terça-feira, 9 de abril de 2019

Vox: rejeição à reforma é maior nas questões concretas




FERNANDO BRITO  no Tijolaço


Os resultados da pesquisa Vox Populi, encomendada pela Central Única dos Trabalhadores, mostram que será “uma pedreira” conseguir os votos para a aprovação dos pontos centrais da proposta apesentada pelo Governo.

Embora a pesquisa mostre uma rejeição de 65% à reforma como um todo – 
26% são a favor do texto da reforma e 9% não souberam ou não quiseram responder -, é quando seu conteúdo é questionado diretamente que são maiores os níveis de reprovação.

A idade mínima absoluta – hoje ela se articula com o tempo de contribuição – é recusada por 73% dos entrevistados e aprovada por apenas 19%.

Alcançar o rendimento integral só ao atingir 40 anos de contribuição é ainda mais rejeitado: 81% contra e só 12% favoráveis.

É a maior taxa de recusa, da qual só se aproxima a redução das pensões por morte (que podem ser até menores que o mínimo), rejeitada por 79% dos entrevistados e apoiada por somente 14%.

Mudanças na aposentadoria rural, item que parece já sepultado pela reação do Congresso, alcança 72 de rejeição, contra 19% de aprovação.

Na mesma situação de dificuldade entre os parlamentares, a ideia de mexer com os benefícios de prestação continuada a idosos e deficientes vai a 79% de recusa, contra apenas 13% de aprovação.

Na lista das propostas praticamente natimortas, a capitalização é a menos rejeitada, com 69% contrários e 19% a favor.

O descontentamento com as propostas do governo é maior nas regiões Nordeste e Sudeste e menor na Região Sul. Cresce entre as mulheres e os católicos, embora entre os evangélicos os índices sejam bem ruins. E não há variações significativa quando consideradas faixa etária, renda ou grau de instrução.

A íntegra da pesquisa pode ser vista aqui.

Crítico da esquerda, novo ministro preocupa


“caçador de esquerdistas”
Gera apreensão sobre política para ensino superior
Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo

Tua fama te precede - A indicação de Abraham Weintraub para o Ministério da Educação criou forte expectativa entre gestores da área e integrantes do governo a respeito da política que ele vai adotar para o ensino superior. O economista, que está com Jair Bolsonaro desde a campanha, critica desde os encontros do grupo que coordenou a transição o que vê como expressiva influência da esquerda no comando das universidades públicas. Já naquela época, pregava o expurgo de quadros ligados à oposição.
Membros do próprio governo brincaram nesta segunda (8) com a mística que se criou em torno de Weintraub chamando-o de “caçador de esquerdistas”.
O novo ministro promete gestão técnica. Por isso, ex-integrantes do MEC, entidades ligadas à pasta e militares avaliam que é preciso esperar as primeiras ações para mensurar qual o tamanho da influência de Olavo de Carvalho sobre Weintraub.

Mudar de casa foi bom para o bolso do ex-ministro Vélez Rodriguez


demora para a exoneração de Ricardo Vélez do MEC foi providencial para ele: caso saísse antes de completar 90 dias no cargo, o ex-ministro teria que devolver aos cofres públicos os R$ 61 mil que recebeu de auxílio-mudança.

Com a demora —a exoneração já era esperada havia pelo menos 15 dias —Vélez poderá poupar os recursos.
O ex-ministro poderá receber ainda mais cerca de R$ 60 mil para fazer a mudança de volta, caso retorne à cidade de Londrina, no Paraná, onde dava aulas.  (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)

segunda-feira, 8 de abril de 2019

O Globo: “olavetes” voltarão a comandar MEC “xinga, xinga”



Do Tijolaço

Para quem – inclusive eu mesmo – tinha dúvidas que a sandice na gestão da Educação brasileira ia continuar, a notícia de O Globo é devastadora:


O novo ministro da Educação Abranham Weintraub , indicado nesta segunda-feira para o cargo pelo presidente Jair Bolsonaro , deve reconduzir à pasta ex-alunos do ideólogo de direita Olavo de Carvalho , demitidos pelo então ministro Ricardo Vélez. De acordo com uma fonte do Palácio do Planalto , o ministro também deverá exonerar militares colocado na área por seu antecessor
A lista de exoneração é encabeçada pelo tenente-brigadeiro do ar Ricardo Machado Vieira nomeado para o o cargo de secretário-executivo do MEC há dez dias. Para o lugar deverá ser indicado Eduardo Melo, que havia sido exonerado por Vélez do posto de adjunto na Secretaria Executiva do MEC, no dia 11 de março.

