terça-feira, 25 de setembro de 2018

O garoto manda Alckmin se calar sobre Bolsonaro

POR FERNANDO BRITO · no TIOLAÇO



Na página de hoje do “Diário da Trairagem” tucana entra o vídeo gravado pelo Patroca – nome do meio e mais expressivo do Kim Kataguiri – fazendo um “apelo” a Geraldo Alckmin para ajudar Jair Bolsonaro.

Cobra que o candidato tucano não critique o ex-capitão e, sobretudo, Paulo Guedes, o “imposto ipiranga” da CPMF e só dirija críticas ao PT.

A lista de traições do rapaz é grande, para tão pouca idade: Cunha, Dória, Temer, Flávio Rocha, agora Alckmin…

A tucanagem abriu as portas a um bando de desqualificados que, agora, roem o que lhes resta do ninho.

E vão levar a palha para a fogueira fascista.

Prefeito Douglas Duarte conseguiu o asfaltamento da entrada da Cidade sentido Canhotinho

Em mais uma parceria do governador Paulo Câmara, deputados Estadual Romário Dias, Federal Sebastião Oliveira e o Prefeito Douglas Duarte, a cidade de Angelim conseguiu a recuperação da entrada da cidade no sentido de Canhotinho.
A obra de recapeamento asfáltico está sendo realizada hoje tendo seu inicio prestigiada pelo Prefeito Douglas Duarte, Presidente da Câmara de Vereadores, Maurilio Cavalcanti e o vereador Bruno, além de assessores e a população da cidade que foi observar se o que tinha sido prometido estava sendo realizado.
O referido trecho estava bastante deteriorado dificultando a passagem de veículos, bem como a passagem de pedestre pois os veículos tinham que procurar o melhor lugar para trafegar.
Com as obras iniciadas hoje ganharão todos, os donos de veículos que passaram a trafegar num trecho totalmente novo, os pedestres que não terão que dividir seu espaço com os veículos.
O prefeito municipal Douglas Duarte que faz uma ótima administração no município, solicitou ao governador e seus deputados e está vendo esta obra sendo realizada.
Nas redes sociais a comunidade angelinense agradece ao prefeito.

Agenda dos candidatos ao Governo de Pernambuco hoje

Agenda do candidato Armando Monteiro (PTB)


10h40 Debate no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação

15h Reunião de Trabalho

18h Encontro com as Mulheres da Região Metropolitana

18h30 Participa do Papo com Mendonça, do candidato ao Senado Mendonça Filho

22h15 Participa do programa Roda Viva - TV Nova


Agenda do candidato Julio Lossio (Rede)


8h30 - Entrevista para Rádio Jornal de Garanhuns;

9h10 - Entrevista Nell Junior;

10h - Gravação para as Mídias Sociais;

12h - Papo 18 - Live no Marco Zero, em Recife;

13h10 - Entrevista para Rádio Líder FM, de Serra Talhada;

15h - Sabatina presencial, na Rádio CBN, Programa CBN Total, com Aldo Vilela
Local: Waldemar Nery Carneiro Monteiro, 306 - Boa Viagem


Agenda do candidato Maurício Rands (Pros)


11h - Debate entre os candidatos a governador do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (Recife)

14h - Gravação de entrevista na Rádio Agreste FM (Cupira)

18h30 Passeata no Alto José do Pinho (Recife)

Agenda da candidata Dani Portela (PSol)

10h40 - Debate SJCC

17h - Entrevista na Rádio Amparo​ junto​ com o candidato a Deputado Federal Ivan Moraes


Agenda do candidato Paulo Câmara (PSB)


Recife

12h – Debate na TV Jornal 
Rua da Fundição, 257, Santo Amaro

Palmares

19h – Carreata e caminhada regional da Frente Popular em Palmares
Concentração carreata: Em frente à Rádio Quilombo
Concentração caminhada: Orla de Palmares (Próximo a Rodoviária)

O segundo turno começou mais cedo

Bernardo Mello Franco, em O Globo

Agora é oficial. A julgar pelo Ibope, a eleição afunilou de vez entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad. Se não houver uma grande reviravolta, os dois estarão no segundo turno. Isso equivale a dizer que o duelo final pela Presidência começou mais cedo.

A nova pesquisa praticamente enterra as chances de uma terceira via. Ciro Gomes tentou ocupá-la, mas estacionou em 11% das intenções de voto. Ele precisaria dobrar seu eleitorado para empatar com Haddad na reta final. É uma missão quase impossível a menos de duas semanas das urnas.

