Da Coluna Folha Econômica
Falta de conhecimento técnico. Este é o principal fator que
inviabiliza o funcionamento dos fundos de previdência própria dos
municípios. Os gestores dos fundos não recebem as orientações devidas de
como elaborar os cálculos atuariais e, assim, ter noções sobre a saúde
do fundo e projeções futuras para tranquilizar os contribuintes.
O problema é que Pernambuco, que tem 143 municípios que aderiram ao
regime de previdência própria e a maioria vai mal das pernas, tem poucos
especialistas na área e que, dificilmente, estão dispostos a se
deslocar para o Interior e receber baixos salários.
Além disso, até que ponto é de interesse dos prefeitos corrigir a
sistemática se, na mente de muitos, o fundo funciona como uma “poupança”
emergencial para tapar os rombos do orçamento e cobrir as quedas de
repasses, mesmo sabendo da ilegalidade da prática. Se querem organizar
as coisas, comecem arrumando a casa para receber recursos. Caso o
processo seja inverso, nunca dará certo.
A Amupe
incentivou, na época, a criação dos fundos, mas não estabeleceu critérios de gestão
incentivou, na época, a criação dos fundos, mas não estabeleceu critérios de gestão
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