais exibidas, do caso Atibaia. Da mesma forma que na desmoralizada ação do tríplex, também neste processo Lula foi condenado por “atos indeterminados”. E a prova mais “robusta” dos fatos é um laudo técnico, ignorado por Sergio Moro e censurado pela Globo, mostrando que foi depositada para um executivo da Odebrecht, e não para “obras no sítio”, a tal transferência de R$ 700 mil incluída na sentença.

O reconhecimento da farsa judicial contra Lula não é, portanto, uma questão de “simpatia” pelo ex-presidente ou pelo PT, por parte de um procurador-geral indicado por Jair Bolsonaro, muito menos dos ministros do Supremo Tribunal Federal, como propõe o artigo. É uma imposição de justiça, diante da qual autores e cúmplices não imaginavam ter de prestar contas tão cedo. Uma questão objetiva, a ser examinada à luz da lei por instituições que, por definição, têm de preservá-la e preservar-se acima de circunstâncias políticas.

É tão fácil quanto fútil afirmar que o PT, Lula ou quem quer que seja “demoniza” a Lava Jato, sem enfrentar objetivamente a suspeição de Moro e a dos procuradores, como sustenta a defesa do ex-presidente em dois pedidos de habeas corpus que tramitam no STF. Ninguém foi mais demonizado neste país do que Lula, seu partido e sua família, por uma imprensa que erigiu falsos heróis e agora se vê na contingência de descartá-los, como fez com Aécio Neves e Eduardo Cunha quando perderam utilidade.

O dilema da mídia – e dos interesses que vocaliza – é lançar fora o veneno da Lava Jato preservando seu principal efeito, que foi a proscrição política de Lula. E, se possível, reconstruir o mito Sergio Moro, o que exige falsificar duas vezes a história. Em primeiro lugar, a Lava Jato não combateu a impunidade: negociou-a no balcão das delações que premiaram 99% dos acusados. E foi com a cobertura da mídia que Sergio Moro “fez a diferença”, demonizou Lula, o PT e a própria política, abrindo o caminho para Jair Bolsonaro, o filho que agora rejeitam.

(*) Ricardo Amaral e José Chrispiniano são jornalistas. Artigo reproduzido da Rede Brasil Atual.

João Paulo ameaça reeleição de Lupércio

Se as eleições para prefeito de Olinda fossem hoje, a disputa se daria num segundo turno entre o prefeito Lupércio (SD) e o ex-prefeito do Recife, deputado estadual João Paulo (PCdoB). É o que aponta a pesquisa do Instituto Potencial feita com exclusividade para este blog. Lupércio aparece na dianteira com 34% das intenções de voto, mas João Paulo vem em segundo com um percentual considerável, de 21%. Antônio Campos (PRTB), que disputou a eleição passada indo ao segundo turno com Lupércio, pontua 2%, mesmo percentual de Pedro Mendes (PSB) e Gustavo Rosas (PROS). Presidente da Câmara, o vereador Jorge Pontual (PSL) tem apenas 1%.

Armando Sérgio, do Avante, Celso Muniz, do MDB, e Júnior Lenine, do Psol, não pontuaram. Brancos e nulos somam 17% e 21% disseram não quiseram responder ou afirmaram não saber responder. Na sondagem espontânea, na qual o entrevistado tem que informar o candidato da sua preferência sem o auxílio da lista com todos os nomes dos candidatos, o prefeito também lidera, mas cai para 25%, enquanto João Paulo vem em segundo com 12%. Antônio Campos, Gustavo Rosas e Pedro Mendes foram citados por 1%. Dos entrevistados, 48% disseram que não sabiam responder ou se recusaram a responder, enquanto 13% disseram que anulariam o voto.
Foram ouvidos por telefone 600 eleitores de Olinda entre os dias 4 e 8 deste mês. A margem de erro é de 4% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o protocolo de número 04565/2020. A metodologia adotada foi a de pesquisa quantitativa, com entrevistas pessoais telefônicas junto aos eleitores com 16 anos ou mais, conduzidas mediante aplicação de questionário estruturado, elaborado especificamente para este estudo. A amostra foi segmentada por cotas de sexo e faixa etária baseada nas informações do TSE - TRE/PE, de forma representativa do universo em estudo (eleitores de Olinda), num total de 600 entrevistas, distribuídas proporcionalmente pelas Regiões Político-Administrativas definidas oficialmente pela prefeitura.
GESTÕES
O Potencial também sondou por telefone os entrevistados sobre o nível de satisfação das administrações municipal, estadual e federal. Entre os níveis, o Governo Paulo Câmara é o mais aprovado, com 52% de ótimo e bom e 43% de desaprovação. Já a gestão do prefeito Lupércio é aprovada por 46% e rejeitada por iguais 46%, enquanto o Governo Bolsonaro é reprovado por 68% dos entrevistados e aprovado por apenas 30%.

