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Do Blog de Magno Martins

Isso porque a primeira suplente do senador é a sua mãe, Eliane e Silva Nogueira Lima. Chamada politicamente de Eliane Nogueira, ela também é filiada ao PP, mas não tem experiência em cargos públicos.
O segundo suplente do senador é Gil Marques de Medeiros, conhecido como Gil Paraibano. O político foi eleito nas últimas eleições e assumiu como prefeito de Picos, no Piauí.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou, hoje, que fará uma reforma ministerial. O desenho envolve trocas em três pastas: Ciro Nogueira (PI) vai para a Casa Civil no lugar do general Luiz Eduardo Ramos, que passa para a Secretaria-Geral, ocupada por Onyx Lorenzoni (DEM).
Já Onyx, pelos planos atuais, ocupará o Ministério do Trabalho e Emprego, que será recriado com a divisão do Ministério da Economia, de Paulo Guedes. A expectativa é a de que as mudanças se concretizem até sexta (23), com a publicação da medida provisória que recriará o Ministério do Trabalho.
Ciro Nogueira é o atual presidente nacional do PP e um dos principais líderes do Centrão, bloco de sustentação do governo Jair Bolsonaro. O político foi reeleito para o Senado em 2018, portanto tem mandato até o início de 2027.
Quando decidiu indicar sua mãe como primeira suplente, nas eleições de 2018, a movimentação foi vista por adversários políticos locais como um indicativo de que se preparava para disputar o governo do estado do Piauí em 2022, mantendo o controle sobre sua vaga no Senado.
Da coluna de João Alberto
Na próxima semana, um avião vindo de Moscou desembarcará no Aeroporto dos Guararapes com 1,1 milhão de doses da vacina Sputnik V, compradas pelo Consórcio Nordeste. Uma parte ficará em Pernambuco, a outra será distribuída pelos estados da região.
Do Blog de Magno Martins
O Tribunal de Contas da União (TCU) afastou, hoje, o auditor Alexandre Figueiredo Costa Silva Marques do grupo de fiscalização de gastos para o enfrentamento da pandemia do coronavírus.
Ele é apontado como responsável pela elaboração de um estudo paralelo que questiona o número de mortes por Covid no Brasil. Essa nota foi usada nesta semana pelo presidente Jair Bolsonaro para questionar o número de mortes causadas pela doença, apurado pelos estados.
Na segunda (7), o TCU já havia emitido nota em que desmente Bolsonaro e nega ter produzido estudo ou documento que coloque em dúvida o número de mortes por Covid.
Ao mesmo tempo, o corregedor do TCU, ministro Bruno Dantas, encaminhou para a presidente do tribunal, ministra Ana Arraes, pedido para abertura de processo administrativo disciplinar contra o servidor.
A expectativa é que ela autorize o processo ainda nesta quarta, afaste Alexandre também do cargo de auditor e peça à Polícia Federal para abrir inquérito policial.
Se o pedido do corregedor for acatado, o que é a tendência, o auditor ficará afastado do cargo pelo prazo de 60 dias, impedido de entrar no prédio do tribunal e de usar os sistemas do tribunal.
Do Blog de Magno Martins
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Os deputados aprovaram o relatório do deputado Alexandre Leite (DEM-SP), apresentado na última semana. O único deputado que votou a favor da Flordelis foi Márcio Labre (PSL-RJ).
O plenário da Casa ainda precisa dar a palavra final na decisão. Para que Flordelis perca o mandato são necessários 257 votos, isto é, a anuência da maioria absoluta dos deputados.
Ainda não há data para a votação e Flordelis poderá recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.
Em nota divulgada nesta quinta-feira (3), o Centro de Comunicação do Exército justificou que Comandante do Exército "analisou e acolheu os argumentos apresentados por escrito e sustentados oralmente pelo referido oficial-general".