Alguém que manda fazer “o que o professor Olavo faz: xinga, xinga” não merece nem ser professor, quanto mais ministro da Educação.

Bolsonaro anuncia demissão de Vélez e confirma Weintraub para comandar MEC...



247 - O presidente Jair Bolsonaro anunciou em uma rede social nesta segunda-feira (8) a demissão do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez. De acordo com o chefe do Planalto, o novo ministro será Abraham Weintraub.


"Comunico a todos a indicação do Professor Abraham Weintraub ao cargo de Ministro da Educação. Abraham é doutor, professor universitário e possui ampla experiência em gestão e o conhecimento necessário para a pasta. Aproveito para agradecer ao Prof. Velez pelos serviços prestados", disse.

O ministro vinha colecionando uma séria de polêmicas que provocaram a demissão de mais de 10 pessoas dentro da pasta. 

No último dia 26, por exemplo, o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Marcus Vinicius Rodrigues, foi exonerado, após a publicação de uma portaria que adiava para 2021 a avaliação da alfabetização de crianças. A medida foi revogada.

Outra iniciativa de Vélez permitiria a compra de livros com propagandas ou até mesmo erros de português. O edital foi anulado.

Em fevereiro, o então ministro disse à Revista Veja que o brasileiro é um "canibal". "Rouba coisas de hotéis, rouba o assento do salva-vidas do avião. Ele acha que sai de casa e pode carregar tudo", afirmou.

Também no final daquele mês ele assinou uma carta para ser enviada a diretores de escolas pedindo a filmagem de crianças cantando o hino nacional e que proferirem o slogan da campanha de Bolsonaro - "Brasil acima de tudo. Deus acima de todos".

O ministro disse que a declaração sobre os brasileiros foi infeliz. No caso da carta, ele também reconheceu o erro de fazer o pedido sem autorização dos pais.

Evangélicos e católicos avaliam Bolsonaro: autoritário e orgulhoso

Detalhamento do Datafolha revela que os católicos fazem avaliação mais crítica da personalidade do presidente do que os evangélicos.
No primeiro grupo, 60% o veem como autoritário, 56% como orgulhoso e 55% dizem que ele trabalha pouco.
Entre os evangélicos, 49% dizem que ele é autoritário, 39% que trabalha pouco e 37% que é orgulhoso. (FSP)

Lula, magistrados e a elite conservadora


LulaFoto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Por Alex Ribeiro no Blog da Folha
Perto de completar um ano na prisão, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desperta paixões das mais extremas. Diante da sua representatividade ele se tornou o presidente mais popular da história do País, principalmente pelos seus feitos aosconsiderados mais pobres, como o Bolsa Família e o Prouni. No entanto, o ódio ao líder mor petista cresceu significativamente em boa parte da classe política e dos magistrados – alguns deste grupo são defensores ferrenhos da atuação da Operação Lava Jato. 

Diante dessa aversão a figura de Lula pelos magistrados é significativo analisar as principais figuras públicas que estão à frente da Lava Jato. Professores de Universidades Federal do Paraná, como Ricardo Costa de Oliveira, Mônica Helena Harrich Silva Goulart e Ana Crhistina Vali e o professor da Universidade Federal de Campina Grande-Paraíba, José Marciano Cordeiro, realizaram um levantamento sobre as relações familiares, a estrutura do poder político, os partidos políticos, e as formas de nepotismo dos Operadores de Direito que foram os principais responsáveis pela ódio a classe política e também ao antipetismo.

