
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
MP suspeita que assessores de Damares tenham vazado dados da menina de 10 anos que foi estuprada pelo tio

Delação de Palocci foi lixo divulgado astuciosamente por Moro, diz Elio Gaspari

Flávio Dino diz que Bolsonaro só inaugura obras de Lula e Dilma no Nordeste
Datafolha: Para 79% dos brasileiros, reabertura de escolas agravará a pandemia
Garis são barrados de comer em restaurante “para não constranger os outros clientes”

Evangélicos criam frente progressista contra Bolsonaro e o conservadorismo da bancada religiosa

sábado, 15 de agosto de 2020
Mendes restaura prisão domiciliar para Queiroz
Em mais uma reviravolta do caso, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes decidiu ontem conceder prisão domiciliar para Fabricio Queiroz, amigo do presidente Jair Bolsonaro e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro.
Tanto a defesa do primogênito do presidente quanto a de seu ex-assessor contestaram em todas as instâncias judiciais diversos pontos da investigação que apura suspeitas de um esquema criminoso de "rachadinha" gerido por Queiroz no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa fluminense. Ambas negam irregularidades.
Desta vez, Gilmar decidiu temporariamente não manter Queiroz preso em uma cela, no capítulo mais recente de um imbróglio que se arrasta desde junho, quando o ex-assessor foi preso vivendo escondido em um sítio de um advogado da família Bolsonaro, em Atibaia (SP).
A concessão do habeas corpus pelo ministro do STF suspendeu, por ora, os efeitos de uma decisão do ministro STJ (Superior Tribunal de Justiça) Felix Fischer. Este havia decidido que o ex-assessor dos Bolsonaros deveria voltar para o presídio, e não ficar em prisão domiciliar, como foi concedido a Queiroz durante um plantão judicial.
Para Fischer, Queiroz e a mulher "supostamente já articulavam e trabalhavam arduamente, em todas as frentes, para impedir a produção de provas e/ou realizar a adulteração/destruição destas".
A decisão de Gilmar acerca da prisão domiciliar também vale para a mulher de Queiroz, Márcia Aguiar, que esteve foragida da Justiça até o benefício da prisão domiciliar e também iria para uma cela.
Vacina chinesa contra a Covid-19 gera anticorpos em testes clínicos

sexta-feira, 14 de agosto de 2020
Messer diz que entregava dólares aos Marinho da Globo
Do Blog de Magno Martins

No depoimento, Messer diz ter começado a fazer negócios com os Marinho por intermédio de Celso Barizon, supostamente gerente da conta da família no banco Safra de Nova York. De acordo com o delator, os repasses teriam começado no início dos anos 90, quando Messer tocava sua operação de dólar a partir do Rio de Janeiro. Segundo a versão de Messer, os valores em espécie entregues no Brasil seriam compensados pelos Marinho no exterior, por intermédio da conta administrada por Barizon. Os Marinho depositariam para Messer (no exterior também) o valor entregue em dinheiro vivo no Brasil.
De acordo com o delator, a pessoa que recebia o dinheiro na Globo era um funcionário identificado por ele como José Aleixo. Messer não apresenta provas dessas entregas de dólares e cita em depoimento que nunca teve contato direto com os Marinho, segundo autoridades que leram a delação, em Brasília. Apesar disso, o doleiro sustenta em depoimento que os destinatários do dinheiro seriam os irmãos Roberto Irineu (Presidente do Conselho de Administração do Grupo Globo) e João Roberto Marinho (vice-presidente do Grupo Globo).
Em nota encaminhada à redação de VEJA, a assessoria de Roberto Irineu Marinho e João Roberto Marinho negou as informações dadas por Messer: “A respeito de notícias divulgadas sobre a delação de Dario Messer, vimos esclarecer que Roberto Irineu Marinho e João Roberto Marinho não têm nem nunca tiveram contas não declaradas às autoridades brasileiras no exterior. Da mesma maneira, nunca realizaram operações de câmbio não declaradas às autoridades”.
O histórico dos últimos anos de delações na Justiça brasileira recomenda muito cuidado com acusações do tipo, muitas vezes feitas de forma irresponsável pelos réus como uma tentativa desesperada de reduzir a pena. Para conseguir fechar o acordo de delação, Messer se comprometeu a restituir aos cofres públicos 1 bilhão de reais de seu patrimônio então bloqueado. Ele ainda precisa pagar uma pena de 18 anos de prisão por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha criminosa. Na prática, Dario deve cumprir um sexto da pena em regime fechado – ou seja, três anos. Considerando-se que ele foi preso em julho de 2019, restam apenas mais dois para ele. Neste momento, ele cumpre prisão domiciliar por ser grupo de risco da Covid-19, em um apartamento localizado em Copacabana.
quinta-feira, 13 de agosto de 2020
Questionado pelo MP sobre compra de apartamentos com dinheiro vivo, Flávio responde: 'não me recordo'