Geraldo Alckmin também se esforçou, mas continua atolado na casa de um dígito. Sua campanha entrou no modo de crise permanente. Dia sim, outro também, o presidenciável é abandonado por um aliado do centrão ou do próprio PSDB.

Os partidos da coligação fixaram uma data-limite. Se o tucano não ressuscitar até o Datafolha de sexta-feira, será largado à própria sorte. Os mais afobados não querem esperar a missa de corpo presente. É o caso de seu ex-pupilo João Doria, que já entrou na dança do acasalamento com Bolsonaro.

O capitão manteve seus 28%, mas recebeu três notícias ruins. A primeira foi o crescimento de Haddad, que chegou a 22% e passou a ameaçar sua liderança. A segunda foi o crescimento de seu próprio índice de rejeição, que chegou a 46%. A terceira foi a mudança nos cenários de segundo turno.

Bolsonaro voltou a aparecer em desvantagem na maioria das simulações. Se a eleição fosse hoje, ele seria derrotado por Haddad, Ciro e Alckmin. Só empataria com Marina, que encolheu para 5% e corre o risco de terminar a eleição entre os nanicos.

Os números animaram os petistas, mas não significam que Haddad terá vida fácil. O presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, afirma que a verdadeira rejeição do petista é maior que os 30% indicados na pesquisa. Ele diz que o questionário capta a aversão à “pessoa física” do candidato. Seu desgaste tende a aumentar quando o eleitor que não deseja a volta do PT passar a identificá-lo como inimigo

Oito vereadores de Olinda declaram apoio a Paulo Câmara

Oito vereadores de Olinda estiveram nesta segunda-feira (24) com o governador Paulo Câmara(PSB) para declarar-lhe apoio à reeleição.

O encontro ocorreu na sede regional do Partido Socialista Brasileiro, na Boa Vista. O presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, participou da reunião.

O time é composto pelos vereadores João Pé no Chão (MDB), Algério Nossa Voz (PSB), Edmilson Fernandes (PSD), Vladimir Labanca (PTC), Saulo Holanda (PTC), Márcio Barbosa (PCdoB), Mizael Prestanista (PSB) e Marcelo Soares (PCdoB).

“O governador conta com o maior grupo de vereadores da nossa cidade. Em Olinda, a participação do governo é muito grande. A gente vem fortalecer esse vínculo, reafirmar o apoio e mostrar que os oito vereadores estão engajados na nova política. Vamos contribuir para o crescimento do estado e de Olinda”, disse o vereador Algério (PSB).

Eleição de Bolsonaro é golpe?

Há uma diferença entre ser possível e dar como líquido e certo
Hélio Schwartsman – Folha de S.Paulo

Uma eventual eleição de Jair Bolsonaro significaria o fim da democracia no Brasil? Como eu disse numa coluna publicada alguns dias atrás, golpes clássicos, daqueles que tanques saem às ruas e direitos e garantias fundamentais são suspensos, tornaram-se pouco prováveis. Frequentes na América Latina nos anos 60 e 70, eles se enquadravam na lógica da Guerra Fria, da qual felizmente já nos livramos. 
Ameaças à democracia mais em voga, como ensina Steven Levitsky, vêm de líderes eleitos que vãos aos poucos deturpando instituições como Judiciário e Legislativo a fim de ampliar seu poder. Não há como descartar a possibilidade de que, uma vez alçado à Presidência, Bolsonaro se ponha nessa trilha. Mas há uma diferença entre ser possível e dar como líquido e certo.
Se olharmos para a lista de demagogos que solaparam a democracia em seus países, veremos que quase todos os nomes são de governantes que em algum momento gozaram de grande popularidade, sendo eleitos ou reeleitos por expressivas maiorias. É gente como Vladimir Putin, Recep Erdogan, Viktor Orbán, Hugo Chávez.
Bolsonaro, se triunfar, já começará com mais ou menos a metade do país fazendo-lhe forte oposição. Também estará longe de qualquer coisa parecida com uma base parlamentar consolidada. O centrão e o MDB, bem o sabemos, apoiam qualquer governo, mas só até certo ponto.
Essas são características que dificultariam uma eventual escalada autoritária bolsonarista, mas não bastariam para impedi-la. Para isso, teríamos de contar com a robustez de nossas instituições, sobre a qual só podemos especular.
Enfim, eleger Bolsonaro não é necessariamente sinônimo de sepultar a democracia, mas esse é um território no qual é melhor não brincar. Mesmo que ele não chegue a adotar nenhuma medida que rompa com a ordem constitucional, tende a fazer um belo estrago nas instituições. 