O método utilizado para essa composição social é chamado de prosopografia. Este
procedimento ajuda a identificar a biografia, a trajetória profissional e a formação de um determinado grupo. Até o período que o juiz Sérgio Moro atuava na Operação, a Lava Jato possuía 22 membros em sua força-tarefa.

Moro é descendente de italianos que chegaram no Paraná na década de 60. Ele é casado com Rosângela Wolff de Quadros. Esta faz parte da Advocacia Zucolotto Associados em Maringá. Escritório que defende empresas petrolíferas estrangeiras. Os dois pertencem a famílias com parentes desembargadores e que passaram a formar parte do estamento burocrático do Paraná mantendo seus privilégios e poderes. Rosângela é a procuradora da Federação Nacional das APAES. 

O secretário é Flávio José Arms, que tem atuação política no órgão. O sobrinho de Flávio, Marlus Arms de Oliveira, atuou juridicamente no mesmo órgão e foi advogado do ex-deputado Eduardo Cunha e sua esposa Cláudia Cruz, além do ex-diretor da Petrobras, Renato Duque. Ou seja, são redes jurídicas que operam em harmonia. E, claro, há quem lucre com isso.

Já o procurador Deltan Dallagnol, nascido no Paraná, é filho do procurador de justiça, Agenor Dallagnol, que também é membro da Igreja Batista. Os valores desta família são ligados a ideologias do país na década de 70, período Militar. 

Até 2018, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima atuava na Lava Jato. Ele era considerado o estrategista da investigação. Ele é filho do deputado estadual da Arena
- partido que apoiava o regime militar - Osvaldo dos Santos Lima. Este ainda foi
promotor e presidente da Assembleia Legislativa do Paraná em 1973. O avô de Carlos Fernando foi Luiz dos Santos Lima, também magistrado e atuante em São Mateus do Sul, no Paraná.

O breve levantamento deste triunvirato da Operação Lava Jato nos mostra a
característica deste colegiado. Elas agem por conceitos, por ideias, vivências, mesmo que até inconscientemente. A operação jurídica do grupo revela que existe uma sobrevivência nos modos operandi da justiça desde a época do Império do Brasil. Os pensamentos políticos destas pessoas se equivalem. A teia familiar é o maior exemplo disso.

Se cabe ou não a punição ou a soltura de Lula é a justiça que vai resolver. Mas os
magistrados que compõem este Poder são repletos de vícios, pertencentes a dinastias jurídicas. São pessoas que beberam da prática do discurso dito cristão em prol da família, da moral e dos bons costumes. São eles os responsáveis por decidir quem são inocentes ou culpados. E a História revela quem são os grupos mais julgados e condenados. E com certeza não eram os mais privilegiados. Para estes, o "timing" é diferente.

*Alex Ribeiro é doutorando em História Política pela Universidade Federal da Bahia, cientista político pela UFPE e jornalista.

Moro inventou uma história para condenar Lula, diz Okamotto



Brasil de Fato - O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, afirmou neste domingo (7) que o processo que desencadeou a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 7 de abril de 2018, é produto de uma mentira inventada pelo ex-juiz Sérgio Moro. 

“O Lula é um homem vigiado, um homem acompanhado pela imprensa. Ele não é imbecil e não tem em sua índole isso de ficar aceitando favores em troca de corrupção. Esse Sérgio Moro, esse político, conseguiu manipular a imprensa brasileira, inventar uma história e condenar Lula”, afirmou Okamotto em entrevista à Rádio Brasil de Fato. 

Segundo ele, o ex-presidente foi vítima de uma articulação judicial e midiática para convencer “a população de que Lula receberia um apartamento como propina. Lula foi presidente da República, deputado, líder sindical. Seria bobo, caipira se ele aceitasse um apartamento como propina. Mas conseguiram convencer a população de que ele seria capaz de receber o apartamento e com isso o condenaram em uma farsa, uma mentira, uma sacanagem muito grande”, afirma. 