Milícia digital implodida pelo Facebook é chefiada por Carlos Bolsonaro e deve ser investigada pela CPI e pelo STF


Flávio, Jair, Eduardo e Carlos Bolsonaro (Foto: Reuters | Roberto Jayme/Ascom/TSE)

(Reuters) - O Facebook suspendeu nesta quarta-feira uma rede de contas na rede social que a empresa disse ter sido usada para espalhar mensagens políticas de desinformação por assessores do presidente Jair Bolsonaro e de dois de seus filhos.

A empresa afirmou que, apesar dos esforços para disfarçar quem estava por trás da atividade, foram encontrados vínculos com as equipes de dois parlamentares, assim como de assessores do presidente e de seus filhos Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que é deputado federal, e Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), que é senador.


Nathaniel Gleicher, chefe da política de segurança cibernética do Facebook, disse que as contas foram removidas por usarem perfis falsos e outros tipos de “comportamento não-autêntico coordenado”, o que viola as regras da companhia.

Ele disse que não há evidências de que os próprios políticos tenham operado as contas. “O que podemos provar é que os funcionários desses gabinetes estão envolvidos em nossas plataformas nesse tipo de comportamento”, disse ele à Reuters antes do anúncio oficial da empresa.

Procurado pela Reuters, o Palácio do Planalto não respondeu de imediato a pedido de comentários.


Flávio Bolsonaro disse em nota que o governo Bolsonaro foi eleito com forte apoio popular nas ruas e nas redes sociais e, por isso, é possível encontrar milhares de perfis de apoio.

“Até onde se sabe, todos eles são livres e independentes”, disse a nota, acrescentando que, pelo relatório do Facebook, “é impossível avaliar que tipo de perfil foi banido e se a plataforma ultrapassou ou não os limites da censura”.

As alegações do Facebook se somam à atual crise política no Brasil, onde apoiadores de Bolsonaro e filhos do presidente têm sido acusados de realizar campanhas online coordenadas para atacar adversários políticos do presidente.

As acusações estão sendo abordadas em uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito no Congresso, a CPMI das Fake News, e também são alvo de uma investigação separada do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre ataques ao Judiciário, que já resultou em operações policiais de busca e apreensão em casas e escritórios de aliados de Bolsonaro.

O presidente, que também é alvo de críticas pela resposta do governo federal à pandemia de coronavírus, disse que a investigação do STF é inconstitucional e pode resultar em censura no Brasil, ao restringir o que as pessoas podem dizer nas redes sociais.

O Facebook está sob crescente pressão nas últimas semanas para policiar melhor como os grupos políticos usam sua plataforma. Centenas de anunciantes aderiram a um boicote destinado a forçar a empresa a bloquear o discurso de ódio, e vários funcionários saíram no mês passado devido à decisão do CEO, Mark Zuckerberg, de não questionar posts inflamatórios de Trump.

O Facebook também suspendeu outras três redes de desinformação nesta quarta-feira, incluindo uma que atribuiu a Roger Stone, um amigo de longa data e conselheiro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

No caso do Brasil, Gleicher disse que sua equipe identificou e suspendeu mais de 80 contas no Facebook e em seu site de compartilhamento de fotos, o Instagram, como parte da rede de desinformação. As contas acumulavam 1,8 milhão de seguidores, disse ele, e algumas datam de 2018.

Pesquisadores do Laboratório de Pesquisa Forense Digital do centro de estudos Atlantic Council, que passaram uma semana analisando a atividade identificada pelo Facebook, disseram ter encontrado cinco assessores políticos atuais e do passado que registraram e operaram as contas.

Algumas dessas contas se passavam falsamente por pessoas e veículos de comunicação para espalhar “visões hiperpartidárias” de apoio a Bolsonaro e atacar seus críticos, disse a pesquisadora Luiza Bandeira. Entre os alvos estavam parlamentares da oposição, ex-ministros e membros do STF.

Mais recentemente, as contas também apoiaram as alegações de Bolsonaro de que os riscos da pandemia de coronavírus são exagerados. A doença já matou mais de 66.000 pessoas no Brasil, e o próprio Bolsonaro teve exame positivo nesta semana.

“Sabemos há muito tempo que, quando as pessoas discordam de Bolsonaro, são alvo dessa máquina que usa a desinformação online para ironizá-las e desacreditá-las”, disse Bandeira. “Então, saber agora que parte desses ataques vem de pessoas diretamente relacionadas à família Bolsonaro, isso explica muito.