BBC
Um relatório especial da revista britânica The Economist, publicado hoje, afirma que o Brasil vive hoje "sua maior crise desde o retorno à democracia em 1985" e atribui a maior parte dos problemas ao governo do presidente Jair Bolsonaro.
A capa do relatório – que contém sete reportagens em 11 páginas – traz uma imagem do Cristo Redentor usando uma máscara de oxigênio e a manchete "On the brink" ("Na beira").
"Seus desafios [do Brasil] são assustadores: estagnação econômica, polarização política, ruína ambiental, regressão social e um pesadelo ambicioso. E teve de suportar um presidente que está minando o próprio governo. Seus comparsas substituíram funcionários de carreira. Seus decretos têm forçado freios e contrapesos em todos os lugares", diz o texto de abertura do relatório assinado pela correspondente do Economist no Brasil, Sarah Maslin.
No artigo que conclui o relatório – intitulado "Hora de ir embora" – a revista diz que o futuro do Brasil depende das eleições de 2022, e que a prioridade mais urgente do país é se livrar de Bolsonaro.
"Os políticos precisam enfrentar as reformas econômicas atrasadas. Os tribunais devem reprimir a corrupção. E empresários, ONGs e brasileiros comuns devem protestar em favor da Amazônia e da constituição", diz a revista.
"Será difícil mudar o curso do Brasil enquanto Bolsonaro for presidente. A prioridade mais urgente é votar para retirá-lo do poder".
A revista não sugere qual candidato seria o mais indicado para governar o Brasil. "As pesquisas sugerem que Lula ganharia em um segundo turno [contra Bolsonaro]. Mas, à medida que a vacinação e a economia se recuperam, o presidente pode recuperar terreno. Lula deve mostrar como a forma de [Bolsonaro de] lidar com a pandemia custou vidas e meios de subsistência, e como ele governou para sua família, não pelo Brasil. O ex-presidente deve oferecer soluções, não saudades".
A revista, fundada em 1843 e lida por muitos empresários e políticos em todo o mundo, costuma fazer relatórios detalhados do Brasil. A imagem do Cristo Redentor costuma ser usada nas capas da revista como analogia para a sua opinião sobre o país.
Em 2009, uma capa mostrava o Cristo Redentor decolando, como se fosse um foguete, com a manchete "O Brasil decola" – elogiando políticas econômicas da época. Mas em 2013, em uma imagem semelhante, o mesmo Cristo Redentor aparecia na capa como um foguete desgovernado e a manchete "O Brasil estragou tudo?". Naquela edição, a revista criticava uma mudança de rumo nas políticas econômicas.
'Década de desastres'
A publicação afirma que o Brasil já enfrentava uma "década de desastres" antes mesmo da chega do presidente ao poder, mas que agora o país está retrocedendo – com Bolsonaro e com a pandemia de Covid-19.
"Antes da pandemia, o Brasil sofria de uma década de problemas políticos e econômicos. Com Bolsonaro como médico, o Brasil agora está em coma".
A Economist argumenta que Bolsonaro não deu um golpe de Estado – como alguns temiam que pudesse acontecer –, mas possui instintos autoritários que enfraqueceram as instituições democráticas brasileiras, com suas constantes agressões.
"Muitos especialistas disseram que as instituições brasileiras resistiriam a seus instintos autoritários. Até agora, eles provaram estar certos. Embora Bolsonaro diga que seria fácil realizar um golpe, ele não o fez. Mas, em um sentido mais amplo, os especialistas estavam errados. Seus primeiros 29 meses no cargo mostraram que as instituições do Brasil não são tão fortes quanto se pensava e se enfraqueceram sob suas agressões”.
A revista diz que Bolsonaro encerrou a investigação da Lava Jato após acusações feitas contra seus filhos – beneficiando "políticos corruptos e grupos criminosos organizados" –, não promoveu mais reformas significativas desde a reforma da Previdência de 2019 e causou danos à Floresta Amazônica, por se solidarizar com madeireiros, mineiros e fazendeiros que promovem o desmatamento.