Em janeiro de 2018, o ex-presidente foi condenado em segunda instância pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) a 12 anos e um mês de prisão pelo caso que ficou conhecido como “Triplex do Guarujá”. Em fevereiro deste ano, o presidente foi novamente condenado, desta vez por um suposto recebimento de propina por meio da reforma de um sítio em Atibaia (SP). Nas duas condenações, não foram apresentadas provas contundentes de que Lula é culpado.

Segundo Okamotto, a prisão do petista, que completa um ano neste domingo, teve como objetivo impedi-lo de participar das eleições presidenciais de outubro de 2018, em que o ex-presidente era o favorito. 

“Em uma disputa eleitoral, um projeto como o do PT pode ser derrotado por um projeto de direita, liberal, social democrata. Faz parte do jogo democrático em uma disputa eleitoral você perder ou ganhar. O que é lamentável é que fomos impedidos de ter uma disputa justa”, afirma. 

Ainda para ele, o que temos hoje ao invés de um possível terceiro governo Lula “é uma visão tosca de destruir todos os direitos que foram conquistados, destruir todas as políticas que começaram a ser construídas".

"Nós começamos a pouco tempo a dar algum direito para as pessoas, começamos a pouco tempo dar oportunidade para as pessoas. Isso está sendo destruído de uma forma violenta”, completa.

Aviso a Moro


O sindicato dos auditores da Receita, Sindifisco, enviou carta ao ministro Sergio Moro (Justiça) com reparos à tentativa do ex-juiz de levar para dentro de sua pasta a discussão sobre a redução de tributos que incidem sobre cigarros.

 “Com a devida vênia”, diz o texto, “a formulação de política tributária é uma atribuição, por excelência, do Ministério da Economia, mais precisamente da Secretaria da Receita Federal.” (Painel da FSP)

Reforma: a favor e contra

Uma pesquisa feita a partir da análise das postagens de deputados nas redes sociais mostra que aumentou o número dos que se manifestam favoravelmente à reforma —de 78 no mês passado para 108 em abril, ou 21% do total.

O número de deputados que se dizem contra alterações na Previdência  também subiu —de 117 para 137, ou 26,7% do total.
Do restante, 168 (32,7%) estão indecisos (manifestam-se a favor de alguma reforma, mas criticam pontos da que foi apresentada pelo governo) e cem (19,5%) ainda não se manifestaram.
A pesquisa é da startup Arquimedes, que atualiza os números em tempo real.(Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)

domingo, 7 de abril de 2019

Lula: um ano hoje de sua prisão


O ex-presidente Lula completa um ano no cárcere, neste domingo (7), ainda inconformado com sua prisão.

O petista segue com o discurso de que é alvo de injustiça e perseguição, e rechaça a possibilidade de ele próprio pedir por um regime domiciliar.
Não verga - Lula diz que não vai se submeter a regras que considera constrangedoras ou alegar que está debilitado para sair da cela. Ele anseia pelo julgamento de seu caso nas cortes superiores.
“Prefiro andar de cabeça erguida aqui dentro do que ficar de cabeça baixa lá fora”, cravou a um aliado. 
O petista preparou mensagem à militância que acampa em frente à PF. (Painel – FPS)

Damares rejeitará recomendação da Procuradoria

Damares: negativa à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão Foto: Jorge William / Agência O Globo/21-02-2019
Época - Por Guilherme Amado


Damares Alves prepara uma resposta negativa à recomendação da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), vinculada à PGR. O texto já foi discutido.
Na quinta-feira, a PFDC recomendou que ela revogue a nomeação dos novos conselheiros da Comissão da Anistia.
A procuradoria diz que o novo conselho tem "pelo menos cinco militares de carreira, além de pessoas com atuação judicial contrária à concessão de reparação" a anistiados políticos.

sábado, 6 de abril de 2019

Bateu, levou entre tucanos em São Paulo


Declaração do governador João Doria (PSDB-SP) ao Valor, nesta sexta (5), irritou profundamente parte considerável do PSDB. Ele disse que a sigla deixará de ser “um depósito de desempregados”. A fala tinha endereço certo: seu desafeto, o ex-governador Alberto Goldman, mas muita gente vestiu a carapuça.