Ciro rechaça ataque virtual e ganha na Justiça


O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, obteve uma vitória contra o Google e o YouTube na Justiça Eleitoral. O ministro Sergio Silveira Banhos determinou que o provedor excluísse da internet vídeo que apresentava o pedetista como dependente químico.

O filme utilizava montagens para transformar uma foto de um cigarro comum em um cigarro de maconha.
O ministro, na decisão, frisou o direito à liberdade de expressão, mas ressaltou que há limites.
“Não se pode entender lícita a conduta de difundir fatos sabidamente inverídicos”, disse.  (Daniela Lima – Painel da Folha)

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Pesquisa Ibope: Bolsonaro, 28%; Haddad, 22%; Ciro, 11%; Alckmin, 8%; Marina, 5%

G1 
Ibope divulgou nesta segunda-feira (24) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 2.506 eleitores entre sábado (22) e domingo (23).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.


Os resultados foram os seguintes:


Jair Bolsonaro (PSL): 28%
Fernando Haddad (PT): 22%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 5%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 12%
Não sabe/não respondeu: 6%



Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Evolução da intenção de voto para presidente — Foto: Arte/G1


Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na terça-feira (18):


Jair Bolsonaro se manteve com 28%;


Haddad foi de 19% para 22%;


Ciro se manteve com 11%;


Alckmin foi de 7% para 8%;


Marina passou de 6% para 5%;


Os indecisos foram de 7% para 6% e os brancos ou nulos, de 14% para 12%.




Rejeição




O Instituto também perguntou: "Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?".


Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.




Os resultados foram:
Bolsonaro: 46%
Haddad: 30%
Marina: 25%
Alckmin: 20%
Ciro: 18%
Meirelles: 11%
Cabo Daciolo: 11%
Eymael: 11%
Boulos: 11%
Vera: 10%
Alvaro Dias: 9%
Amoêdo: 9%
João Goulart Filho: 9%
Poderia votar em todos: 2%
Não sabe/não respondeu: 7%



Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Evolução da rejeição da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1




Simulações de segundo turno





Haddad 43% x 37% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)



Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1



Ciro 46% x 35% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)



Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1




Alckmin 41% x 36% Bolsonaro (branco/nulo: 20%; não sabe: 4%)



Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Alckmin e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1



Bolsonaro 39% x 39% Marina (branco/nulo: 19%; não sabe: 4%)



Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1




Sobre a pesquisa





Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 2.506 eleitores em 178 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 22 e 23 de setembro
Registro no TSE: BR-06630/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e "O Estado de S.Paulo"

Paraná pesquisas em SP: Haddad dobra em um mês e já está em segundo




Entre o levantamento realizado pelo Instituto em agosto e o deste mês, Fernando Haddad (PT) saltou de 7,3% para 14,7%; Geraldo Alckmin mantém a curva descendente, caindo de 17% para 14,4%; Ciro Gomes passou de 7% para 7,9%; Marina Silva teve uma queda acentuada: ela tinha 11%, agora são 5%; João Amoêdo cresceu de 3,5% para 4,4%; os demais candidatos estão abaixo de 2%; levantamento é liderado por Jair Bolsonaro, que tinha 23,1% e agora aparece com 30,4%

Traição de Dória a Alckmin enterra a ambos

POR FERNANDO BRITO · no TIJOLAÇO


O site de O Globo abre manchete para as mensagens vazadas num grupo de mensagens, privado, que reúne a alta cúpula da campanha de Geraldo Alckmin, onde se trata abertamente das articulações entre as campanhas de João Dória e Jair Bolsonaro,atirando ao mar o candidato tucano à Presidência da República.

Não é surpresa, claro. Depois de flertar com Michel Temer para fazer um acordo com o PMDB, era previsível que a víbora trazida pelos tucanos ao seu ninho fosse deslizar para o lado do candidato fascista.

Ao GLOBO, Goldman não poupou críticas ao ex-prefeito a quem acusa de ser “irmão siamês” de Bolsonaro.
Temos ouvido sim conversas de que ele tem feito movimentos em direção ao apoio de outro candidato. Doria não tem nada a ver com o partido. Seus interesses são pessoais, de vaidade política, dos seus negócios, de seu enriquecimento pessoal. Sua postura ideológica, seu tipo de pensamento, o tipo de mensagem, é a mesma do Bolsonaro, não me surpreende.

Que João Dória é tudo isso e ainda pior, desculpe o traquejado Alberto Goldman, todo mundo sabia.

Mas Geraldo Alckmin não pode reclamar disso, pois foi o promotor da entrada deste aventureiro no partido quando já se sabia de tudo isso.

Fizeram pela mesma razão que outros tucanos, como Fernando Henrique – o homem do ‘é verdade este bilete” – tentaram fazer com Luciano Huck: arranjar um candidato ‘novo’, que pudesse lhes garantir uma vitória fácil manejando a ‘antipolítica’.