"Ele levou um motosserra para o Ministério do Meio Ambiente, cortando seu orçamento e forçando a saída de pessoal competente. A redução do desmatamento requer um policiamento mais firme e investimento em alternativas econômicas. Nenhum dos dois parece provável”.
Em outra reportagem, a revista afirma que depois de uma "geração de progresso", a mobilidade social está desacelerando no país. Segundo a revista, anos de políticas voltadas para o controle da inflação e diminuição da pobreza foram seguidos por uma "década de políticas ruins e sorte pior ainda".
A revista critica as gestões do PT por investirem pouco em infraestrutura, abandonarem reformas pró-negócios e por adotarem políticas semelhante à substituição de importação. Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, também são criticados.
"Guedes se gabava de que seriam feitas reformas para simplificar o código tributário, reduzir o setor público e privatizar empresas estatais ineficientes. No entanto, o espírito reformista se mostrou fugaz. Bolsonaro não é muito liberal. Seu desgosto por reformas duras tornou fácil para o Congresso ignorar a agenda de Guedes”.
O relatório traz também análises sobre corrupção e crime, Amazônia, reformas políticas e eleitores evangélicos.
As vacinas chegaram ao Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre à 01h50, seguindo para checagem e armazenamento no Programa Estadual de Imunização. Os imunizantes começam a ser entregues às 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres) já nesta manhã, para que os municípios possam fazer a retirada dos seus respectivos quantitativos.
“A chegada dessas 255.100 doses é um reforço significativo para o nosso programa de imunização. Por isso, temos a preocupação de garantir agilidade para que as doses cheguem com agilidade e segurança às Gerencias Regionais de Saúde até o final do dia, permitindo a ampliação da vacinação para uma parcela expressiva da população”, disse o governador Paulo Câmara.
"Continuamos empenhados em distribuir as vacinas no menor tempo possível para que os gestores municipais possam planejar suas atividades e imunizar sua população. Reforço para que as secretarias municipais fiquem atentas às pautas de distribuição, que informam qual a dose e qual o público contemplado naquela remessa. É importante seguir essas recomendações para não haver inconformidades ao longo da campanha", afirma o secretário estadual de Saúde, André Longo.
Até agora, o Estado soma 3.706.930 vacinas contra a Covid-19 recebidas, sendo 1.959.160 da Coronavac/Butantan, 1.683.420 da Astrazeneca/Fiocruz e 64.350 da Pfizer/BioNTech.
Mostra também, segundo ele, Marília Arraes (PT), que saiu na frente na largada, com 26%, com um percentual quase acima da soma de todos os candidatos juntos – 26,8% a 28,7%.
Por Edson Barbosa*
Apesar de ainda estarmos distantes da eleição, a pesquisa publicada hoje pelo blog de Magno Martins reflete dois aspectos que, para mim, são significativos. O primeiro, o recall de Marília no Estado, por conta da pré-campanha pra governadora em 2018 e para prefeita do Recife ano passado.
O segundo, qualquer candidato identificado com Bolsonaro, em Pernambuco, tem chance próxima a zero de ser governador, o que é o caso de Miguel, a preço de hoje.
*Publicitário e jornalista
| Foto de Helia Sheppa |
Do Blog de Magno Martins

Em discurso em Alagoas, reduto eleitoral de Renan, Bolsonaro repetiu o xingamento de "vagabundo", usado por seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), contra o relator.
“Se Jesus teve um traidor, temos um vagabundo inquirindo pessoas de bem no país. É um crime o que vem acontecendo com essa CPI", disse o presidente.
Em um intervalo da CPI, Renan deu a réplica. Para o senador, Bolsonaro defende "interesses próprios".
"Se ele não respeita a CPI, por favor, pare com baixaria. Ele tem seus interesses e defende seus interesses próprios. Suas agressões são socos no ar. A CPI não vai sucumbir a isso, vai cumprir seu papel", disse Renan.