Aliados de Doria entraram em campo para acalmar os ânimos. Pessoas próximas explicaram que a fala foi feita “com o fígado” para rebater acusação que ele havia recebido de Goldman na véspera. O governador se prepara para assumir totalmente o controle do partido neste ano. 
Bateu, levou - Mesmo sem saber que era o único destinatário do ataque, Goldman respondeu: “Comecei minha vida política na década de 1960, lutando para o Brasil ter um regime democrático, enquanto ele só pensa em dinheiro”. (Painel – FSP)

Ciro nos Estados Unidos: vassalagem vergonhosa a Trump

Bolsonaro na iminência de uma ‘grande confusão’
Na sua fala no painel dos ex-presidenciáveis na Brazil Conference, em Boston, Ciro Gomes disse que o Brasil sob Jair Bolsonaro está na iminência de “uma grande confusão”. Ele fez críticas à política fiscal do governo, mas afirmou que Paulo Guedes, “alguém com formação em Chicago”, não pode ser chamado de “Tchuthuca nem Tigrão”, porque é alguém inteligente.

No estilo “metralhadora giratória” que lhe caracteriza, Ciro distribuiu críticas aos colegas de painel, a Bolsonaro, a Dilma Rousseff, ao PT, aos demais ex-candidatos que nem estão no painel, a Fernando Henrique Cardoso, a Donald Trump e muitas outras pessoas.
Criticou, como Alckmin já fizera, o alinhamento incondicional de Bolsonaro a Trump, que chamou de “vassalagem vergonhosa”.
Brasil caudatário de Trump
Já Geraldo Alckmin na mesma coferência,  iniciou sua fala sobre os 100 primeiros dias do governo Jair Bolsonaro criticando aspectos da gestão, como a política externa. “O Brasil é caudatário do Trump, sem a menor necessidade. Compra uma briga com o mundo árabe de graça”, afirmou. Para o tucano, o governo sofre um “desgaste de material” muito rápido, com as avaliações de ruim e péssimo superando o ótimo e bom. “O governo está fazendo discussões sem sentido, como se foi golpe ou não foi golpe”, afirmou.
Alckmin disse que o PSDB não vai entrar na base, nem terá cargos no governo. Ele desdenhou da discussão sobre nova e velha política. “Quem começou a implementar a austeridade fiscal em São Paulo foi Franco Montoro, um homem no fim da vida”, afirmou. (Estadão – BR 18)

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Prefeito Douglas Duarrte participa de reunião em Jupi para discutir Previdência Social

Prefeito Douglas Duarte
O prefeito Douglas Duarte (PSB) de Angelim esteve presente hoje pela manhã na cidade de Jupi juntamente com outros prefeitos da região, como Danilo Godoy, de Bom Conselho; Ednaldo Peixoto, de Jucati; Beta Cadengue, de Brejão e Neide Reino, de Capoeiras, participando de audiência pública sobre a reforma da Previdência. Na ocasião, ao lado do prefeito Marcos Patriota (DEM); do senador Humberto Costa (PT); dos deputados federais João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT) e Fernando Monteiro, além de sindicalistas, representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares de Pernambuco (Fetape), entre outras lideranças da região.

As discuções foram feitas em cima da proposta que foi enviada ao congresso pelo presidente Jair Bolsonaro e que ataca varias categorias de trabalhadores. “É fundamental que se possa ocupar todos os espaços para debater o que de fato representa essa reforma nefasta, que amplia distorções entre ricos e pobres e obriga a camada mais vulnerável da população a pagar a conta na hora em que mais precisaria de amparo: a velhice. A reforma também é especialmente cruel com as mulheres, os trabalhadores rurais e os professores” assim definiu alguns dos participantes.

Aprovação de Bolsonaro cai para 35%

O presidente Jair Bolsonaro enfrenta uma perda em sua taxa de aprovação, segundo indica pesquisa da XP Investimentos divulgada hoje. Em janeiro e fevereiro ele era aprovado por 40% dos que responderam à pesquisa da XP. Depois, em março, caiu para 37%. Agora, está em 35%.
Sobre a reprovação, o índice aumentou de 17% em fevereiro para 24% em março. Em abril, ela atingiu 26%. O número dos que consideram o governo regular, 32%, se manteve entre março e abril. Em todos os casos, a oscilação foi dentro da margem de erro, que é de 3,2%. Foram ouvidas mil pessoas entre os dias 1 e 3 de abril.