Quem age querendo ser “esperto” não pode reclamar que surja um “mais esperto ainda” que se sirva disso para trair o ex-padrinho.

Alckmin, inapelavelmente derrotado, ao menos pode torcer por uma vitória provável: a derrota de João Dória na disputa pelo Governo do Estado.

Resta saber se, com o seu traíra se lambuzando no segundo turno no apoio a Bolsonaro, vai ter como evitar o apoio a Haddad.

E Doria, por sua vez, vai cavar uma vaga de dirigente no PCB – Partido do ‘Coiso’ Bolsonaro.

O “bode” no bolso

POR FERNANDO BRITO · no TIJOLAÇO



Ontem, escrevi aqui sobre “o bode do bode”, o sentimento que começa a atingir parte da classe média em sua insana adesão a Jair Bolsonaro. Hoje, na Folha, Celso Rocha de Barros, mostra o mesmo, sob a ótica econômica, em texto que vale a pena ser lido e difundido, ao qual acrescento a charge do Benett a que ele se refere.

Celso Rocha de Barros, na Folha

Chegou a hora de saber se você, que se divertiu com todo o lado “politicamente incorreto” de Bolsonaro, está disposto a perder dinheiro para continuar ouvindo a piada.

Na semana passada, Paulo Guedes, guru econômico de Bolsonaro, apresentou a um grupo de empresários sua proposta para reformar os impostos brasileiros. Não era para os empresários terem contado para ninguém (o que é meio suspeito), mas a Folha descobriu a história.

Causou escândalo a proposta de criação de uma nova CPMF, que o tuiteiro @oobservadorbr chamou de “Imposto Ipiranga”. Bolsonaro desautorizou Guedes e negou que vá criar o Imposto Ipiranga.

Mas Bolsonaro defendeu outra proposta de Guedes, a mudança no Imposto de Renda.

E aqui tem um negócio que talvez tenha passado despercebido para os bolsonaristas.

Guedes defende uma alíquota de imposto de renda igual para todo mundo que não for isento: 20%. Sozinho, esse número já sugere que os ricos se deram bem nessa (atualmente pagam 27%). Em entrevista ao O Estado de S. Paulo, o economista Sergio Gobetti estimou que a proposta deve beneficiar os 11% mais ricos do Brasil.

Esse é o segmento em que Bolsonaro vai melhor nas pesquisas: os mais ricos e boa parte do que costumamos chamar de “classe média”. Inclui os oficiais do exército, por exemplo.

Ora, então os bolsonaristas mais entusiasmados vão lucrar com a proposta de seu candidato, certo?
Depende se ele é rico.

O economista Carlos Góes, do site Mercado Popular, notou algo que não recebeu muita atenção. A proposta de alíquota única elimina as isenções para saúde e educação (entre outras) que são usadas sobretudo pelo pessoal da classe média para cima.

Não sou especialista, talvez isso seja uma boa ideia.

Mas garanto que não é o que esperam os bolsonaristas mais entusiasmados. Muito menos os oficiais do Exército.

Se eu entendi direito, na proposta de Guedes, eles pagarão mais imposto de renda, a não ser que sejam tão ricos que essas isenções de saúde e educação não façam muita diferença.

Mas será que os bolsonaristas que perderiam a capacidade de pagar escola particular e plano de saúde não poderiam se salvar recorrendo aos serviços públicos?

Aí o problema é outro: Guedes não tem ideia do que vai fazer para o governo não quebrar.

Em sabatina na Globonews, Guedes defendeu zerar o déficit público em um ano, com um trilhão de reais que conseguiria vendendo todas as estatais e todos os terrenos do governo federal.

Esse número redondo, como vocês já devem ter imaginado, foi produzido pelo International Institute of Tirei um Número da Cueca Aqui Agora.

Nos cálculos da economista Zeina Latiff, o valor da participação do governo nas estatais é bem menor, cerca de 140 bilhões. E não, não dá para vender todas as estatais em um ano, isso é coisa de cracudo desesperado por pedra.

E os terrenos da União incluem os que têm prédios do governo em cima. Já avisaram os militares que, se depender do Guedes, eles vão ficar sem teto e vão pagar mais impostos? Os caras vão acabar votando no Boulos.

E isso tudo é porque ainda nem começamos a discutir o que Bolsonaro pretende fazer com os pobres. O general vai pagar mais imposto, mas a mãe do soldado, essa sim está ferrada se Bolsonaro vencer.

PS: certa mesmo estava a charge do Benett na última quinta-feira.