O senador disse ainda que Bolsonaro foi inaugurar uma obra já inaugurada. O viaduto da solenidade com o presidente foi inaugurado pelo governador Renan Filho, filho de Renan Calheiros, em dezembro de 2020. Houve liberação parcial das faixas para o trânsito e, as demais, foram liberadas gradativamente neste ano.
"Acabo de ser informado que o presidente foi a Alagoas em avião presidencial inaugurar obra já inaugurada. E me atacar pessoalmente e atacar essa comissão parlamentar de inquérito. Em resposta ao presidente da República, dizer que o que nos preocupa verdadeiramente é o número de mortes que aconteceram no Brasil. São mais de 428 mil vítimas", disse Renan.

Do Blog de Magno Martins
Minutos antes de a sessão da CPI da Covid ser suspensa, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) chamou o relator Renan Calheiros (MDB-AL) de "vagabundo". O clima já estava tenso porque alguns senadores pediam a prisão do depoente Fabio Wajngarten, ex-secretário especial de Comunicação do Governo Federal, por considerarem que ele mentiu várias vezes no testemunho.
"Que a CPI busque colaborar com a vacina no braço do brasileiro, salvar vidas. Não fazer de palanque como o senador Renan Calheiros tenta fazer a todo o momento. Imagina a situação: um cidadão honesto ser preso por um vagabundo como Renan Calheiros? Olha a desmoralização, a desmoralização", disparou o filho do presidente Jair Bolsonaro.
O senador Renan Calheiros reagiu ao xingamento: "Vagabundo é você que roubou dinheiro do pessoal do seu gabinete", disse em referência à investigação de rachadinha contra Flávio quando era deputado estadual no Rio de Janeiro.
Flávio Bolsonaro também mandou Renan "se foder".


Em fevereiro passado, o senador Randolfe Rodrigues protocolou pedido de convocação de comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a péssima gestão do governo federal no combate à pandemia de covid-19. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, fiel ao chefe do Executivo, Jair Bolsonaro, e ao apelido que lhe impôs sua atuação deletéria, de Placebo – a substância inócua inoculada para testar o valor das vacinas –, jogou-o na gaveta, usada como túmulo de iniciativas republicanas. Em março, Alessandro Vieira e Jorge Kajuru recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para forçar a convocação da providência, que, conforme a Constituição vigente, acode ao direito de minoria, e não da maioria parlamentar, representada pelo chefe da Mesa, que atua como chefão de bando.
Coube ao ministro Luís Roberto Barroso relatar o pedido. E o fez à luz do conceito constitucional que reserva à maioria o poder de decidir sobre leis e sabatinas para embaixadores e membros do Supremo Tribunal Federal (STF), mas não se pode arvorar em tirania sobre prerrogativas da minoria, que garantem o elementar na democracia. Em 8 de abril, o relator determinou ao chefão da assembleia dos veteranos (Senado tem origem etimológica no termo latino senior, mais velho) que adotasse as providências necessárias para que a comissão seja instalada, encaminhando a decisão ao plenário virtual do pretenso “pretório excelso”. Em 10 de abril, após ouvir seus pares, o presidente do STF, Luiz Fux, marcou a sessão plenária de julgamento da liminar para quarta-feira, 14 de abril. Nada de mais. Nenhum terremoto. Nenhum tsunami de intervenção jurídica. No entanto, o presidente Rodrigo Placebo arvorou-se em comentarista de atos do Judiciário, o que não lhe compete, e a definiu como “inoportuna neste momento em que estamos buscando resultados eficientes no combate à doença”, sem separar o umbu das cascas. Mas se calçou anunciando o óbvio: que não deixaria de cumprir a ordem.