Maior barragem de Belo Jardim volta a acumular água depois de três anos em colapso

Do Blog a voz do Povo
Volume armazenado vai reforçar o abastecimento de cidades do Agreste
A Barragem de Pedro Moura Jr., o maior reservatório para abastecimento humano localizado no município de Belo Jardim, no Agreste, voltou a acumular água, após três anos em colapso. Com as últimas chuvas registradas na região, a barragem, que faz parte do Sistema Adutor do Ipojuca, passou a armazenar 10% da sua capacidade de acumulação, um volume de 3,5 milhões de metros cúbicos de água. Diante da boa notícia, os técnicos da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) já estão estudando a possibilidade de retomar a operação da barragem e assim reforçar o abastecimento de água para 160 mil pessoas nas cidades de Belo Jardim, Sanharó, Tacaimbó e São Bento do Una.

Além do registro da chuva, a Compesa também comemora a finalização da obra de ampliação da Barragem de Pedro Moura Jr., realizada durante o período de seca extrema. Com recursos do Orçamento Geral da União, o Governo do Estado autorizou a companhia investir R$ 5 milhões para ampliar a capacidade de armazenamento do reservatório. Agora, a barragem poderá reter 35 milhões de metros cúbicos de água, um aumento de 11 % da capacidade máxima anterior, que era de 30,7 milhões. “Essa obra demonstra a preocupação do governador Paulo Câmara em investir em obras nos momentos difíceis de seca para colher os frutos durante o inverno e assim atender às necessidades da população”, afirma o presidente da Compesa, Roberto Tavares, lembrando que as cidades de Belo Jardim, Sanharó, Tacaimbó e São Bento do Una também estão sendo atendidas pela Transposição do Rio São Francisco, por meio da interligação das Adutoras do Moxotó e do Agreste, comprovando o trabalho de planejamento do Estado para garantir alternativas sustentáveis de abastecimento para o Agreste.

A obra de ampliação da Barragem Pedro Moura Jr. também é uma das iniciativas do Governo do Estado para garantir a sustentabilidade hídrica de cidades do Agreste Pernambuco, uma região que detém o maior deficit hídrico do país. “Elevamos a altura do vertedouro em 1,50 metro e conseguimos ampliar o nível de armazenamento”, explica o gerente de Unidade de Negócios da Compesa, Gilvandro Tito.

Petrobras aumenta gasolina em 5,6% e preço dispara com Bolsonaro


Marcelo Camargo/Agência Brasil: <p>Brasília - Postos de combustíveis ajustam os preços e repassam para o consumidor o aumento da alíquota do PIS e Cofins pelo litro da gasolina(Marcelo Camargo/Agência Brasil)</p>

PT se armando para conquistar eleitorado evangélico

O PT tenta refazer pontes com o eleitorado evangélico, que migrou com força para Jair Bolsonaro nas eleições de 2018.

A sigla realiza, em SP, nesta sexta (6) e sábado (7), o 1º Encontro de Evangélicos.
Gleisi Hoffmann, Benedita da Silva e João Pedro Stédile falam no ato. 

Tigrão Zeca Dirceu: “E ainda me chamam de grosseiro?”

O deputado Zeca Dirceu (PT-PR), que chamou Guedes de “tigrão” e “tchutchuca”, diz que as palavras saíram de sua boca sem planejamento. 

“Eu ouvia a música [“Tchutchuca Vem Aqui Pro Seu Tigrão”] quando era adolescente. Nunca achei ofensiva”, diz.
Apoiado por seguidores mas também criticado nas redes sociais, ele afirma:
“As pessoas elegem um cara como o [presidente Jair] Bolsonaro e agora me chamam de grosseiro?”.  (Mônica Bergamo – FSP)