Agenda dos candidatos ao governo de Pernambuco hoje


Armando Monteiro (PTB)

15h00 – Reunião de trabalho com a coordenação da campanha
Júlio Lóssio 

10h00 – Encontro na Amcham Brasil para apresentação do Plano de Governo. Local: Av. Antônio Góes, 742, Pina, Recife
15h00 – Reunião interna com coordenação da campanha
16h00 – Reunião com equipe de Planejamento
19:00 – Gravação para as Mídias sociais.
Maurício Rands (PROS)

11h00 – Sabatina na Rádio Jornal (Caruaru)
12h00 – Entrevista na TV Jornal (Caruaru)
19h00 – Debate na Universidade Salgado de Oliveira (Recife)
Paulo Câmara (PSB)

19h00 – Entrevista ao Jornal da Clube. Local: TV Clube (Rua do Veiga, 600 – Santo Amaro) 
20h00 – Grande Encontro da Frente Popular. Local: Rose Beltrão (R. Dois Irmãos, 523 – Apipucos)

ADAGRO lança Edital para Concurso com 140 vagas e Salários de até R$ 4.860. Tem 16 vagas para Garanhuns

Do Blog de Carlos Eugenio

A Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (ADAGRO) divulgou, no Diário Oficial do Estado, o edital do concurso público com 90 vagas para Assistente de Defesa Agropecuária, com exigência de nível técnico, e outras 50 para Fiscal Estadual Agropecuário, de nível superior. Os salários são de até R$ 4.860,21.


As inscrições, que acontecem no através do site da IAUPE, organizadora do Certame, começam no dia 30 de setembro e vão até o dia 8 de novembro. A taxa é de R$ 50 para o cargo de assistente de defesa agropecuária e de R$ 64 para o de fiscal estadual agropecuário. Os pedidos de isenção devem ser feitos até o dia 15 de outubro. A previsão é de que as provas aconteçam no dia 3 de fevereiro, com resultado final do concurso previsto para 26 de fevereiro de 2019.


VAGAS - O concurso tem uma única etapa, de prova objetiva de conhecimentos, de caráter eliminatório e classificatório. Todas as vagas têm como exigência carteira nacional de habilitação, atualizada com, no mínimo, categoria B.


O cargo de Assistente de Defesa pede, ainda, diploma de nível técnico em Agropecuária ou em Técnico Agrícola. A carga horária é de 40 horas semanais. Os aprovados podem ter como base Caruaru, Garanhuns, Ouricuri, Palmares, Petrolina, Recife, Salgueiro, Sanharó, Serra Talhada, Surubim e Sertânia. Das vagas de Fiscal, há 40 para formados em Medicina Veterinária, com carga horária de trabalho prevista em 40 horas semanais. Para essa especialidade, as vagas são para Caruaru, Garanhuns, Ouricuri, Palmares, Petrolina, Recife, Salgueiro, Sanharó, Serra Talhada, Sertânia e Surubim. Para fiscal, há ainda outras 10 para formados em Agronomia, com mesma carga horária. Os postos de trabalho são em Caruaru, Recife, Palmares e Petrolina. Ainda segundo o Edital, foram destinadas 16 vagas para o Município de Garanhuns (confira no quadro abaixo):


O Edital Completo pode ser conferido a partir da página 6 do Diário Oficial do Estado de Pernambuco do último dia 22. Clique AQUI para acessar. (Com informações do G1-PE. CONFIRA

Pastores flagrados pedindo votos em cultos











Em culto, o bispo Jadson Santos disse que nem poderia pregar livro bíblico cujo número é o do partido apoiado pela Igreja Universal - Vera Araújo / Agência O Globo