O capetão artilheiro elevou o tom. “A CPI que Barroso ordenou instaurar, de forma monocrática, na verdade, é para apurar apenas ações do governo federal. Não poderá investigar nenhum governador, que porventura tenha desviado recursos federais do combate à pandemia. Barroso se omite ao não determinar ao Senado a instalação de processos de impeachment contra ministro do Supremo, mesmo a pedido de mais de 3 milhões de brasileiros. Falta-lhe coragem moral e sobra-lhe imprópria militância política”, escreveu Bolsonaro em suas redes sociais. Afinal, ele teme o quê, mesmo? E por que se isenta de cumprir sua obrigação?
O capitão, proibido de cursar a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (Esao) pelo general Leônidas Gonçalves, ministro do Exército no governo Sarney, por acusação de terrorismo e indisciplina, demonstrou que realmente não preza a democracia nem a própria instituição do Exército Brasileiro. Conforme constatou o autor de Os Militares e a Democracia, Eurico Figueiredo, na série Nêumanne Entrevista, esta semana, no Blog do Nêumanne no portal do Estadão. E sendo assim, como de fato é, não poderia prezar um direito líquido e certo da minoria, que trata como inimiga de guerra. Fê-lo desrespeitando o básico convívio pacífico entre os três Poderes republicanos, segundo pontificou Montesquieu. Trata um ministro da cúpula do Judiciário como se fosse um contendor em conflito verbal, cobrindo-o de insultos, que nos tempos da nobreza levariam a um duelo, se cavalheiro fosse, como Barroso tem mostrado ser, mas ele não.
Afundando no lamaçal moral em que submerge o Palácio do Planalto, sob seu desmando, contudo, a autoridade máxima da república dos ringues foi introduzida na tragédia dos erros por um dos autores da petição acolhida pelo relator, Jorge Kajuru. Num lance digno de pugilato sem regras, este lançou nas redes sociais, não se sabe a que propósito, diálogo travado com o chefão do Executivo, diatribes de compadritos em tramoia de desmiolados. Do papo Kajuru deu-se ao desplante de cortar parte sem explicar por quê. Do que se soube foi possível ouvir que o presidente cobrou do autor da petição a ausência de governadores e prefeitos na investigação da CPI. Bolsonaro disse que Kajuru “tem de fazer do limão uma limonada”. E o interlocutor prometeu esforçar-se.
Nessa conversa nada é respeitado: nem a relação republicana que deve ser estabelecida entre o mandatário maior do Poder que executa e o ocupante provisório do mandato popular para legislar, muito menos a absurda interferência dos dois na alçada do magistrado do órgão máximo de um Poder autônomo. Ambos incorreriam, numa República que merecesse o respeito da cidadania e paga os vencimentos de ambos e de seus séquitos de servidores fiéis, em quebra de decoro, que até os delinquentes do crime organizado respeitam em suas organizações. Que Bolsonaro e Kajuru deem um mínimo de atenção aos conceitos elementares da civilidade seria ingênuo exigir. Um “cidadão de bem” – que não figure no gado bolsonarista, que permite tudo a seu pastor, nem nos seguidores do populismo rasteiro do senador – deveria esperar é que os “pais da Pátria”, como ambos sustentados pelo suor vertido pelos cidadãos assolados pela pandemia, agissem, Para lembrar ainda que, em sua pretensa mineirice, o presidente do Senado teria a obrigação de cobrar o mínimo de decoro de um governante e um representante do povo que não se comportam à altura dos votos que tiveram e aos quais recorrem para impedir a interrupção de seus mandatos. Nenhum deles pode dar-se ao luxo da cafajestice impune.
*Jornalista, poeta e escritor
Da coluna de João Alberto
Recentemente, André Campos me disse, em entrevista na TV, que era necessário um trabalho para evitar a decadência do futebol pernambucano. Que foi comprovada, agora na Copa do Nordeste, onde Salgueiro, Sport e Santa Cruz foram eliminados, com os dois da capital lanterninhas das duas chaves.
Nosso Estado ficou atrás da Bahia, Ceará e Alagoas, com dois classificados e do Maranhão e Piauí, com um classificado. Em resumo: uma vergonha