Como a Lava Jato fez do doleiro e ex-bilionário Messer um novo milionário

quarta-feira, 12 de agosto de 2020
Deputada autora de projeto que autoriza a ozonioterapia é internada com Covid-19

TCU: Bolsonaro favorece as aliadas SBT e Record com uso político de verba pública

Avó de Michelle Bolsonaro morre por Covid-19
Do Blog de Magno Martins

Questionado, o Palácio do Planalto não havia comentado o falecimento da idosa até a última atualização desta reportagem. O governo federal manteve o posicionamento de não se pronunciar sobre o estado de saúde da vítima durante o tratamento médico.
Maria Aparecida foi internada no dia 1º de julho. De acordo com o prontuário médico, ela foi encontrada "por populares, na rua, caída" na região onde mora, em Ceilândia. Inicialmente, a idosa foi levada ao hospital da região, com falta de ar. No mesmo dia, ela foi encaminhada para o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) – a 32 quilômetros de distância – unidade onde havia vaga em UTI naquele dia.
A avó da primeira-dama permaneceu em tratamento intensivo durante toda a internação. Ela apresentou instabilidade no quadro clínico nas últimas semanas, chegando a registrar melhora por duas vezes. Na última segunda-feira (3), a paciente deixou a intubação e respirava com ajuda de máscara de oxigênio.
Nesta quarta, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), que administra o Hospital de Santa Maria informou que Maria Aparecida havia sido transferida para o Hospital Regional de Ceilândia.
terça-feira, 11 de agosto de 2020
Compartilhamento “por fora”. A hipocrisia da Lava Jato à tona

Eduardo Bolsonaro teria entregue dossiê de antifascistas aos EUA

Putin lança a primeira vacina contra Covid-19 e diz que sua própria filha foi vacinada

Outdoor em Palmas diz que Bolsonaro “não vale um pequi roído”

247 - Empresários do estado do Tocantins bancaram um outdoor na avenida Juscelino Kubitschek, com a imagem de Bolsonaro e os dizeres “não vale um pequi roído”. A publicidade ainda se refere ao presidente como um “cabra à toa” e pede seu impeachment.
A reportagem do portal Metrópoles destaca: “a peça publicitária tem surpreendido nas redes sociais pela criatividade. De acordo com o administrador do espaço, os empresários pediram segredo em relação à autoria e disseram que outro outdoor, também com críticas ao presidente, foi colocado na avenida principal de Gurupi, município que fica a 225 quilômetros de Palmas.”
MEC prevê corte de R$ 4,2 bi no orçamento para 2021
Do Blog de Magno Martins
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Segundo o MEC, o percentual será repassado a todas as áreas do ministério. Nas universidades e institutos federais de ensino, a previsão de corte é de R$ 1 bilhão. O corte não inclui as despesas obrigatórias, como pagamento de pessoal.
Os valores estão no Projeto de Lei Orçamentária Anual 2021, feito pelo Ministério da Economia e confirmado pelo MEC. O documento ainda deverá ser encaminhado ao Congresso Nacional, antes da aprovação. Durante a tramitação, o valor poderá sofrer alterações.
"Em razão da crise econômica em consequência da pandemia do novo coronavírus, a Administração Pública terá que lidar com uma redução no orçamento para 2021, o que exigirá um esforço adicional na otimização dos recursos públicos e na priorização das despesas", afirmou o MEC, em nota.