Igrejas fazem campanha em cultos e podem ser autuadas

TRE chama a atenção de líderes religiosos para infração à lei eleitoral, que leva até o fechamento dos templos
Vera Araújo - O Globo
No culto da noite da última quarta-feira, na catedral da Igreja Universal do Reino de Deus, em Del Castilho, o bispo Jadson Santos andava de um lado para o outro do púlpito, parecendo inconformado com a fiscalização eleitoral em um templo em Realengo, na Zona Oeste. Segundo ele, houve uma busca de propaganda eleitoral por lá, mas nada foi encontrado. O assunto serviu como gancho para que abordasse o tema, afirmando que a igreja era alvo de “perseguição”. Sob os olhares de centenas de fiéis, ele espalmou as mãos no ar, mostrando os dez dedos, e disse:
O gesto simbolizava o número dez do PRB, partido dos principais candidatos apoiados pela igreja. Baseado em denúncias e dados de relatórios de inteligência, o TRE-RJ intensificou as ações nas últimas semanas, mas ainda não fechou um balanço das autuações. O GLOBO percorreu 11 igrejas, em cinco dias, e encontrou casos em que o pastor chega a pedir voto, muitas vezes simulando orações para candidatos.
Em nota, a Igreja Universal do Reino de Deus afirma discordar “da exclusão de milhares de lideranças evangélicas de todas as denominações, que representam mais de 70 milhões de pessoas, de participarem do processo democrático que deve incluir o direito de expressar opiniões políticas”. Já o PRB diz que "atos litúrgicos não dizem respeito às atividades deste partido". E complementa: "em respeito à legislação eleitoral, não faz qualquer propaganda eleitoral em qualquer bem de uso comum".
Campanha em adesivos
Na sexta-feira retrasada, o pastor Bernardo Batista, da Igreja Internacional da Graça de Deus, em Duque de Caxias, pediu pela saúde de Bolsonaro, mas não esqueceu de pedir oração aos filhos do missionário da congregação, RR Soares, candidatos a deputado federal e estadual pelo DEM.
Já o Bispo Robson Rodovalho, presidente da Igreja Sara Nossa Terra, diz que a decisão dos tribunais não é democrática nem constitucional:
— Por que só os pastores? E os cantores, os artistas que têm o seu público? Estão cerceando apenas um segmento. Vamos provocar isso no STF. Até entendo que tenham que inibir os excessos. Mas os fiéis percebem quando o pastor está exagerando.

Em Petrolina, Haddad cola em imagem de Lula


O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, voltou a colar sua imagem à do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita a Juazeiro (BA) e Petrolina (PE).

Haddad, que elegeu o Nordeste como prioridade da campanha nesta reta final, exaltou sua participação no governo Lula como ministro da Educação e criticou a troca de ataques entre candidatos nesta reta final da campanha.
"Eu vejo os candidatos fazendo ataques na televisão. Os outros candidatos. A nossa campanha é só proposição", disse Haddad, que foi acompanhado pelos governadores da Bahia, Rui Costa (PT); de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB); e do Piauí, Wellington Dias (PT). "Abrir as portas do mercado de trabalho, abrir as portas da escola. Esta é a principal obrigação do governo."  (Do Estadão Conteúdo)

Sertão pernambucano: Adraike, Radarde ou Alade

No coração lulista, Haddad é só um número de nome Adraike, Radarde ou Alade
No sertão pernambucano onde Lula já teve 90% dos votos, petista tem adesão mesmo sendo desconhecido
João Valadares – Folha de S.Paulo

“Não sei o nome não, mas estou grudado em quem Lula mandar. Ele é o filho de Lula, né? Escutei dizer que era”, pergunta o aposentado José Paulino Filho, 75, após ser informado pelo repórter que Fernando Haddad (PT) é o substituto do líder petista na disputa à Presidência.
Em Solidão, Quixaba e Calumbi, três cidades do sertão pernambucano onde, em 2006, Lula teve índice de votação em torno de 90%, Haddad é um número.
Mesmo oficializado desde o dia 11 de setembro, muita gente não sabe o nome, quem ele é, quais cargos exerceu e nem de onde veio. Alguns viram “passar no repórter”, mas não lembram muito bem.
No coração do lulismo, que se espalha por outras cidades do sertão nordestino, o grau de desconhecimento em relação a Fernando Haddad é exatamente do mesmo tamanho da disposição para votar nele.
Entre os mais pobres, faixa que representa a base do eleitorado lulista, onde o petista mais cresceu segundo as últimas pesquisas, uma minoria sabe o primeiro nome. O sobrenome difícil, “que a língua não consegue dizer”, ganha variações: Adraike, Adauto, Andrade, Alade e Radarde.
A embalagem publicitária do “Haddad é Lula e Lula é Haddad” é a mais visível tradução do sertão. A resposta mais frequente e veloz, quando questionados em quem vão votar, é uma só: Lula. 
A efetiva transferência de votos, sobretudo no Nordeste, é resumida pelo agricultor Severino Marques da Costa, 52. “Não precisa conhecer esse aí do nome em inglês. Quando a gente apertar o número de Lula na urna, aparece na foto. Aí eu falo: ‘prazer, Adraike’.” 
Severino tem cinco filhos. Fala sem parar. Ele faz uma conta simples. “Como era a minha vida quando Lula era presidente? Ah! É o que basta para eu votar nesse aí”, explica.
Mora em Calumbi, uma cidadezinha com pouco mais de 6.000 habitantes. Na última eleição que disputou, Lula teve 91,46% dos votos de lá.
Em poucos minutos de conversa, na frente da casa de Severino, forma-se uma roda para falar sobre a eleição. “Eles querem saber em quem a gente vai votar, comadre. Chegue mais e fale aqui com os moços”, diz empolgado, como quem já espera a resposta.
“Ave Maria. Vou votar em Lula”, responde ligeiro Maria Francisca Pereira, 61. Ao ser lembrada de que o ex-presidente não é candidato, emenda. “Não importa. Vou votar no número dele. Estamos vivos. Como alguém daqui pode não votar em quem Lula mandar?”, questiona.
É gente que vive com muito pouco, quase nada, e precisa tirar parte do valor do bolsa família para comprar água.
“É como todo mundo diz aqui. A gente vota nesse pé de planta, numa cachorra e até num jumento. Não é Lula que está mandando? Pronto. Se deixarem, eu vou ficar no lugar dele lá na prisão”, completa Wilson Arailton da Silva, 31.

domingo, 23 de setembro de 2018

Guedes admite acordo Temer-Bolsonaro modificar Previdência

POR FERNANDO BRITO · no TIJOLAÇO


Sem destaque, na coluna de Sonia Racy, no Estadão, mais uma pérola do “Posto Ipiranga” econômico de Jair Bolsonaro: apoiar a ideia de um acordo com o moribundo Michel Temer para que este fique com a impopularidade de uma reforma previdenciária:

Paulo Guedes, na sua última conversa com investidores antes de Jair Bolsonaro pedir silêncio – aconteceu na gestora [de fundos] GPS, terça-feira. fez observação bastante significativa. Informou ser possível que o candidate do PSL, caso vença o pleito, ajude Temer a aprovar a reforma da Previdência antes do fim do ano. “Se ele fizer isso, e e bom para ele fazer isso, o avião que vamos pegar não cai na minha cabeça”, atirou, duvidando de que o sucessor de Temer, qualquer que seja, consiga votar a reforma no primeiro trimestre.

Mesmo que seja uma impossibilidade política, com um governo derrotado, a um mês e meio do final do mandato, este senhor sugere, simplesmente, um a aplicação de um crime de estelionato sobre a população.

Estelionato, mesmo, coisa de gente de mau-caráter, que acha que os “otários” vão achar que é “culpa do Temer” aquilo que é desejo de Bolsonaro que, aliás, passou à reserva remunerada aos 33 anos, ao eleger-se vereador.

Será isso que o tal “mercado” chama de segurança econômica?

No meu tempo chamava-se de molecagem.

População de Caruaru vai às ruas confirmar voto em Paulo e Haddad




CARUARU – Depois de comandar a maior caminhada feita no Centro do Recife, o governador e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB) e o candidato a presidente Fernando Haddad (PT) levaram a força da Frente Popular de Pernambuco ao município de Caruaru, no Agreste. Assim como na capital pernambucana, milhares de pessoas foram às ruas para acompanhar a carreata e também saíram de suas casas para declarar apoio ao projeto político que vai fazer o Brasil voltar a ser feliz e manter Pernambuco no caminho do avanço.

Além de Paulo e Haddad, acompanharam a agenda a candidata a vice-governadora Luciana Santos (PCdoB), o senador Humberto Costa (PT) e postulantes proporcionais. A carreata de 13 quilômetro saiu da Avenida Rui Barbosa e passou pelos bairros Nossa Senhora das Dores, Salgado, Riachão, Indianópolis, Santa Rosa, Vassoural, Petrópolis, Kennedy, Maria Auxiliadora, João Mota e Divinópolis, pintando as ruas de amarelo e vermelho.

Em todo o trajeto, Paulo e Haddad sentiram o carinho e reconhecimento da população, que fazia questão de, através de gestos com as mãos, confirmar o voto no 40 e no 13, além do tradicional Lula livre. Durante o percurso, as frases mais ouvidas foram “É Paulo de novo, governador do povo” e “Lula é Haddad, Haddad é Paulo e Paulo é Lula”.

A costureira Elianeide da Silva , de 37 anos, moradora de Caruaru, fez questão de participar de toda a carreata em apoio ao projeto da Frente Popular. “Paulo fez muito pela classe pobre de Pernambuco. Ele melhorou a saúde, a segurança e a educação. Valeu a pena esperar para ver os dois. E Haddad vai ser meu presidente. Ele é o candidato de Lula, que foi o pai dos pobres, que deu saúde, educação e o Minha casa, minha vida. No dia 07 de outubro só vai dar 13 e 40 na cabeça!”, cravou.

Normandia

Antes da carreata, Paulo e Haddad visitaram a Fazenda Normandia, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), onde acompanharam o processo de produção realizado no assentamento, que atende a demanda de escolas em 16 municípios pernambucanos. No local, Haddad pode conhecer como se dá a higienização e o empacotamento à vácuo dos produtos. Há cerca de duas semanas, Paulo recebeu apoio do MST à sua reeleição

PF descarta depósitos suspeitos a agressor de Bolsonaro


E o órgão reforça versão de que o agressor atuou sozinho. Inquérito apurou que Adélio Oliveira foi açougueiro e soube de ida de candidato a MG em outdoor.
Folha de S. Paulo - Rubens Valente

A Polícia Federal afastou a suspeita de que Adélio Bispo de Oliveira, que no último dia 6 tentou matar o candidato Jair Bolsonaro (PSL-RJ) em Juiz de Fora (MG), tenha recebido pagamento em sua conta bancária para executar o crime.
A investigação concluiu que o dinheiro localizado com Oliveira tem apenas "origem sustentável”, como uma rescisão recente pelo trabalho em um escritório de advocacia, e remuneração pelo trabalho de garçom, pelo qual recebia cerca de R$ 70 por dia.
A PF apurou que o cartão de crédito internacional encontrado em poder de Oliveira na verdade nunca foi utilizado e foi emitido automaticamente pelo banco logo após o valor da mesma rescisão trabalhista ter sido depositado em sua conta. Em teorias conspiratórias compartilhadas em redes sociais, o cartão também foi citado como suposta evidência de que Oliveira teria recebido dinheiro de origem suspeita.
A PF também concluiu que o computador pessoal localizado com Oliveira não era recente nem caro, ao contrário do propagado em redes sociais. O aparelho era antigo e estava quebrado, tendo sido usado pela última vez no ano passado. Dos quatros telefones celulares encontrados com Oliveira, apenas dois estavam em atividade, e nenhum foi comprado nas semanas anteriores ao crime.
Segundo outra conclusão da PF, em razão dos acertos trabalhistas recentes Oliveira tinha condições financeiras próprias de pagar adiantado R$ 400 por hospedagem numa pensão em Juiz de Fora, onde ele disse que procurava emprego. Foi apreendido com Oliveira um recibo que comprova o pagamento.
Também foram investigadas todas as pessoas citadas em redes sociais como supostos cúmplices que teriam repassado a faca a Oliveira no dia do atentado. A PF descartou todas as informações, que eram falsas. Pelo menos uma mulher inocente marcada em redes sociais foi perseguida, recebeu ameaças e teve que procurar a PF para obter proteção.
A opção de Oliveira por usar uma faca para tentar matar o presidenciável pode ser explicada por outro aspecto da vida do preso levantado durante a investigação da PF.
Em um açougue em que Oliveira trabalhou em Curitiba (PR), a PF apurou que Oliveira era conhecido por manejar muito bem facas. Normalmente um novo contratado recebia um “padrinho”, responsável por tutelar o novo cortador de carnes. No caso de Oliveira, o próprio açougue dispensou o uso do “padrinho”, ao constatar que ela sabia usar as lâminas.
Oliveira também teria trabalhado como sushiman, preparador de carnes de peixe em restaurantes japoneses, o que também demanda um bom uso de facas.
Sobre a faca, um exame feito por peritos criminais federais do INC (Instituto Nacional de Criminalística) apontou traços de DNA de Bolsonaro na lâmina, de cerca de 20 centímetros, o que confirma que a faca foi a mesma usada no crime. Oliveira tinha a faca consigo muitos meses antes do crime
Em um dos três depoimentos que prestou à PF, Oliveira disse que decidiu esfaquear Bolsonaro três dias antes da chegada do presidenciável a Juiz de Fora e que soube que ele estaria na cidade porque viu um outdoor numa rua da cidade. Ele afirmou ter feito uma fotografia do painel. Ao analisar a memória do telefone celular de Oliveira, a PF de fato encontrou a fotografia, tirada no mesmo dia indicado por Oliveira.
O presidente do inquérito e também delegado regional de Combate ao Crime Organizado da PF de Minas Gerais, Rodrigo Morais, informou que o inquérito que trata do ato do crime em si deverá ser finalizado até a próxima sexta-feira (28), mas ao mesmo tempo será aberto um novo inquérito para investigar supostos mandantes ou pessoas que teriam instigado o crime, ainda que não exista nenhuma indicação sobre isso até o momento.
A PF adotou essa estratégia porque legalmente há um prazo de 15 dias, renovável por mais 15 dias, para o final das investigações. O primeiro prazo acabou na última sexta-feira (21), quando a PF pediu mais duas semanas. O relatório final, contudo, deve ser entregue uma semana antes.